Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição, 10ª edição

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Referência nas áreas de medicina esportiva, ciência do esporte e condicionamento físico, o livro apresenta um conteúdo completo e atualizado com base nas mais recentes pesquisas da área. A 10ª edição de Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição mantém os esforços das edições anteriores, tornando-se não apenas uma fonte de informações detalhadas, mas também um verdadeiro guia prático. As descrições textuais foram reorganizadas e minimizadas e mais tabelas, quadros e figuras foram incluídos, abordando testes e avaliações fundamentais para a adequada prescrição de programas de exercícios específicos e adaptados às necessidades particulares de cada cliente.
Indicada para estudantes e profissionais de Medicina Esportiva, Educação Física, Fisioterapia, entre outras áreas da saúde, esta obra atinge os mais altos padrões no que tange à ciência e à prática esportiva e é uma excelente referência para a aplicação de testes e treinamentos físicos.
 

13 capítulos

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1 - Benefícios e Riscos Associados à Atividade Física

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1

Benefícios e Riscos

Associados à

Atividade Física

Introdução

O objetivo deste capítulo é fornecer informações atualizadas sobre os benefícios e os riscos da atividade física (AF) e/ou do exercício físico. Para fins de esclarecimento, os termos-chave usados em todas as diretrizes relacionados com AF e aptidão são definidos neste capítulo. Informações adicionais específicas sobre doença, deficiência ou problema de saúde são explicadas no contexto do capítulo em que são discutidas nas diretrizes. A AF possui um papel cada vez mais importante na prevenção e no tratamento de múltiplas doenças crônicas, problemas de saúde e fatores de risco associados.

Assim, este capítulo centra-se na perspectiva da saúde pública que é a base para as recomendações atuais da AF5,26,34,70,93 e conclui com recomendações para reduzir a incidência e a gravidade das complicações relacionadas com exercícios para programas de prevenção primária e secundária.

Terminologia de atividade física e aptidão

 

2 - Triagem para Pré-participação em Exercícios Físicos

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Triagem para

Pré-participação em Exercícios Físicos

Introdução

Historicamente, o processo de triagem para pré-participação em exercícios físicos centrou-se na classificação de risco (baixo, moderado ou alto) de todos os in­di­ví­duos e baseou-se tanto nos fatores de risco de doen­ça cardiovascular (DCV) quanto na presença de sinais ou sintomas e/ou DCV, doen­ças metabólicas e/ou pulmonares manifestas. Dessa maneira, recomendações para um exame médico de pré-participação e teste de esforço eram então ba­sea­das na classificação de risco e na intensidade dos exercícios propostos. Essas recomendações foram concebidas para evitar que in­di­ví­duos habitualmente inativos – com DCV manifesta ou oculta – sejam expostos ao aumento temporário dos riscos de exercício de intensidade vigorosa aos quais não estão acostumados, incluindo morte súbita cardía­ca (MSC) e infarto agudo do miocárdio (IAM), conforme discutido no Capítulo 1.

Embora o objetivo geral da triagem de pré-participação em exercícios físicos seja o mesmo das edições anteriores das Diretrizes, este capítulo:

 

3 - Avaliação Pré-exercício

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Avaliação Pré-exercício

Introdução

Este capítulo contém informações relacionadas com a avaliação pré-exercício e serve como ponte entre os conceitos de triagem de saú­de de pré-participação (ver Capítulo 2), de avaliação da aptidão física (ver Capítulo 4) e de teste clínico de esforço (ver Capítulo 5).

O conteú­do deste capítulo refere-se tanto às condições de saú­de/aptidão quanto ao âmbito clínico para rea­li­zação de testes, abrangendo temas como procedimentos para o termo de consentimento livre e esclarecido, histórico médico, avaliação do fator de risco de doen­

ça cardiovascular (DCV), exame físico, testes laboratoriais e instruções aos participantes.

Se um in­di­ví­duo é encaminhado para receber autorização médica para praticar atividade física, a extensão da avaliação pré-exercício é ba­sea­da nos critérios do profissional de Educação Física (ver Capítulo 2). Uma avaliação pré-exercício que inclua exame físico, teste de esforço e/ou de laboratório pode ser necessária sempre que o preparador físico ou outro profissional da saú­de tiver dúvidas quanto ao estado de saú­de do paciente ou precisar de informações adicionais para prescrever uma rotina de exercícios

 

4 - Teste de Aptidão Física Relacionado com a Saúde e sua Interpretação

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Teste de Aptidão Física

Relacionado com a Saú­de e sua Interpretação

Introdução

As evidências apresentadas no Capítulo 1 fundamentam os diversos benefícios à saú­de propiciados pela prática regular de atividade física (AF) e pelos programas estruturados de exercício. Intensamente vinculados à saú­de geral, os componentes de aptidão física relacionados com a saú­de são caracterizados pela capacidade de se rea­li­zar atividades cotidianas com vigor, estando associados à menor prevalência de doen­ças crônicas, problemas de saú­de e fatores de risco.95 Os níveis de aptidão física estão relacionados com a prevenção de doen­ças e a promoção da saú­de, alterando-se por meio da prática regular de AF e programas estruturados de exercícios. Um objetivo fundamental das prevenções primária e secundária e dos programas de reabilitação deve ser a promoção da saú­de; assim, programas de exercícios devem se concentrar no aprimoramento dos componentes relacionados com a aptidão física. Consequentemente, este capítulo enfoca os testes de componentes de aptidão física relacionados com a saú­de e a interpretação de seus resultados.36,40

 

5 - Teste Clínico de Esforço e sua Interpretação

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Teste Clínico de Esforço e sua Interpretação

Introdução

Há mais de 50 anos, o teste clínico de esforço tem feito parte dos diagnósticos diferenciais de pacientes com suspeita de cardiopatia is­quêmica (CI). Embora haja diversas indicações para o teste clínico de esforço, a maioria dos testes é rea­li­zada como parte do diagnóstico e da avaliação de CI. Há várias declarações ba­sea­das em evidências de organizações profissionais sobre a condução e a aplicação do teste clínico de esforço. Este capítulo resume brevemente essas declarações com foco nos testes de esforço máximo não invasivos, limitados por sintomas, em adultos com doen­ças cardía­cas. Profissionais que rea­li­zam ou supervisionam testes de esforço clínico devem estar familiarizados com as declarações apresentadas neste capítulo, sobretudo aquelas que se relacionam com as condições geralmente encontradas em suas clínicas.

Durante um teste clínico de esforço, os pacientes são monitorados com procedimentos e protocolos padronizados enquanto rea­li­zam exercício de ritmo gra­dual (mais comum) ou constante em esteira ou cicloergômetro estacionário.3,17,44 O objetivo é observar as respostas fisiológicas à demanda metabólica aumentada ou sustentada. O teste é feito até o paciente atingir um nível de esforço máximo limitado por sinal (p. ex., depressão do segmento ST) ou sintoma (p. ex., angina e fadiga). O teste clínico de esforço também

 

6 - Princípios Gerais para a Prescrição de Exercícios

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Princípios Gerais para a Prescrição de Exercícios

Introdução

A evidência científica que demonstra os efeitos positivos do exercício físico é indiscutível, e seus benefícios superam em muito os riscos na maioria da população adulta19,37,75,80 (ver Capítulos 1 e 2). Idealmente, um programa de treinamento é planejado para atingir objetivos in­di­vi­duais de saú­de e de aptidão física, no contexto do status in­di­vi­dual de saú­de, de sua função e dos respectivos ambientes físico e social. Os princípios de prescrição de uma rotina de exercícios (Ex Rx) apresentados neste capítulo objetivam guiar profissionais da ­área no desenvolvimento de uma Ex Rx personalizada para adultos aparentemente saudáveis e cujo objetivo seja melhorar a aptidão física e a saú­de como um todo. Atletas amadores e competitivos se beneficiarão de técnicas de treinamento mais avançadas do que as apresentadas neste capítulo, o qual emprega o princípio FITT-VP da Ex Rx, isto é Fre­quência (quantas vezes), Intensidade (quão difícil), Tempo (duração ou por quanto tempo), Tipo (modo ou tipo), Volume total

 

7 - Prescrição de Exercício para Populações Saudáveis com Considerações Especiais

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Prescrição de Exercício para Populações

Saudáveis com

Considerações Especiais

Introdução

Este capítulo contém as diretrizes e recomendações de prescrição de uma rotina de exercício (Ex Rx) para populações saudáveis com considerações especiais. As diretrizes e recomendações da Ex Rx são apresentadas utilizando os princípios da Fre­quência,

Intensidade, Tempo e Tipo (FITT) ba­sea­dos na literatura existente. Aborda-se, especificamente, os casos de crianças e adolescentes, in­di­ví­duos com dor lombar (DL), gestantes e idosos.

Crianças e adolescentes

Crianças e adolescentes (in­di­ví­duos na faixa de 6 a 17 anos) são mais fisicamente ativos que adultos. No entanto, apenas as crianças mais jovens (de 6 a 7 anos) cumprem as recomendações norte-americanas de atividade física (AF)119, enquanto aquelas com 10 anos ou mais não seguem as diretrizes atuais de AF. O Physical Activity Guidelines for

Americans, de 2008, convida crianças e adolescentes a se engajarem em AF de intensidade moderada à vigorosa por pelo menos 60  min • dia–1 e a incluí­rem AF de intensidade vigorosa, exercícios de resistência e atividade de sobrecarga óssea em ao menos 3 dias • semana–1.119 Nos EUA, 42% das crianças de 6 a 11 anos de idade e 8% dos adolescentes entre 12 e 19 anos116 seguem as diretrizes recomendadas.

 

8 - Considerações Ambientais para a Prescrição de Exercícios

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Considerações

Ambientais para a

Prescrição de Exercícios

Exercícios em ambientes de altitudes elevadas

A diminuição progressiva da pressão atmosférica associada a altitudes elevadas reduz a pressão parcial de oxigênio no ar inspirado e resulta em níveis menores de oxigênio arterial. As respostas compensatórias imediatas a esse fato incluem aumento da ventilação e do débito cardía­co (Q), este geralmente com a elevação da fre­quência cardía­ca

(FC).27 Para a maioria dos in­di­ví­duos, os efeitos de altitude aparecem acima de 1.200 m.

Nesta seção, baixa altitude refere-se a locais < 1.200 m; altitude moderada, entre 1.200 e

2.400 m; alta altitude, entre 2.400 e 4.000 m; e altitude muito alta, > 4.000 m.30

O desempenho físico diminui com altitude > 1.200 m. Em geral, a diminuição do desempenho físico será maior conforme aumentam a altitude, a duração da atividade física (AF) e a massa m

­ uscular, embora esse declínio diminua com a aclimatação. O efeito mais comum da altitude é o aumento do tempo para a conclusão das tarefas físicas ou a necessidade de descansos mais frequentes. Com a exposição à altitude

 

9 - Prescrição de Exercícios para Pacientes com Doenças Cardíaca, Periférica, Cerebrovascular e Pulmonar

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Prescrição de Exercícios para Pacientes com

Doenças Cardíaca,

Periférica, Cerebrovascular e Pulmonar

Introdução

O objetivo deste capítulo é descrever as diretrizes para desenvolver uma rotina de exercícios (Ex Rx) para indivíduos com doenças cardíacas ou doença arterial periférica, cerebrovascular e pulmonar (Quadro 9.1). O Capítulo 6 apresenta os princípios gerais de Ex Rx para treinamento aeróbio, de resistência e de flexibilidade. O refinamento da

Ex Rx para pacientes com doença cardíaca, periférica, cerebrovascular ou pulmonar é apresentado nas seções a seguir.

Quadro 9.1  Manifestações de doen­ças cardiovasculares.

Síndrome coronariana aguda: manifestação da doen­ça arterial coronariana, com sintomas crescentes de angina de peito, infarto do miocárdio ou morte súbita

Doença cardiovascular: doen­ças que envolvem o coração e/ou os vasos sanguí­neos; inclui hipertensão, doen­ça arterial coronariana, doen­ça arterial periférica; inclui também, mas não se limita, a doen­ça arterial aterosclerótica

 

10 - Prescrição de Exercícios em Doenças Metabólicas e Fatores de Risco para Doenças Cardiovasculares

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10

Prescrição de Exercícios em Doenças Metabólicas e Fatores de Risco para

Doenças Cardiovasculares

Introdução

Este capítulo contém diretrizes e recomendações para a prescrição de uma rotina de exercícios (Ex Rx) para in­di­ví­duos com doen­ças metabólicas e fatores de risco de doen­ças cardiovasculares (DCV). Essas diretrizes e recomendações são apresentadas usando o princípio Fre­quência, Intensidade, Tempo e Tipo (FITT) da Ex Rx, ba­sea­do na literatura disponível. Para informações relacionadas com o volume e a progressão, exercícios prescritos por profissionais da ­área são citados no Capítulo 6. Ressalta-se que faltam informações sobre o volume e a progressão de doen­ças crônicas e problemas de saú­de apresentados neste capítulo. Nesses casos, as diretrizes e recomendações fornecidas no Capítulo 6 para as populações aparentemente saudáveis devem ser adaptadas de acordo com os critérios clínicos para as doen­ças crônicas e problemas de saú­de em foco.

Diabetes melito

 

11 - Teste de Esforço e Prescrição para Populações com Outras Doenças Crônicas e Problemas de Saúde

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Teste de Esforço e Prescrição para

Populações com Outras

Doenças Crônicas e

Problemas de Saú­de

Introdução

Este capítulo contém diretrizes e recomendações para o teste de esforço e a prescrição da rotina de exercícios (Ex Rx) para in­di­ví­duos com doen­ças crônicas e outros problemas de saú­de não abordados no Capítulo 9 (doenças cardiovasculares e pulmonares) e no Capítulo 10 (doenças metabólicas). Assim como nos outros capítulos, as diretrizes e as recomendações são apresentadas com base no princípio Fre­quência, Intensidade, Tempo e Tipo (FITT) da Ex Rx, em documentos oficiais, declarações científicas de profissionais e outros textos da literatura. Os princípios gerais para o teste de esforço são apresentados no Capítulo 5 e, para a Ex Rx, no Capítulo 6. Em muitos casos, o treinamento pode ser rea­li­zado sem um teste de esforço clínico prévio. No entanto, este capítulo, voltado aos casos de in­di­ví­duos com várias doen­ças crônicas e problemas de saú­de, apresenta recomendações específicas para quando há necessidade de teste.

 

12 - Teorias Comportamentais e Estratégias para Promover a Prática de Exercício Físico

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12

Teorias Comportamentais e Estratégias para

Promover a Prática de

Exercício Físico

Introdução

O objetivo deste capítulo é proporcionar aos profissionais de saú­de e de educação física uma compreensão básica de como ajudar os in­di­ví­duos a adotar e aderir às recomendações de prescrição de uma rotina de exercícios (Ex Rx) feitas ao longo destas Diretrizes.

O Capítulo 1 destas Diretrizes se concentra nas recomendações de saú­de pública para um estilo de vida fisicamente ativo, mas, ainda assim, grande parte do público desconhece essas informações.11 Além disso, a maioria dos adultos nos EUA não pratica as quantidades recomendadas de atividade física (AF).99 Apenas fornecer conhecimento e promover a conscientização quanto às recomendações de Ex Rx pode ser insuficiente para produzir mudanças de comportamento48; portanto, é necessária uma melhor compreensão das estratégias comportamentais que podem promover um estilo de vida fisicamente ativo.

Pesquisas identificaram correlatos consistentes com a prática de exercício regular. Numerosos fatores demográficos (p.  ex., idade, gênero, classe socioeconômica, educação e etnia) estão relacionados com a probabilidade de um in­di­ví­duo se exercitar regularmente.10,57 Embora não sejam passíveis de intervenção, esses fatores sugerem quem pode se beneficiar mais com a intervenção do exercício. Este capítulo se concentra em descrever o papel que os fatores modificáveis têm na Ex

 

Apêndices

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APÊNDICE

A

Medicamentos

Comuns

Lista de medicamentos comuns

A primeira seção deste apêndice apresenta uma lista de medicamentos comumente usados por clientes/pacientes que são ou serão em breve fisicamente ativos e inclui o nome de cada medicamento, o nome da marca e suas indicações de uso. Esta lista não pretende ser exaustiva nem incluir a totalidade de medicamentos e não foi concebida para determinar a prescrição de farmacoterapia/medicamentos para pacientes por médicos.

Em vez disso, deve ser vista como uma fonte para esclarecer melhor o histórico médico de participantes de estudos, pacientes e clientes. Para este fim, alguns nomes de marcas, embora recentemente descon­ti­nuadas (i. e., há somente formulações genéricas disponíveis) ou já não mais comercializadas nos EUA, estão incluí­dos para referência. Para uma listagem informativa mais detalhada, consultar outros estudos, como o do American Hospital Formulary Service (AHFS) Drug Information2 ou da Food and Drug

 

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