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Medium 9788563308320

17 Modelos econométricos dinâmicos: modelos autorregressivos e com defasagens distribuídas

Gujarati, Damodar N. Grupo A PDF

Capítulo

17

Modelos econométricos dinâmicos: modelos autorregressivos e com defasagens distribuídas

Na análise de regressão envolvendo dados de séries temporais, se o modelo de regressão incluir não só os valores correntes mas também os defasados (passados) das variáveis explanatórias (os X), será chamado de modelo de defasagens distribuídas. Se o modelo incluir um ou mais valores defasados da variável dependente entre suas variáveis explanatórias, será denominado modelo autorregressivo. Assim,

representa um modelo de defasagens distribuídas, enquanto

é exemplo de um modelo autorregressivo. Este também é chamado de modelo dinâmico, por retratar a trajetória da variável dependente no tempo, em relação a seus valores passados.

Os modelos autorregressivo e de defasagens distribuídas são usados extensamente na análise econométrica e serão examinados neste capítulo com a finalidade de esclarecer o seguinte:

1.

2.

3.

4.

Qual é o papel das defasagens na economia?

Quais as razões para defasagens?

Existe justificativa teórica para os modelos defasados usados comumente em econometria empírica?

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Medium 9788521634263

Capítulo 20 Adultez: Desenvolvimento Biossocial

BERGER, Kathleen Stassen Grupo Gen PDF

2 0

C A P Í T U L O

Adultez:

Desenvolvimento Biossocial n Senescência

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Quando uma pessoa começa a aparentar sua idade?

2. Quais sentidos enfraquecem antes dos 65 anos?

3. A mulher pode engravidar antes dos 30, 40 ou 50 anos?

4. Como uma pessoa pode ser vitalmente saudável e ter impedimentos extremos?

Jenny, uma excelente aluna na minha aula de desenvolvimento humano, estava no início dos

30 anos. Ela nos contou que era divorciada, cuidava do filho de 7 anos, da filha de 10 e de mais dois sobrinhos que tinham ficado órfãos em um conjunto habitacional no sul do Bronx, uma

área com má fama devido a gangues, armas e drogas. Ela falava com entusiasmo das atividades gratuitas para seus filhos – parques públicos, museus, zoológico, espaços ao ar livre. Nós ficávamos admirados com a criatividade, o otimismo e a energia dela.

Um ano depois, Jenny me procurou na minha sala para conversar em particular. Ela estava prestes a se formar, com honras, e havia encontrado um emprego que permitiria que ela e a família saíssem daquela região perigosa. Jenny queria meu conselho porque estava grávida de quatro semanas. O pai da criança, Billy, era casado e tinha dito a ela que não se separaria da mulher, mas pagaria por um aborto. Ela o amava e tinha medo de que ele terminasse o relacionamento caso ela não interrompesse a gestação.

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Medium 9788547206192

Capítulo 7 - União estável, casamento religioso e “contratoparticular de casamento” – pacto anteconcubinário e contrato de convivência

PEREIRA, Rodrigo da Cunha Editora Saraiva PDF

capítulo 7

união estável, casamento religioso e “contrato particular de casamento” – pacto anteconcubinário e contrato de convivência

O casamento é um contrato1 de Direito de Família. Um contrato sui generis, que tem efeitos pessoais e patrimoniais. Embora essa concepção contratualista tenha suas raízes no Direito Canônico, no Brasil, desde a separação Igreja Católica/Estado (1891), o casamento religioso é instituto distinto do civil em relação aos efeitos jurídicos. À exceção do disposto nos arts. 71 a 75 da Lei n. 6.015/73, o casamento celebrado somente no religioso, por si mesmo, não produz efeito no mundo jurídico. A união entre duas pessoas selada apenas pelo ato religioso, embora de grande importância e significado, constitui, juridicamente, uma relação concubinária, ou, em linguagem mais atual, uma união estável.

Da mesma forma, não produzem todos os efeitos de casamento válido os chamados contratos particulares. Ainda que registrados em cartório de notas, não surtem os efeitos do casamento civil, solene e formal, celebrado de acordo com as regras estabelecidas no CC/2002.

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Medium 9788547222567

3 - Ingresso na Magistratura do Trabalho

PEREIRA, Leone Editora Saraiva PDF

IV – ORGANIZAÇÃO DA JUSTIÇA DO TRABALHO

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Desenvolvendo o raciocínio, para que os magistrados possam entregar a prestação jurisdicional de forma efetiva, célere, imparcial e independente, a Constituição

Cidadã de 1988, no parágrafo único do art. 95, traz as seguintes vedações:

“Aos juízes é vedado:

I – exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério;

II – receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em processo;

III – dedicar-se à atividade político-partidária;

IV – receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei;

V – exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou, antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração”.

Assim, são vedações impostas aos magistrados:

1ª) exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério;

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Medium 9788547222314

1. Lei Processual Penal no Tempo

LOPES JR., AURI Editora Saraiva PDF

Capítulo III

Lei Processual Penal no Tempo e no Espaço

1. Lei Processual Penal no Tempo

1.1. A Leitura Tradicional: Princípio da Imediatidade

Ensina a doutrina tradicional que o processo penal é guiado pelo Princípio da Imediatidade (art. 2º do CPP), de modo que as normas processuais penais teriam aplicação imediata, independente de serem benéficas ou prejudiciais ao réu, tão logo passasse a vacatio legis, sem prejudicar, contudo, os atos já praticados, eis que não retroagiria jamais.

Para tanto, é recorrente a seguinte distinção1:

�� leis penais puras;

�� leis processuais penais puras;

�� leis mistas.

A lei penal pura é aquela que disciplina o poder punitivo estatal. Dispõe sobre o conteúdo material do processo, ou seja, o Direito Penal. Diz respeito à

1

Entre outros, adotam essa posição Fernando da Costa Tourinho Filho (Processo Penal. 26. ed. São

Paulo, Saraiva, 2004, v. 1, p. 110 e s.) e PACELLI DE OLIVEIRA, Eugênio (Curso de Processo Penal,

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