Curso de Contabilidade para não Contadores, 8ª edição

Visualizações: 134
Clasificação: (0)

Este é o primeiro livro voltado especificamente para disciplinas de Contabilidade dos cursos de graduação que não visam formar contadores, mas sim profissionais que serão usuários da Contabilidade. Sua linguagem evita termos excessivamente técnicos, simplificando conceitos considerados complexos, e desmistifica algumas ideias tidas como inacessíveis ao não contador._x000D_
Curso de contabilidade para não contadores é uma obra atual que abrange a Contabilidade moderna e aspectos da Lei das Sociedades por Ações como balanço social, valor adicionado e fluxo de caixa._x000D_
Nesta 8ª edição, todo o conteúdo que trata da definição das demonstrações financeiras foi atualizado em conformidade com as resoluções do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em aderência aos pronunciamentos publicados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Além disso, foram inseridos novos exercícios dos principais exames._x000D_
Livro-texto para as disciplinas Contabilidade Geral/Introdução à Contabilidade, Custos e Análise de Demonstrações Financeiras dos cursos de graduação em Economia, Administração, Direito e Engenharia. Recomendado para programas de reciclagem profissional nas áreas de Administração, Economia, Engenharia e Direito. Leitura de relevante interesse para profissionais de áreas não contábeis._x000D_
_x000D_
_x000D_
_x000D_

 

18 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1 - Relatórios contábeis: obrigações e auxílio à gerência

PDF

Relatórios Contábeis: Obrigações e Auxílio à Gerência 

1

1

Relatórios Contábeis: Obrigações e

Auxílio à Gerência

1.1

IMPORTÂNCIA DA TOMADA DE DECISÃO

Frequentemente estamos tomando decisões do tipo: a que hora iremos levantar, que escola matricular os filhos, qual a viagem de férias, que carro comprar, decidir por qual rota de trânsito, que supermercado, qual trabalho desenvolveremos durante o dia, entre tantas outras.

Algumas vezes, são decisões importantíssimas: o casamento, a carreira que escolhemos, a aquisição de casa própria, aplicar em poupança, fundos de renda fixa ou variável, para exemplificar.

Evidentemente que estas decisões mais importantes requerem um cuidado maior, uma análise mais profunda sobre as informações disponíveis, sobre os critérios racionais, os impactos ocasionados pelas variáveis do mundo externo, e até mesmo o aspecto emocional íntimo, pois uma decisão importante, mal tomada, pode prejudicar toda uma vida. Planejar antecipadamente nossas decisões ajuda-nos a diminuir o risco de cometer erros.

 

2 - Balanço patrimonial: uma introdução

PDF

Balanço Patrimonial: uma Introdução 

29

2

Balanço Patrimonial: uma Introdução

2.1

INTRODUÇÃO

No capítulo anterior, fizemos referência aos relatórios contábeis, mostrando que, além de obrigatórios por lei, eles são por demais importantes para orientar a administração a tomar as melhores decisões, e são conhecidos como Demonstrações Financeiras. A principal Demonstração Financeira é o Balanço Patrimonial, assunto este que abordaremos neste capítulo.

2.2

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

O Balanço Patrimonial serve como uma fotografia que reflete a posição financeira e patrimonial em determinado momento, um instantâneo em qualquer período (mensal, trimestral, semestral ou anual) que resume de forma organizada o seu patrimônio, as riquezas deduzidas das dívidas de uma empresa.

O Balanço Patrimonial (BP) é constituído de duas colunas: a coluna do lado direito é formada pelo Passivo + Patrimônio Líquido e representa todas as dívidas e obrigações que a empresa tem com terceiros e com os próprios sócios e acionistas. A coluna do lado esquerdo

 

3 - Balanço patrimonial: grupo de contas

PDF

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 

41

3

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas

3.1

JUSTIFICATIVAS

Como visto no capítulo anterior, o Balanço Patrimonial é constituído de Ativo, Passivo e

Patrimônio Líquido. O Ativo, por sua vez, compõe-se de Bens e Direitos aplicados na entidade Contábil.

O Passivo e o Patrimônio Líquido registram todas as entradas (origens) de recursos na empresa.

Se demonstrássemos um Balanço Patrimonial cujo Ativo fosse um “amontoado de contas de Bens e Direitos” (de forma heterogênea), teríamos dificuldades de ler, interpretar e analisar o Balanço Patrimonial. Por isso, é importante apresentar o Balanço agrupando-se as contas de mesmas características, isto é, separando grupos de contas homogêneas entre si. Por exemplo, poderíamos agrupar as contas Caixa e Bancos (depósito que a empresa tem nos Bancos), em um único grupo denominado Disponível (dinheiro à disposição da Entidade).

Para facilitar a interpretação e análise do Balanço, existe uma preocupação constante em estabelecer uma adequada classificação e distribuição de contas.

 

4 - Algumas decisões em relação ao balanço patrimonial

PDF

Algumas Decisões em Relação ao Balanço Patrimonial 

55

4

Algumas Decisões em Relação ao

Balanço Patrimonial

4.1

INTRODUÇÃO

A Contabilidade é um sistema de informação voltado a elaborar demonstrações contábeis, para fornecer informações que sejam úteis na tomada de decisões econômicas e avaliações por parte dos usuários em geral.

As demonstrações contábeis permitem aos seus usuários, por exemplo:

Decidir quando comprar, manter ou vender instrumentos patrimoniais;

Avaliar a capacidade de a empresa pagar seus empregados, fornecedores, bancos e governos;

Avaliar a capacidade de a empresa continuar operando, de pagar lucros e dividendos;

Determinar políticas tributárias etc.

Embora haja, neste livro, capítulos específicos sobre Análise das Demonstrações Financeiras, não seria conveniente esperarmos muito tempo sem ter pelo menos uma ideia da importância das demonstrações para tomada de decisão.

 

5 - Demonstração de resultado do exercício (dre)

PDF

Demonstração de Resultado do Exercício (DRE)

67

5

Demonstração de Resultado do Exercício (DRE)

5.1

INTRODUÇÃO

Estudamos, em capítulos anteriores, o principal Relatório Contábil. Por ordem de importância, passaremos a analisar a Demonstração de Resultado do Exercício que mostra o Resultado (lucro ou prejuízo) do período, bem como, em detalhes, como chegar ao referido Resultado.

5.2

DEMONSTRAÇÃO DEDUTIVA

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um resumo ordenado das receitas e despesas da empresa em determinado período (12 meses). É apresentada de forma dedutiva (vertical), ou seja, das receitas subtraem-se as despesas e, em seguida, indica-se o resultado (lucro ou prejuízo).

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

Receita Operacional Bruta

(−) Deduções de impostos/devoluções

(=) Receita Operacional Líquida

(−) CMV ou CPV ou CSP

(=) Lucro Operacional Bruto

(-) Despesas Operacionais

 

6 - Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (dlpa)

PDF

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) 

85

6

Demonstração dos Lucros ou

Prejuízos Acumulados (DLPA)

6.1

QUE FAZER COM O LUCRO?

Quando a contabilidade apura o lucro de uma empresa, tornando-se este o seu primeiro passo, surge aí uma questão: qual o destino que se vai dar para este lucro?

Normalmente, uma parcela do lucro é paga na forma de distribuição de lucros aos sócios ou de dividendos aos acionistas remunerando o capital investido. Esta remuneração é conhecida como dividendos para os casos das companhias abertas, cujo capital é formado por ações e lucros; para as demais empresas, neste caso, o capital é formado por cotas de capital.

Outra parcela visa reinvestimento no capital na empresa, no sentido de fortalecer o Capital Próprio. Esta parcela é conhecida como lucro retido (não distribuído) e, mais cedo ou mais tarde, será incorporada ao capital social no Patrimônio Líquido.

Vamos admitir que a empresa Brasil que Queremos, após apurar um lucro de R$ 10.000, obedecendo seus estatutos, propõe distribuir 40% em forma de dividendos para os acionistas e o restante (60%) será capitalizado, ou seja, mantido na empresa para fortalecer o Capital

Próprio. Assim, temos:

 

7 - Demonstração das mutações do patrimônio líquido (dmpl)

PDF

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) 

99

7

Demonstração das Mutações do

Patrimônio Líquido (DMPL)

A Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), dada sua amplitude, inclui a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) como mencionado no capítulo anterior.

A Lei das S/A, no art. 186, permite à empresa que optar pela DMPL não elaborar separadamente a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, no entanto as Normas Brasileiras de Contabilidade exigem a DMPL como uma demonstração obrigatória de ser publicada e nada menciona sobre a DLPA.

Ao contrário da DLPA que fornece a movimentação de uma única conta do Patrimônio

Líquido (Lucros Acumulados), a DMPL evidencia a movimentação de todas as contas do PL ocorrida durante o exercício, tais como os acréscimos e diminuição, as formações de reservas de lucros e as de capital. Fundamental para aquelas empresas que movimentam constantemente o PL e para as investidoras que utilizam do método da equivalência patrimonial para avaliarem seus investimentos.

 

8 - Demonstração das origens e aplicações de recursos (doar)

PDF

Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) 

113

8

Demonstração das Origens e

Aplicações de Recursos (DOAR)

8.1

INTRODUÇÃO

Muitas denominações têm sido atribuídas a esta Demonstração. A mais comum é Demonstração do Fluxo de Fundos (Funds Flow Statement), bastante utilizada nos Estados Unidos.

Outra, menos usual, é a Demonstração de Fontes e Usos de Capital de Giro Líquido. Em algumas situações é conhecida também como Demonstração das Modificações na Posição Financeira.1

Demonstra a variação do Capital Circulante Líquido (Capital de Giro Próprio ou Capital de Giro Líquido) ocorrida de um ano para outro.

Embora não seja obrigada por Lei, muitas de suas informações não são contempladas em outras demonstrações (DLPA, DMPL, DFC, DVA) talvez porque não interesse ao usuário externo, no entanto tem grande utilidade como apoio nas tomadas de decisões por parte dos gestores internos das empresas, pois indica o que mudou na posição financeira (Capital

 

9 - Demonstração dos fluxos de caixa (dfc)

PDF

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) 

133

9

Demonstração dos Fluxos de Caixa

(DFC)

9.1

FORMAS DE APURAÇÃO DE RESULTADO – ONDE ESTÁ O LUCRO

FINANCEIRO?

O resultado apurado pela contabilidade na Demonstração do Resultado do Período – DRE

(capítulo 5) é baseado no princípio contábil do Regime de Competência, obrigatório a todas as empresas, inclusive entidades sem fins lucrativos. De acordo com este princípio, as receitas e as despesas devem ser confrontadas e reconhecidas na apuração do resultado no período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebidos ou pagos. Assim considera-se que este é um resultado econômico e não financeiro.

Quanto ao pagamento dos impostos a legislação obriga que seja feito pelo regime de competência, não importando se o dinheiro da receita de venda entrou ou não no caixa da empresa.

Mas sempre fica a dúvida, deu lucro? Para onde foi? Como saber se o dono do negócio, o empresário, não vê o dinheiro no caixa?

 

10 - Análise das demonstrações financeiras

PDF

Análise das Demonstrações Financeiras 

155

10

Análise das Demonstrações

Financeiras

10.1 INTRODUÇÃO

A nosso ver, não bastaria ter uma boa visão das Demonstrações Financeiras sem, pelo menos, ter uma rápida ideia de análise destas demonstrações. Assim, decidimos incluir neste trabalho um comentário bastante objetivo e resumido sobre a Análise das Demonstrações

Financeiras, ressaltando a existência de outros trabalhos bem mais completos que este, com o título de Análise das Demonstrações Financeiras, ou, o que é mais comum, Análise de Balanços.

Embora a expressão mais adequada seja “Análise das Demonstrações Financeiras”, uma vez que todas as demonstrações são alvo de análise, constatamos que a denominação Análise de

Balanço é mais utilizada para intitular este tópico. Na verdade, não é só o Balanço Patrimonial que será analisado, não sendo, portanto, a expressão Análise de Balanços tecnicamente perfeita.

10.2 UM BREVE HISTÓRICO

 

11 - Quocientes de rentabilidade e outros quocientes de interesse

PDF

Quocientes de Rentabilidade e Outros Quocientes de Interesse 

175

11

Quocientes de Rentabilidade e

Outros Quocientes de Interesse

11.1 INTRODUÇÃO

Expressar a rentabilidade em termos absolutos tem utilidade informativa bastante reduzida. Afirmar que a General Motors teve um lucro líquido (DRE) de US$ 9,427 bilhões de dólares em 2016 e que a Brasil que Queremos Ind. e Com. de Produtos Eletrônicos Ltda. teve um lucro de R$ 200 mil, no mesmo período, pode impressionar no sentido de que todo mundo vai perceber que a primeira é uma empresa muito grande e a outra muito pequena e só; não refletirá, todavia, qual das duas deu maior retorno relativo.

De maneira geral, portanto, devemos relacionar o lucro de um empreendimento com algum valor que expresse a dimensão relativa dele, para analisar quão bem se saiu a empresa em determinado período. O melhor conceito de dimensão poderá ser ora volume de vendas, ora valor do ativo total, ora valor do patrimônio líquido, ou valor do ativo operacional, dependendo da aplicação que fizermos.

 

12 - Custos

PDF

Custos 

195

12

Custos

12.1 CUSTOS E OUTRAS NOMENCLATURAS

Na Contabilidade, encontramos diversos termos com significados diferentes que muitas vezes são utilizados de forma inadequada. Por exemplo, podemos encontrar termos como: desembolso, dispêndio, gasto, desencaixe, despesa, custo, perda e outros de natureza subtrativa.

Além dos termos de natureza subtrativa, há aqueles que significam acréscimos como: receita, ganho, encaixe etc.

Vamos descrever os significados desses termos sem uma preocupação de esgotar o assunto ou de dar uma conotação de profundidade, pois nesse caso deveriam ser vistos livros mais específicos.

Receita – A Receita corresponde, em geral, a vendas de mercadorias ou prestações de serviços. Ela aparece (é refletida) no Balanço por meio de entrada de dinheiro no Caixa (Receita

à Vista) ou entrada em forma de Direitos a Receber (Receita a Prazo) – Duplicatas a Receber.

A Receita sempre aumenta o Ativo, embora nem todo aumento de Ativo signifique Receita (empréstimos bancários, financiamentos etc. aumentam o Caixa Ativo da empresa e não são Receitas).

 

13 - Cálculo de custos

PDF

Cálculo de Custos 

211

13

Cálculo de Custos

13.1 DADOS PARA CÁLCULO DE CUSTOS

Vimos que a primeira preocupação da Contabilidade de Custos é o cálculo do custo do produto para avaliar (valorar) os estoques e para apurar o lucro por ocasião da venda do produto.

Além disso, este cálculo do custo por produto irá propiciar o estabelecimento do preço final, o custo unitário por produto (para se conhecer a rentabilidade unitária), o custo por item que compõe o produto (matéria-prima, mão de obra, depreciação, energia elétrica...) para se comparar com o orçado etc.

Para o cálculo de custos iremos desenvolver um exemplo em que uma empresa trabalha com mesas e cadeiras.

Para tanto, ela adquiriu no mês de maio/2017 madeira (matéria-prima), havendo um saldo de abril:

Saldo de abril/2017 – 40 tábuas por $ 160,00 cada (estoque no início do mês)

2/5 – 60 tábuas por $ 200,00 cada (compra do mês)

No mês, a empresa trabalhou com três operários com o rendimento de $ 10,00 por hora, sendo que 1/3 do tempo foi dedicado à mesa e o restante à cadeira.

 

14 - Custos para decisão

PDF

Custos para Decisão 

225

14

Custos para Decisão

14.1 PONTO DE EQUILÍBRIO

14.1.1 Introdução

Um dos pontos fundamentais quando se fala em Custos para decisão é o cálculo do ponto de equilíbrio.

No estudo do ponto de equilíbrio, relacionamos três variáveis básicas: Custo, Volume e

Lucro.

Por meio desse relacionamento teremos condições de detectar o mínimo que uma empresa precisa produzir e vender para não ter prejuízo.

É exatamente no momento em que as Receitas Totais alcançam os custos totais. A partir daí, com uma unidade a mais que se venda a empresa passa a ter lucro.

14.1.2 Relação custo/volume/lucro

De grande relevância para todos os níveis de gerência tem sido o bom aproveitamento de noções de custo: para “dissecar” a anatomia da estrutura de custos da empresa e acompanhar os relacionamentos entre as variações de volume e variações de custos (e, portanto, de lucro).

Para entender a natureza das relações entre custo, volume e lucro é necessário primeiro definir, de forma simplista: a) Custos e Despesas Variáveis: os que variam na mesma proporção das variações ocorridas no volume de produção ou outra medida de atividade. Exemplos comumente apresentados como sendo de custos variáveis: matéria-prima, mão de obra direta, comissões sobre vendas etc. Algumas despesas variam proporcionalmente com a al-

 

15 - Custos para controle custo-padrão

PDF

Custos para Controle Custo-Padrão 

245

15

Custos para Controle Custo-Padrão

15.1 INTRODUÇÃO

Sistemas de custo baseados na apuração de “custos reais”, isto é, custos já incorridos, são importantes para traçar, através do tempo, o perfil da estrutura de custos da empresa e para fornecer dados de grande valia para auxiliar na previsão de tendências. Destacamos aqui a grande contribuição da contabilidade de custos que registra acima de tudo, também, informações sobre os custos incorridos, que medem o quanto de dispêndio financeiro foi necessário para fabricar o produto, e tudo que se pode medir se pode controlar.

Claramente, o custo real deve ser apurado, mesmo num sistema de custo-padrão, pelo menos periodicamente, a fim de efetuarmos as comparações entre o padrão e o realizado.

Importante é realçar, entretanto, que a empresa ou baseia seu sistema de apuração em custos reais ou em custos-padrão, conquanto naquele sempre se integrem previsões, pelo menos no que se refere aos custos indiretos de fabricação, e neste se harmonizem as formas de se apurarem as variações com os custos reais. A filosofia dos dois sistemas, todavia, é completamente diferente. Enquanto o sistema baseado em custos reais se preocupa apenas em custear a produção para apuração de quanto “custou” determinado produto ou linha, um sistema de custo baseado em custos-padrão preocupa-se, basicamente, em delinear o quanto “deveria” custar certa produção, levando-se em conta algumas condições normais (ou ideais, em alguns casos).

 

16 - Entendendo o ciclo contábil

PDF

Entendendo o Ciclo Contábil 

261

16

Entendendo o Ciclo Contábil

Nosso objetivo neste capítulo é informar sucintamente como ocorre todo o processo contábil de uma empresa: desde um plano de contas até a escrituração contábil para se chegar

às Demonstrações Financeiras...

16.1 PLANO DE CONTAS

Plano de contas é o agrupamento ordenado de todas as contas que são utilizadas pela contabilidade dentro de determinada empresa. Portanto, o elenco de contas considerado é indispensável para os registros de todos os fatos contábeis.

Cada empresa, de acordo com sua atividade e seu tamanho (micro, pequena, média ou grande), deve ter o seu próprio Plano de Contas considerando a natureza de suas receitas operacionais (indústria, comércio e serviço). Não há razão, por exemplo, para uma empresa prestadora de serviços relacionar uma conta de “Estoque” no seu Ativo Circulante, pois, normalmente, não realiza operações com mercadorias. No entanto há empresa que ao mesmo tempo fabrica, venda e presta serviço, por exemplo, de assistência técnica, de representação comercial etc.

 

17 - Tópicos especiais de contabilidade

PDF

Tópicos Especiais de Contabilidade 

297

17

Tópicos Especiais de Contabilidade

17.1

DEMONSTRAÇÃO DE VALOR ADICIONADO – DVA

É uma demonstração obrigatória a todas as companhias abertas, que tem a finalidade de demonstrar as riquezas geradas pela empresa e como ela foi distribuída.

17.1.1 Função social da empresa

Muito mais que gerar riqueza para seus proprietários, sócios ou acionistas (investidores) e manter-se viva (em continuidade), a empresa promove o desenvolvimento social ao gerar empregos e salários, pagar impostos ao governo para que cumpra com sua obrigação de promover bem-estar do cidadão e contribuir para fomentar o produto interno bruto (PIB).

Quando uma empresa deixa de existir muito se perde, quem investiu apostando no sucesso do negócio, bem como o empregado que deixa de ter uma ocupação que lhe remunerava, o mercado quanto à vantagem competitiva que a concorrência pode oferecer ao consumidor, o governo que não contará com os impostos, e assim por diante.

 

Gabarito dos exercícios propostos

PDF

Gabarito dos Exercícios Propostos 

Gabarito dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

9) B

2) A

1) B

10) E

3) D

2) B

11) C

4) B

3) E

12) A

5) B

4) C

13) B

6) A

5) A

6) D

7) D

8) D

9) C

10) E

Capítulo 2

1) D

2) E

3) E

4) A

5) A

6) A

Capítulo 3

1) D

2) B

3) A

4) B

5) E

6) C

7) C

8) E

9) B

10) A

11) E

12) B

7) D

8) C

9) A

10) C

Capítulo 5

1) C

2) B

3) E

4) C

5) A

6) A

7) C

8) A

7) C

Capítulo 4

9) C

8) C

1) A

10) C

319

320

Curso de Contabilidade para Não Contadores • Iudícibus e Marion

Capítulo 6

9) A

2) A

1) A

10) B

3) B

2) E

3) C

4) D

5) E

6) B

7) B

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Habilitada
SKU
BPPD000264258
ISBN
9788597016925
Tamanho do arquivo
4,2 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Habilitada
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados