Contabilidade Básica: Atualizada Conforme os Pronunciamentos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) e as Normas Brasileiras de Contabilidade NBC TG 1000 e ITG 1000, 11ª edição

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A matéria exposta neste livro procura ir além da existente em livros destinados ao ensino de iniciação à Contabilidade. Apresenta uma metodologia moderna, testada em algumas escolas e com resultados considerados satisfatórios, através de uma linguagem simples e acessível ao iniciante em Contabilidade.

Desenvolvido com base em autores da moderna escola de Contabilidade, apresenta a mecânica de escrituração dos lançamentos contábeis a partir de uma visão conjunta dos Relatórios Contábeis, com especial ênfase no Balanço Final e na Demonstração de Resultado do Exercício. A matéria é apresentada numa sequência de exploração gradativa do assunto para despertar o interesse do estudante na aprendizagem da disciplina. Procurou-se também dar um embasamento legal e tributário, possibilitando ao leitor situar-se na realidade em que a empresa atua.

No final de cada capítulo, são sugeridas tarefas práticas a serem desenvolvidas, proporcionando uma aprendizagem fora da sala de aula.

Livro-texto para a disciplina Contabilidade Básica do curso de Formação Profissionalizante Básica e para a disciplina Contabilidade Geral das habilitações profissionalizantes. Recomendado para disciplinas de iniciação à Contabilidade.

 

16 capítulos

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Parte I – 1 Contabilidade

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1

Contabilidade

Conceito

Aplicação da contabilidade

Usuários da contabilidade

Para quem é mantida a contabilidade

O profissional contábil

Pilares da contabilidade

Empresa que faz negócios ea→

Contabilidade registra os dados e →

Admin./ gerentes

Departamento contábil

Produz relatórios contábeis para →

Sócios constituem uma →

Usuários que são supridos de informação

Administradores

Bancos/

Fornecedores

Querem ver se deu lucro

Querem tomar decisões

Usuários

Governo

Gerenciar banco de dados

Analisam previsões

Usuários

Sindicato

Funcionários

Usuários

Outros usuários

30 

RELATÓRIOS CONTÁBEIS

A Contabilidade é possivelmente um dos assuntos mais áridos do mun‑ do. E pode também ser o mais confuso. Mas, se você quiser ser rico, pode ser o assunto mais importante. A questão é como pegar um tema entediante e confuso e ensiná-lo a crianças. A resposta é: simplifique. Comece por ensiná-lo por meio de figuras (livro Pai rico, pai pobre, Cap. 1).

 

Parte I – 2 Patrimônio

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2

Patrimônio

Conceito

Bens

Direitos

Obrigações

Patrimônio líquido

De:

Para:

“– Desde que entramos neste “Fã clube”, vendemos todos os nossos bens, nossos móveis, nossos gatos e ainda estamos devendo milhões.”

PATRIMÔNIO 

39

Nas últimas duas décadas, mais de 1.600 empresas brasileiras foram negociadas, em sua maioria, com investidores estrangeiros. Foi um volume substancial de empresas familiares que passaram seu controle acionário para outros. Alguns exemplos:

– Banco Real (vendido ao ABN

Amro) – em 2007 adquirido pelo

Banco Santander;

– Prosdócimo (vendida à sueca

Electrolux);

– Forno de Minas (vendida à subsi‑ diária americana do grupo inglês

Diageo);

– Brinquedos Estrela (passado o controle para o principal execu‑ tivo, Carlos A. Tilkian);

– Freios Varga (vendida à inglesa

Lucas Variety);

– Metal Leve (vendida à alemã

Mahle-Cofap);

 

Parte I – 3 Demonstrações Financeiras

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3

Demonstrações Financeiras

Conceito

Principais demonstrações financeiras

Períodos de apresentação das demonstrações financeiras

Requisitos para publicação das demonstrações financeiras

Demonstrações contábeis

Homem: “– As Demonstrações Financeiras mostram bons lucros!”

Mulher: “– É, mas o Fluxo de Caixa mostra que não temos dinheiro

para pagar o nosso salário.”

48 

RELATÓRIOS CONTÁBEIS

Nos países desenvolvidos, a Demonstração dos Fluxos de Caixa é o relatório contábil mais importante em nossos dias. Ela apresenta resumida‑ mente os recursos (dinheiro) que entraram no Caixa e os que saíram dele de um negócio durante determinado período. Os administradores mais hábeis preferem, antes de pronunciar a palavra lucro, avaliar cuidadosamente seu

Fluxo de Caixa. Os administradores mais bem-sucedidos normalmente dizem que gerenciam ambos: o lucro e o fluxo de caixa. Você não pode ressaltar um e ignorar o outro. Uma empresa é um dragão de duas cabeças quando se tra‑ ta deste assunto. Ignorar o Fluxo de Caixa pode levar a empresa a um abismo mesmo que ela tenha uma boa fórmula de se obter lucro. Alguns gerentes de negócios preocupam-se em produzir lucro e tratam o Fluxo de Caixa superficialmente. Na verdade deveriam dar a mesma ênfase para ambos (livro

 

Parte I – 4 Balanço Patrimonial – Uma Introdução

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4

Balanço Patrimonial – Uma Introdução

Identificação

Ativo

Passivo

Patrimônio líquido

O termo “capital” em contabilidade

Origens × aplicações

Principal origem de recursos

Explicação da expressão “balanço patrimonial”

Ativo

=

Passivo

Patrimônio líquido

“Só um gênio consegue este milagre.”

58 

RELATÓRIOS CONTÁBEIS

Os MBAs não são treinados para lançar transações em um computa‑ dor; ou melhor, são ensinados a interpretar a informação que os contadores geram. As Demonstrações Financeiras são o resumo de todas as transações individuais registradas em um período. Elas são o produto final de uma função contábil. As Demonstrações Financeiras dão aos usuários interessados a opor‑ tunidade de verem o que aconteceu, em um resumo perfeito. Para conhecer uma empresa, você tem de saber ler e compreender principalmente as três principais Demonstrações Financeiras: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração dos Fluxos de Caixa (livro MBA em 10 lições, Cap. 3).

 

Parte I – 5 Balanço Patrimonial – Grupo de Contas

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5

Balanço Patrimonial – Grupo de Contas

Introdução

Conceito de curto e longo prazos na contabilidade

Ativo

Ativo circulante

Ativo não circulante

Passivo

Passivo circulante

Passivo não circulante

Patrimônio líquido

Principais deduções do ativo e do patrimônio líquido

Balanço patrimonial – um resumo

“Contador, alguma coisa está errada. Já é o segundo ano em seguida que o Ativo dá o mesmo valor do Passi‑ vo. Você está querendo gozar da minha cara?”

68 

RELATÓRIOS CONTÁBEIS

O ideal seria que o Balanço Patrimonial e outras Demonstrações Finan‑ ceiras fossem examinados por uma auditoria externa, isto é, independente, sem nenhum vínculo permanente com a empresa. O auditor externo não pode, sequer, ter um parente que tenha vínculo empregatício com a empresa.

O auditor emite sua opinião informando se as Demonstrações Finan‑ ceiras representam, adequadamente, a situação patrimonial e financeira na data do exame (livro Contabilidade empresarial, Cap. 20).

 

Parte I – 6 Apuração do Resultado e Regimes de Contabilidade

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6

Apuração do Resultado e

Regimes de Contabilidade

Apuração do resultado

Conceito de receita e despesa

Regime de competência

Regime de caixa

Balanço patrimonial × demonstração do resultado do exercício e regime de competência

Outros ajustes em relação ao regime de competência

Efeito do lucro no balanço

Diferença entre despesa e custo

APURAÇÃO DO RESULTADO E REGIMES DE CONTABILIDADE 

85

O nome Rolls Royce deveria estar sempre no pensamento de todos os empresários, pois quando a Rolls Royce quebrou espetacularmente em 1973, e teve que ser socorrida pelo governo, estava na verdade trabalhando com lucro. Ela apenas não tinha liquidez (não tinha caixa) e os bancos não se dispuseram a emprestar mais. Se isto aconteceu com uma das empresas mais famosas e tradicionais do mundo, pode muito mais facilmente acontecer com sua empresa (livro Finanças para o pequeno empresário, Cap. 3).

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APURAÇÃO DO RESULTADO

 

Parte I – 7 Demonstração do Resultado do Exercício

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7

Demonstração do

Resultado do Exercício

Demonstração dedutiva

Como apurar a receita líquida

Como apurar o lucro bruto

Custo das vendas

Como apurar o lucro operacional

Despesas operacionais

Despesas e receitas financeiras

Como apurar o lucro depois do imposto de renda

Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro

Contribuições e participações sobre o lucro

Resultado líquido das operações continuadas e das

  não continuadas

Distribuição do lucro

DRE – conforme os CPCs 26 e 30

Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados

Estrutura da DLPAc

DADOS QUE DEVERIAM APARECER NA DRE, MAS SÃO SONEGADOS

Estimativas de participação do setor informal em alguns segmentos de mercado (em %)

Condicionadores/produtos para tratamento capilar

49,4

Tintas

40,0

Refrigerantes

40,0

Água sanitária

37,4

33

Cigarros

Desinfetantes

 

Parte II – 8 Demonstração dos Fluxos de Caixa e Plano de Contas

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8

Demonstração dos Fluxos de Caixa e

Plano de Contas

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

Plano de contas

Plano de contas “importado”

Importância do plano de contas

Plano de contas e o usuário da contabilidade

Plano de contas simplificado

Como adequar o plano de contas a outras atividades

“Após esta brilhante apresentação dos fluxos contábeis devo-lhe dizer que o senhor está demitido. Motivo? – Redução de custos.”

122 

CICLO CONTÁBIL

O ano 2002 foi considerado o ano negro da Contabilidade. Ainda com os efeitos da bolha da Internet, houve a descoberta das falcatruas contábeis e gerenciais em corporações como a Enron, a Word-Com, a Tyco etc.

Também, em função de escândalos contábeis, no caso específico da Enron, houve a falência de uma das mais tradicionais empresas de auditoria: a Arthur Andersen.

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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA

Todo mundo tem seu fluxo de caixa. Por mais simples que uma pessoa seja, ela tem de memória quanto entrou de dinheiro no mês e quanto saiu, quanto foi gasto. Até uma criança que ganha mesada sabe seu fluxo financeiro.

 

Parte II – 9 Contabilidade por Balanços Sucessivos

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9

Contabilidade por Balanços Sucessivos

Metodologia do ensino da contabilidade

Aspectos da constituição de uma empresa

Operações

Constituição do capital

Aquisição de bens a vista

Aquisição de bens a prazo

Financiamento a longo prazo

Aquisição de bens (metade a prazo + metade a vista)

Contabilidade por balanços sucessivos

Uma empresa sobrevive sem a Contabilidade de Custos?

“Muitas empresas refinaram seus processos produtivos na última década, mas ainda há oportunidade de economia em partes mais obscuras dos negócios”, afirmou a revista inglesa The Economist, no final do ano passado. Essa tese foi reforçada numa reportagem publicada pela Business Week. A revista, uma das mais conceituadas publicações de negócios dos Estados

Unidos, mostrou que, isoladamente, o crescimento da produtividade das empresas americanas – 25% na

última década – já não é capaz de garantir lucros ascendentes. Manter os custos sob controle não é mais questão de opção. É questão de sobrevivência” (CORREA,

 

Parte II – 10 Contabilização das Contas de Balanço – Débito e Crédito

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10

Contabilização das Contas de

Balanço – Débito e Crédito

Método balanços sucessivos

Razonete

Lançamentos nos razonetes

Pausa para memorizar as regras

Débito e crédito

Saldo das contas

Conclusão

“Nunca posso me desfazer desta minha escrivaninha. Ela é mais importante que meu microcomputador. A gaveta do lado esquerdo tem um ‘D’ marcado, para eu nunca esquecer que Débito é o lado esquerdo. A gaveta direita tem um ‘C’ inscrito, pois Crédito é o lado direito. Há mais de 20 anos esta escrivaninha tem sido minha memória.”

CONTABILIZAÇÃO DAS CONTAS DE BALANÇO – DÉBITO E CRÉDITO 

149

O Razonete nada mais é que um Razão simplificado.

É de grande utilidade no ensino da Contabilidade, pois, através dele, é possível controlar o movimento de todas as contas utilizadas na escrituração, de maneira bem simplificada.

Sendo assim, para controlar o movimento das contas, em substituição ao livro Razão, didaticamente podemos utilizar gráficos em T, em número igual ao de contas existentes na escrituração do livro Diário.

 

Parte II – 11 Balancete de Verificação eMétodo das Partidas Dobradas

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11

Balancete de Verificação e

Método das Partidas Dobradas

Balancete de verificação

Método das partidas dobradas

Partidas simples

Balancete das partidas dobradas

Identificação do erro de lançamento

Erros que o balancete não detecta

Balancete de várias colunas­

Apresentação do balancete

Balancete como instrumento de decisão

Quem inventou a escrita?

“Em pé no museu, tentei imaginar como, numa tarde remota, um ancestral brilhante e anônimo registrou uma transação de animais domésticos desenhando sinais em pedaços de barro e, fazendo isto, inventou para as épocas futuras a arte da escrita.

A escrita, compreendi, foi invenção não de poeta, mas de um contador” (MANGUEL, Alberto. Saques em Bagdá apagam a história da escrita. O Estado de S. Paulo, 26-4-03).

Mesmo entre ruínas, a palavra nos alcança

BALANCETE DE VERIFICAÇÃO E MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS 

163

“Muitas pessoas são intimidadas quando ouvem palavras como ‘depreciação’ ou ‘inventário contábil’. Porém, estes conceitos são realmente muito simples. Tudo que você precisa para ser um mestre em finanças é contabilizar os dados do negócio cuidadosamente, um entendimento básico em Contabilidade e alguma habilidade para projetar Fluxo de Caixa” (Livro Streetwise smal-business start-up, Capítulo 6).

 

Parte II – 12 Contabilização de Contas de Resultado e Apuração Contábil do Lucro

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12

Contabilização de Contas de Resultado e Apuração Contábil do Lucro

Contas de resultado

Contabilização das contas de balanço patrimonial

Regras de contabilização das contas de resultado

  �Exemplos de contabilização das contas de resultado e balanço patrimonial

Apuração contábil do resultado

Encerramento das contas de resultado

Lançamentos de encerramento

   Exemplo de encerramento

Apuração do resultado

Contabilização do resultado

Qual foi a maior revolução do último milênio?

“Uma das contribuições mais notáveis do livro

‘Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et

Proportionalita’, escrito por Luca Pacioli em 1494 foi sua apresentação da Contabilidade por parti‑ das dobradas. Essa inovação revolucionária nos métodos contábeis teve importantes consequências econômicas, comparáveis à descoberta da máquina a vapor trezentos anos depois” (BERNSTEIN, Peter

L. Desafio aos Deuses. Rio de Janeiro: Campus.

 

Parte II – 13 Livros Contábeis

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13

Livros Contábeis*

Metodologia deste livro

Razão

Razão analítico × sintético

Exemplo de razão

Diário

   Exemplo de escrituração no diário

Diário com duas colunas

Diário com três colunas – sistema manuscrito

   Exemplos de lançamentos em diário de três colunas

Qual é a maior decisão do mundo dos negócios do século XX?

Depois de consultar estudiosos da Administração nas principais universidades norte-americanas, entre eles

Warren Benis – o maior especialista em liderança nos

EUA –, a AMA elaborou uma relação das decisões que mudaram o mundo dos negócios. A primeira que ganhou o destaque foi:

1. Pierre du Pont percebeu que sua empresa precisava gerir melhor o dinheiro que movimentava. Sob sua direção (entre 1902 e 1940), a Du Pont desenvolveu a moderna Contabilidade Empresarial.

2. (Há uma lista de mais de 100 decisões no mundo dos negócios).

*  Neste capítulo tivemos a contribuição do contador Valdir Segato da “Segato Consultores” – Jun‑ diaí – SP.

 

Parte II – 14 Sistemas Contábeis e Disposiçõessobre Escrituração Mercantil

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14

Sistemas Contábeis e Disposições sobre Escrituração Mercantil

Sistemas contábeis

Sistema manual

Sistema maquinizado

Sistema mecanizado

Sistema eletrônico

Disposições sobre a escrituração mercantil

Escrituração resumida do diário

Erros no diário

Fichas e formulários contínuos

Software contábil

Contabilidade digital

“Ora, parece que a discussão passou para a ética contábil, e devo confessar que isto está fora do meu departamento.”

208 

CICLO CONTÁBIL

“Na realidade, nos Sistemas Integrados ou ERP,* como são mais conhe‑ cidos, os lançamentos acontecem no momento em que são gerados, ou seja, quando na emissão ou recebimento de uma Nota Fiscal, no momento em que efetuamos uma baixa de pagamento e recebimento ou quando informamos uma aplicação, ou seja, sempre que precisamos contabilizar o movimento, e de maneira automática, rápida e on line sem a necessidade de qualquer intervenção, mostrando ou não para o usuário o lançamento que está sendo realizado naquele momento” (livro: Contabilidade inside ERP, Cap. 9).

 

Parte II – 15 Ativo Não Circulante e a Depreciação

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15

Ativo Não Circulante e a Depreciação

Imobilizado

Depreciação

Taxa anual da depreciação

Depreciação acelerada

Amortização

Exaustão

Piada de mau gosto?

Um balonista, perdido na neblina, desce num grande campo onde vê um homem passeando com seu cachorro.

“Por favor, onde eu estou?”, ele grita.

“Na cesta de um balão no meio de um campo gramado”, vem a resposta. O balonista então diz: “Você deve ser um contador formado.” “Sou, mas como você sabe?” “Porque o que você respondeu está impecavelmente correto, mas é completamente inútil!” Injusto e indelicado, possivelmente, mas com uma ponta de verdade (?)

ATIVO NÃO CIRCULANTE E A DEPRECIAÇÃO 

223

O McDonald’s é hoje o maior proprietário individual de imóveis do mundo, superando até a Igreja Católica. Os melhores pontos comerciais do mundo são desta rede de franquias de hambúrguer. A marca McDonald’s está entre as dez mais importantes do mundo. Os imóveis, a localização (ponto comercial), a marca, a clientela são atributos que, quando contabilizados, aparecerão no Ativo Permanente.

 

Parte II – 16 Ciclo Contábil e Levantamentos das Demonstrações Financeiras

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16

Ciclo Contábil e Levantamentos das

Demonstrações Financeiras

Introdução

Dados para escrituração

Levantamento das demonstrações financeiras

Escrituração

Primeiro balancete de verificação

Ajustes no final do período

Segundo balancete de verificação

Apuração de resultados

Contabilização do lucro

Distribuição do lucro

Estruturação das demonstrações financeiras

Assembleia Geral da “ENRON”

CICLO CONTÁBIL E LEVANTAMENTOS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 

245

Por ocasião do XV Congresso Mundial de Contabilidade, o Sr. James

Woltensohn, presidente do Banco Mundial, disse que nos últimos 15 anos temos visto grandes transformações políticas e econômicas, e corrupção cres‑ cente, em todo o mundo; ele pergunta: “O que isso tem a ver com Audito‑ res e Contadores?” E responde: “O simples elemento que une esses fatos é transparência.” A falta desta, segundo ele, gera a corrupção, generalizada em nossos dias, principalmente nos governos de países em desenvolvimento.

 

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