Introdução à Ortodontia - Série Abeno

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Introdução à Ortodontia é um dos principais destaques da Parte Clínica da Série Abeno e, seguramente, um livro extremamente aguardado por estudantes de odontologia. Organizado por grandes nomes da área, o livro traz os aspectos mais importantes para a aprendizagem da ortodontia na graduação. Os capítulos foram organizados de acordo com a sequência lógica da disciplina: iniciam-se com os conceitos básicos e seguem até os procedimentos clínicos ortodônticos. Também são apresentados nesta obra conteúdos de ancoragem e cefalometria, propiciando ao aluno uma compreensão da movimentação dentária e suas consequências para os tecidos esqueléticos e tegumentares.

 

11 capítulos

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Capítulo 1 - Crescimento e desenvolvimento craniofacial

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Crescimento e desenvolvimento craniofacial

Arnaldo Pinzan

Daniela Gamba Garib

Francyle Simões Herrera Sanches

Suelen Cristina da Costa Pereira

Para que o ortodontista seja capaz de diagnosticar e planejar a terapia ortodôntica e analisar corretamente os resultados obtidos, ele precisa ter conhecimentos básicos acerca do crescimento e do desenvolvimento craniofacial.

Um profissional munido desse conhecimento está apto para manipular o crescimento craniofacial em benefício do paciente, sempre ciente das possibilidades e limitações de cada caso clínico. Assim, ele é capaz de indicar não só a melhor ortopedia/ortodontia, como também a melhor época para o início do tratamento e o tipo e o tempo de contenção necessários.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Identificar os conceitos básicos relativos ao crescimento e ao desenvolvimento craniofacial

• Conhecer as características do crescimento e do desenvolvimento craniofacial nos períodos pré-natal e pós-natal

 

Capítulo 2 - Classificação das maloclusões

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Classificação das maloclusões

Arnaldo Pinzan

Caroline Nemetz Bronfman

Thais Lima Rocha

Classificar é separar, ordenar ou distribuir por classes segundo um critério. Na ortodontia, para classificar as maloclusões, reuniram-se casos clínicos de aparência semelhante a fim de facilitar sua comparação, seu tratamento e sua discussão. No entanto, torna-se difícil classificar uma maloclusão sem o conhecimento de uma oclusão normal.

A oclusão normal é uma oclusão estável, saudável e esteticamente atraente. Ela nem sempre coincide com a oclusão ideal, a qual segue  

à risca uma série de padrões que foram reunidos por Andrews, chamados de as chaves de oclusão de Andrews.1 A oclusão ideal hipotética é difícil de existir, estando presente em menos de 0,5%   da população.

Alguns estudiosos propuseram classificações para as maloclusões com o intuito de agrupar os indivíduos com características semelhantes em diferentes classes ou padrões. A classificação tem como objetivo estabelecer parâmetros para um bom diagnóstico, com consequente planificação eficaz do tratamento e avaliação dos resultados obtidos, possibilitando também a criação de uma linguagem ortodôntica universal que facilita a comunicação entre os profissionais e a comparação entre os casos. Além disso, apresenta razões históricas, de pesquisa e facilidade de referências.

 

Capítulo 3 - Desenvolvimento da oclusão

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Desenvolvimento da oclusão

Marcos Roberto de Freitas

Karina Maria Salvatore de Freitas

Daniel Salvatore de Freitas

Marcos Cezar Ferreira

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Compreender o processo normal de maturação óssea e de suas estruturas vizinhas e seu papel no desenvolvimento da oclusão

• Identificar as características de normalidade da oclusão e os fatores que poderiam afetá-las

• Diagnosticar as maloclusões mais frequentes nessas fases  do desenvolvimento

Lembrete

O termo “dentição mista” está incorreto, pois os seres humanos têm apenas duas dentições: a decídua e a permanente. Portanto, são difiodontos, pois apresentam duas dentições e três dentaduras.

Podemos afirmar que, em todas as áreas da odontologia, a melhor abordagem é a prevenção, e na ortodontia não poderia ser diferente.

Para que isso ocorra, é imprescindível a correta compreensão dos seguintes aspectos:

 

Capítulo 4 - Etiologia das maloclusões

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Etiologia das maloclusões

Daniela Gamba Garib

Guilherme Janson

Carolina Carmo de Menezes

Francyle Simões Herrera Sanches

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Conhecer os fatores etiológicos das maloclusões, de forma a prevenir irregularidades e  definir prognósticos  de tratamento

Atenção

Toda irregularidade hereditária apresenta caráter genético. No entanto, o contrário não é verdadeiro. Muitas alterações genéticas não são herdadas, e sim determinadas por mutações, como a síndrome de Down.

Saiba mais

“Congênito” diz respeito a alterações visualizadas ao nascimento. Nem toda alteração congênita apresenta caráter genético. Por exemplo, malformações ocasionadas por drogas teratogênicas são congênitas e ambientais.

O termo “etiologia” significa o estudo da causa. Em ortodontia, refere-se às causas das maloclusões. Conhecer os fatores etiológicos das maloclusões é fundamental na prática ortodôntica para prevenir certas irregularidades, definir o prognóstico de tratamento e viabilizar a estabilidade dos casos tratados.

 

Capítulo 5 - Movimentação dentária

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Movimentação dentária

Daniela Gamba Garib

Patrícia Bittencourt Dutra dos Santos

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Identificar os tipos de movimentos dentários

• Conhecer os fatores pertinentes relacionados à força aplicada na movimentação dentária

A movimentação dentária pode ser dividida em movimentos fisiológicos e movimentos induzidos. A movimentação dentária fisiológica inclui os movimentos naturais que ocorrem nos dentes, como a irrupção e o deslocamento mesial da dentição. A movimentação dentária induzida é conseguida por meio de aparelhos que imprimem forças sobre os dentes. O movimento induzido pode ter finalidade protética

(recuperação das distâncias biológicas) ou ortodôntica. O movimento ortodôntico visa posicionar os dentes corretamente nos arcos dentários.

Este capítulo busca esclarecer a forma como a movimentação ortodôntica se processa quando uma força é aplicada sobre um dente.

Tipos de movimentos dentários

 

Capítulo 6 - Mordida cruzada posterior e anterior

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Mordida cruzada posterior e anterior

Daniela Gamba Garib

Patrícia Bittencourt Dutra dos Santos

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Diagnosticar a mordida cruzada anterior e posterior

Em uma oclusão normal, o arco dentário superior apresenta dimensões transversas maiores do que o arco inferior. Essa característica permite um encaixe dos arcos dentários em uma relação de tampa-caixa (Fig. 6.1).

• Indicar o tratamento apropriado para essas maloclusões

A

B

D

C

E

Figura 6.1 A-E – Oclusão normal.

Introdução à Ortodontia

Mordida cruzada posterior

A mordida cruzada posterior pode ser conceituada como uma inversão na relação vestibulolingual normal entre os dentes posteriores, originária do estreitamento ou atresia do arco superior

(Fig. 6.2). Menos comumente, pode advir de um arco inferior com dimensões transversas aumentadas.

Essa maloclusão mostra-se muito frequente nas fases de dentadura decídua, mista e permanente, e sua incidência corresponde a aproximadamente 18% de todas as crianças brasileiras com maloclusões. Isso sugere que a mordida cruzada posterior desenvolve-se precocemente e não se autocorrige ao longo do crescimento.

 

Capítulo 7 - Mordida aberta anterior

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Mordida aberta anterior

Guilherme Janson

Roberto Bombonatti

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Caracterizar a mordida aberta nas dentaduras decídua, mista e permanente

• Identificar a etiologia da mordida aberta

• Indicar o tratamento apropriado para essa maloclusão

A mordida aberta anterior pode ser definida como a ausência de contato entre as bordas dos incisivos superiores e inferiores, apresentando assim um trespasse vertical negativo na região anterior.

Geralmente causa alterações no perfil e resulta em deficiências no aspecto estético do paciente. Além disso, dificulta a apreensão e o corte dos alimentos e prejudica determinados fonemas, expondo o paciente a situações desagradáveis em seu ambiente.

A frequência dessa maloclusão na população infantil com dentadura mista é bastante acentuada (entre 17 e 18,5%), e o prognóstico de correção varia de bom a deficiente, dependendo da severidade e da idade do paciente. A etiologia é multifatorial, ou seja, diversos fatores interagem e operam dentro de um potencial de crescimento inerente a cada indivíduo.

 

Capítulo 8 - Mantenedores e recuperadores de espaço

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Mantenedores e recuperadores de espaço

Guilherme Janson

Roberto Bombonatti

Carolina Carmo de Menezes

MANTENEDORES

DE ESPAÇO

Ortodontia é o ramo da Odontologia que tem por objetivo o estudo, a prevenção, a interceptação e a correção das anomalias de posição, relação e harmonia dentomaxilofaciais, durante a fase de crescimento, com a finalidade de restabelecer a oclusão e as funções bucais normais, que conduzem ao equilíbrio das proporções e à estética facial.

Assim, é importante identificar a época ideal para iniciar o tratamento ortodôntico das diferentes maloclusões. Sabe-se que para cada tipo de caso há uma época para iniciar o tratamento. Os seguintes problemas devem ser tratados precocemente, de uma maneira geral:

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• ?

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

• Identificar a necessidade do uso de mantenedores de espaço

• Identificar o mantenedor de espaço adequado a cada caso

 

Capítulo 9 - Extração seriada

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Extração seriada

Arnaldo Pinzan

Juliana Moura Storniolo

A ortodontia utiliza procedimentos preventivos, interceptores e corretivos. Os meios preventivos visam evitar que uma maloclusão se instale. Dentre eles, podem-se citar os programas de prevenção   da cárie e a restauração de dentes já cariados, de forma a devolver   o correto diâmetro mesiodistal, bem como a instalação de mantenedores de espaço para impedir a perda daquele reservado para a irrupção do sucessor permanente pela inclinação dos   dentes adjacentes.

Os procedimentos interceptores normalmente são utilizados quando queremos interceptar uma maloclusão incipiente, evitando que a sua correção se torne progressivamente mais complexa na dentadura permanente ou que resulte em anomalias dentoesqueléticas. Nesse tipo de procedimento, são usados aparelhos recuperadores de espaço, expansores, descruzadores de mordida, aparelhos ortopédicos e interceptores de hábito, bem como programa de extração seriada.

 

Capítulo 10 - Ancoragemem ortodontia

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Ancoragem em ortodontia

José Fernando Castanha Henriques

Roberto H. C. Grec

Ancoragem ortodôntica é um ponto ou região de apoio localizado dentro ou fora da cavidade bucal que permite a realização de movimentações dentárias por meio da aplicação de forças mecânicas.

OBJETIVOS

DE APRENDIZAGEM

De acordo com a terceira lei de Newton, toda força de ação promove uma força de reação de mesma intensidade e direção, mas em sentido contrário. Portanto, toda força aplicada durante o tratamento ortodôntico se divide em um componente de ação para efetuar o movimento dentário e um componente de reação, no local onde está ancorado, de mesma intensidade e em sentido oposto.

• Indicar o método apropriado para cada caso

Essas forças contrárias nem sempre são desejáveis, por isso o controle das forças de reação da mecânica ortodôntica é um dos fatores mais importantes durante o planejamento e o tratamento ortodônticos.  

Um cuidadoso planejamento da ancoragem determina o sucesso da terapia ortodôntica com mínimos efeitos colaterais.

 

Capítulo 11 - Cefalometria

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Introdução à Ortodontia

Cefalometria

José Fernando Castanha Henriques

Manoela Fávaro Francisconi

Grandes eram as dificuldades encontradas pelos precursores da ortodontia quando ainda não existiam os benefícios oferecidos pelo aparelho de raio X. Naquela época, usavam-se modelos de gesso articulados, máscaras faciais e outros recursos. Após a descoberta do raio X, em 1895, por Wilhelm Conrad Roëntgen, os ortodontistas passaram a contar com um elemento diagnóstico a mais.

Em 1882, no XIII Congresso Geral da Sociedade de Antropologia

Alemã, realizado em Frankfurt, foi definitivamente aprovado o plano de von Ihering.1 Esse plano é traçado da porção superior do conduto auditivo externo à borda inferior da cavidade orbitária esquerda, e foi aceito universalmente como plano de orientação do crânio.

A partir de então, a observação e a descrição do crânio passaram a ser feitas considerando sua superposição com esse plano na horizontal.  

O plano recebeu a denominação de plano horizontal de Frankfurt, ou simplesmente plano de Frankfurt. Ainda hoje, é considerado referência básica em algumas análises cefalométricas.

 

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