CURRENT: Cirurgia - Procedimentos (Lange)

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Aprenda a executar 50 dos procedimentos cirúrgicos mais comuns com este guia passo-a-passo, amplamente ilustrado. Combinação exclusiva de atlas e texto, esta referência única contempla todas as informações necessárias à execução dos principais procedimentos cirúrgicos. Abrange o espectro completo da cirurgia geral.

 

48 capítulos

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Capítulo 1 - Tireoidectomia e Dissecção Cervical

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CAPÍTULO 1

Tireoidectomia e Dissecção Cervical

Amit K. Mathur, MD, e Gerard M. Doherty, MD

INDICAÇÕES

Lobectomia na glândula tireoide

Nódulo tóxico unilateral.

Cisto ou adenoma solitário.

Tireoidectomia total

Carcinoma tireóideo.

Doença de Graves.

Tireoidite de Hashimoto.

Bócio multinodular.

Bócio subesternal.

Dissecção cervical

Carcinoma de cabeça e pescoço localmente avançado demonstrado clinicamente pela presença de doença linfonodal, por imagens pré-operatórias ou por biópsia de linfonodo sentinela.

CONTRAINDICAÇÕES

Há poucas contraindicações para tireoidectomia ou dissecção cervical.

Absolutas (dissecção cervical)

Disseminação de metástases dérmicas impedindo a realização de dissecção cervical completa.

Extensão intracraniana de tumor do pescoço.

Fixação tumoral na base do crânio ou na coluna cervical.

 

Capítulo 2 - Paratireoidectomia

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CAPÍTULO 2

Paratireoidectomia

Sean C. Kumer, MD, PhD, e Gerard M. Doherty, MD

INDICAÇÕES

Casos sintomáticos

Fraturas (em especial fraturas por compressão vertebral).

Nefrolitíase.

Fraqueza neuromuscular grave.

Fatigabilidade fácil.

Perda de energia.

Distúrbio do sono.

Depressão.

Perda de memória.

Pancreatite.

Histórico de episódio de hipercalcemia com risco de vida.

Carcinoma.

Casos assintomáticos

Nível sérico acentuadamente elevado de cálcio (> 1,0 mg/ dL acima do normal).

Excreção urinária de cálcio acentuadamente elevada dentro de um período de 24 horas (> 400 mg).

Creatinina sérica anormal.

Densidade mineral óssea reduzida (escore T < -2,5).

Idade inferior a 50 anos.

Carcinoma.

CONTRAINDICAÇÕES

 

Capítulo 3 - Adrenalectomia

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CAPÍTULO 3

Adrenalectomia

Awori J. Hayanga, MD, MPH, e Paul G. Gauger, MD

INDICAÇÕES

Indicações gerais

Hiperfunção hormonal suprarrenal aparente do ponto de vista clínico ou bioquímico.

Presença possível ou confirmada de massa suprarrenal maligna.

Massa suprarrenal de significado incerto.

Condições específicas e estados da doença

Hiperaldosteronismo primário.

Adenoma cortical unilateral provocando a síndrome de

Conn.

Hiperplasia bilateral com dominância unilateral (identificada por coleta de amostra da veia suprarrenal).

Hipercortisolismo.

Adenoma cortical unilateral.

Síndrome de Cushing refratária (por doença de

Cushing, hiperplasia suprarrenal primária ou síndrome do hormônio adrenocorticotrópico [ACTH] ectópico).

Feocromocitoma.

Adenoma cortical unilateral causando virilização.

 

Capítulo 4 - Tratamento Cirúrgico do Pâncreas Endócrino

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CAPÍTULO 4

Tratamento Cirúrgico do Pâncreas Endócrino

Brian D. Saunders, MD, e Gerard M. Doherty, MD

INDICAÇÕES

Os tumores podem ser funcionais (síndrome clínica de níveis excessivos de hormônios como insulina, gastrina, peptídeo intestinal vasoativo [VIP], somatostatina e glucagon) ou não funcionais (níveis séricos normais de marcadores [excluindo o polipeptídeo pancreático e a cromogranina A]).

Os tumores podem ser esporádicos ou representar uma manifestação de uma endocrinopatia hereditária (neoplasia endócrina múltipla [NEM] tipo 1, doença de von

Hippel-Lindau [VHL]).

Ressecção de tumores não funcionais demonstráveis por exames radiológicos.

Ressecção de todos os tumores funcionais.

Hipertensão porta do lado esquerdo.

CONTRAINDICAÇÕES

Doença metastática inoperável.

Tumores não funcionais pequenos (< 1 cm) em pacientes com endocrinopatia hereditária.

 

Capítulo 5 - Esofagectomia Trans-Hiatal

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CAPÍTULO 5

Esofagectomia Trans-Hiatal

Jennifer F. Waljee, MD, MPH, MSc, e Mark B. Orringer, MD

INDICAÇÕES

Carcinoma esofágico ressecável.

Esôfago de Barrett com displasia de alto grau.

Carcinoma do cárdia ou do estômago proximal.

Acalasia.

Doença avançada (megaesôfago).

Esofagomiotomia malsucedida.

Estenose benigna (não dilatável).

Hérnia hiatal recorrente ou esofagite de refluxo depois de reparos múltiplos da hérnia hiatal.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Câncer esofágico metastático (estágio IV) distante comprovado por biópsia.

Invasão traqueobrônquica por tumores de terço médio ou superior visualizada na broncoscopia.

Invasão aórtica demonstrada em ressonância magnética

(RM), tomografia computadorizada (TC) ou ultrassonografia endoscópica (USE).

Relativas

Comorbidades cardiopulmonares.

 

Capítulo 6 - Manejo Operatório de Lesões Gástricas

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CAPÍTULO 6

Manejo Operatório de Lesões Gástricas

Erika L. Newman, MD, e Michael W. Mulholland, MD, PhD

INDICAÇÕES

Tumores malignos.

Tumores benignos.

Sangramento intratável.

Inflamação e ulceração crônica.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Impossibilidade de ressecar completamente o câncer primário.

Metástases distantes.

Relativas

Risco cirúrgico elevado por causa da idade ou de comorbidades.

CONSENTIMENTO INFORMADO

As taxas de mortalidade operatória variam de 3 a 7%.

A ressecção do baço, do pâncreas ou do cólon pode ser necessária nos casos em que houver invasão dos órgãos adjacentes por algum tumor gástrico.

Benefícios esperados

Tratamento cirúrgico de malignidade gástrica com fins curativos.

Resolução de sangramento ou de obstrução resultante de tumores gástricos benignos ou malignos ou de processos de doenças.

 

Capítulo 7 - Cirurgia de Hérnia de Hiato

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CAPÍTULO 7

Cirurgia de Hérnia de Hiato

C. J. Lee, MD, e Jonathan F. Finks, MD

INDICAÇÕES

Fundoplicatura laparoscópica e fundoplicatura aberta de Nissen

Evidências da doença do refluxo gastresofágico (DRGE) e:

Sequelas de DRGE refratária a terapias clínicas (estenose esofágica, esôfago de Barrett, aspiração recorrente ou pneumonia).

Sintomas persistentes de refluxo apesar de terapia clínica máxima.

Hérnia paraesofágica.

Reparo laparoscópico e reparo aberto de hérnia paraesofágica

Evidência objetiva de herniação paraesofágica.

Muitos pacientes são assintomáticos e a identificação de um grande número de casos é incidental.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Incapacidade de tolerar anestesia geral.

Coagulopatia incorrigível.

Relativas

Várias cirurgias abdominais prévias (para laparoscopia).

Cirurgia hiatal ou esofágica precedente (para laparoscopia).

 

Capítulo 8 - Cirurgias de Emergência para Úlcera Péptica

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CAPÍTULO 8

Cirurgias de Emergência para Úlcera Péptica

Susan Tsai, MD, e Michael W. Mulholland, MD, PhD

INDICAÇÕES

Gerais

Úlcera duodenal ou gástrica.

Sangramento.

Perfuração.

Vagotomia para sangramento de úlcera duodenal

As indicações se tornaram mais seletivas com as terapias antiácidas atuais.

Úlceras crônicas com Helicobacter pylori negativo e que não tenham sido curadas por terapias clínicas.

Dependência ou não adesão a anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Tratamento anterior de H. pylori malsucedido.

Complicação ulcerosa prévia.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Incapacidade de tolerar anestesia geral.

Coagulopatia incorrigível.

Relativas

Fatores que podem influenciar a agressividade do procedimento cirúrgico:

Idade.

Comorbidades preexistentes.

 

Capítulo 9 - Terapias Cirúrgicas para Obesidade Mórbida

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CAPÍTULO 9

Terapias Cirúrgicas para Obesidade Mórbida

John B. Ammori, MD, e Jonathan F. Finks, MD

INDICAÇÕES

Índice de massa corporal (IMC) superior a 40.

IMC entre 35 e 40 e presença de condições comórbidas como apneia obstrutiva do sono grave, síndrome de

Pickwick, cardiomiopatia relacionada com obesidade, doença articular degenerativa, diabetes melito, hipertensão e hiperlipidemia.

Tentativas dietéticas frustradas de perda de peso.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Abuso de substâncias ativas.

Transtornos psiquiátricos graves.

Gravidez.

Esofagite não tratada.

Relativas

IMC inferior a 35.

Idade abaixo de 18 anos.

Idade acima de 60 anos.

Intenção de engravidar dentro de 2 anos.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Benefícios esperados

Perda de 50 a 80% do excesso de peso.

Melhora dos fatores comórbidos.

 

Capítulo 10 - Acesso Enteral

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CAPÍTULO 10

Acesso Enteral

Kerianne H. Quanstrum, MD, e Richard E. Burney, MD

INDICAÇÕES

Gastrostomia

Alimentação gástrica de longo prazo (> 4 a 6 semanas) nas seguintes circunstâncias:

O paciente não consegue deglutir.

Impossibilidade de alimentação oral.

A ingestão oral, isoladamente, não é adequada.

Descompressão gástrica a longo prazo.

Intolerância à sonda nasogástrica ou à sonda de Dobbhoff, ou ambos.

De maneira geral, a sonda nasogástrica ou de Dobbhoff

é suficiente em casos que exijam acesso ao lúmen gástrico por menos do que 4 a 6 semanas.

Quando for viável, a gastrostomia endoscópica percutânea (PEG) é o procedimento de escolha para a colocação apenas de gastrostomia. O uso de técnicas abertas é uma opção se não for possível acessar o estômago por meios percutâneos ou se a execução da gastrostomia for simultânea a outra cirurgia do abdome superior.

 

Capítulo 11 - Colecistectomia Laparoscópica

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CAPÍTULO 11

Colecistectomia Laparoscópica

Kevin Tri Nguyen, MD, PhD, e John D. Birkmeyer, MD

INDICAÇÕES

Cólica biliar.

Colecistite crônica.

Colecistite aguda.

Colecistite acalculosa.

Pancreatite por cálculo na via biliar.

Coledocolitíase.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Incapacidade de tolerar operações sob anestesia geral (pacientes portadores de doença cardiopulmonar em estágio final ou com instabilidade hemodinâmica).

Suspeita de câncer na vesícula biliar com base em imagens pré-operatórias.

Relativas

Gravidez (primeiro ou terceiro trimestre).

Cirurgias abdominais prévias que impeçam o acesso laparoscópico.

Cirrose, hipertensão porta ou distúrbios de sangramento.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Benefícios esperados

Pacientes com pancreatite por cálculo na via biliar ou obstrução biliar resultante de coledocolitíase estão em risco de complicações recorrentes caso a vesícula biliar não seja removida.

 

Capítulo 12 - Tratamento da Coledocolitíase

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CAPÍTULO 12

Tratamento da Coledocolitíase

Richard V. Ha, MD, e Charles E. Binkley, MD

INDICAÇÕES

Exploração aberta do ducto biliar comum

Eliminação de obstrução biliar causada por doença calculosa nos casos em que não for possível utilizar técnicas endoscópicas (p. ex., colangiopancreatografia endoscópica retrógrada), quando essas técnicas não tenham sido bem-sucedidas ou se não forem viáveis por causa da anatomia ou do estado do paciente.

Esfincteroplastia transduodenal

Cálculo impactado na ampola de Vater.

Tentativa anterior de exploração do ducto biliar comum.

Em geral, essa técnica é executada no momento da colecistectomia quando a exploração do ducto biliar comum não obteve sucesso em eliminar um cálculo impactado no ducto biliar comum distal.

Coledocoduodenostomia

Obstrução maligna do ducto biliar comum distal cuja ressecção é impossível como procedimento paliativo.

 

Capítulo 13 - Tratamento de Lesões no Ducto Biliar e Estenoses das Vias Biliares

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CAPÍTULO 13

Tratamento de Lesões no Ducto Biliar e Estenoses das Vias Biliares

Amit K. Mathur, MD, e James A. Knol, MD

INDICAÇÕES

Lesões biliares iatrogênicas associadas a colecistectomia laparoscópica (mais comuns) ou outras cirurgias no intestino anterior.

As abordagens cirúrgicas dependem do tempo para diagnosticar a lesão (de imediato, cedo [ⱕ 4 semanas após a lesão] ou tardiamente [> 4 semanas após a lesão]).

Em pacientes estáveis do ponto de vista hemodinâmico, a reconstrução biliar imediata é indicada quando alguma lesão intraoperatória for identificada durante a colecistectomia laparoscópica ou outra operação. É imprescindível ter um cirurgião hepatobiliar à disposição para fazer o reparo.

Tipicamente, em pacientes com lesões precoces ou tardias, o manejo operatório exige o adiamento da reconstrução biliar com uma anastomose bileodigestiva.

O objetivo principal das intervenções cirúrgicas é o tratamento definitivo de pacientes com ducto biliar comum iatrogênico ou com lesões biliares mais proximais após a resolução da inflamação residual resultante de lesão aguda.

 

Capítulo 14 - Hepatectomia

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CAPÍTULO 14

Hepatectomia

Theodore H. Welling, III, MD

INDICAÇÕES

Metástase (colônica, mamária, neuroendócrina).

Carcinoma hepatocelular.

Colangiocarcinoma.

Hepatoblastoma.

Carcinoma da vesícula biliar.

Sarcoma hepático.

Adenoma.

Cistoadenoma biliar.

Hemangioma sintomático ou hiperplasia nodular focal.

Tumor hepático de etiologia desconhecida.

CONTRAINDICAÇÕES

Doença metastática distante para tumores hepáticos primários.

Presença de metástases extra-hepáticas para lesões metastáticas (relativas).

Comorbidade médica grave.

Incapacidade de obter margens negativas.

Remanescente hepático estimado insuficiente após a ressecção.

Cirrose significativa ou hipertensão porta.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Benefícios esperados

 

Capítulo 15 - Pancreatoduodenectomia

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CAPÍTULO 15

Pancreatoduodenectomia

Nicholas H. Osborne, MD, e Lisa M. Colletti, MD

INDICAÇÕES

Lesões malignas envolvendo a cabeça do pâncreas, a ampola de Vater, a extremidade distal do ducto biliar comum ou o duodeno.

Ausência de metástase.

Ausência de envolvimento arterial.

Dor refratária grave causada por pancreatite crônica.

Dor refratária a terapias clínicas.

Internações hospitalares sucessivas.

A maior parte das doenças se limita à cabeça do pâncreas.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Evidências de doença metastática.

Evidências de linfonodos para-aórticos fora do campo de dissecção.

Envolvimento da aorta ou da veia cava.

Envolvimento da artéria mesentérica superior, da artéria hepática ou do eixo celíaco.

Relativas

Comorbidades cardiopulmonares.

CONSENTIMENTO INFORMADO

 

Capítulo 16 - Pancreatectomia Distal

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CAPÍTULO 16

Pancreatectomia Distal

K. Barrett Deatrick, MD, e Gerard M. Doherty, MD

INDICAÇÕES

Massa sólida pancreática distal.

Tumor neuroendócrino.

Adenocarcinoma pancreático.

Neoplasias sólidas com diagnóstico indeterminado.

Neoplasias císticas mucinosas pancreáticas distais.

Assintomáticas com dimensão igual ou superior a 3 cm.

Sintomáticas de qualquer dimensão.

Presença de um componente sólido.

Ducto pancreático principal dilatado.

Cistoadenoma seroso sintomático pancreático distal.

Pancreatite calcificada crônica ou pequenos pseudocistos sintomáticos limitados à cauda do pâncreas (menos comum).

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Massa proximal que exija pancreatoduodenectomia.

Doença metastática conhecida.

Invasão local de estruturas que não podem ser ressecadas em bloco com o pâncreas.

 

Capítulo 17 - Manejo Operatório da Pancreatite Crônica

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CAPÍTULO 17

Manejo Operatório da Pancreatite Crônica

Jules Lin, MD, e Diane M. Simeone, MD

INDICAÇÕES

Pancreatojejunostomia longitudinal

Dor grave e persistente causada por pancreatite crônica.

Refratária a terapias clínicas.

Causada por internações hospitalares sucessivas.

Ducto pancreático dilatado com diâmetro superior a 8 mm.

Pseudocistogastrostomia e pseudocistojejunostomia

Pseudocisto pancreático persistente presente por mais de

6 semanas (isto é, no momento em que a parede estiver suficientemente madura para suportar suturas).

CONTRAINDICAÇÕES

Pancreatojejunostomia longitudinal

A. Absolutas

Ausência de dor.

Câncer pancreático.

Cirrose.

B. Relativas

Comorbidades cardiopulmonares.

Pseudocistogastrostomia e pseudocistojejunostomia

A. Absolutas

O cistoadenocarcinoma é uma contraindicação para drenagem entérica, e sua remoção é imprescindível.

 

Capítulo 18 - Esplenectomia

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CAPÍTULO 18

Esplenectomia

Brett A. Almond, MD, PhD, e Kathleen M. Diehl, MD

INDICAÇÕES

Trauma esplênico com hemorragia.

Cistos esplênicos ou massa esplênica.

Abscesso esplênico.

Distúrbios hematológicos.

Púrpura trombocitopênica idiopática.

Anemia hemolítica.

Esferocitose hereditária.

Outros tipos de anemia hereditária ou autoimune.

Hiperesplenismo grave.

Malignidade periesplênica.

Aneurisma na artéria esplênica.

Trombose na veia esplênica com hipertensão porta no lado esquerdo.

CONTRAINDICAÇÕES

Hipertensão porta causada por doença hepática.

A trombocitopenia não é uma contraindicação para esplenectomia.

Embora transfusões pré-operatórias não sejam recomendadas, a transfusão intraoperatória é utilizada em casos de ocorrência de sangramento coagulopático.

 

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