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Medium 9788527723473

99 - Exames Complementares

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

99

Exames

Complementares

Joffre Rezende Filho, Joffre Marcondes de Rezende e

Renato Miranda de Melo

Os exames mais comumente utilizados na investigação diagnóstica da cavidade abdominal são a radiografia simples, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, a ultrassonografia e a videolaparoscopia.

CC

Radiografia simples

Em muitas situações, sobretudo no abdome agudo, a radio‑ grafia simples é o único exame radiológico possível e, muitas vezes, suficiente para uma definição quanto à conduta a ser seguida.

O paciente deve ser radiografado na posição ortostática e em decúbito. Na posição ortostática, deverá ser feita inicial‑ mente uma radiografia panorâmica do tórax, na qual se desta‑ quem as bases pulmonares e as cúpulas diafragmáticas. Com essa radiografia, descartam‑se as doen­ças torácicas que este‑ jam produzindo sintomas abdominais, ao mesmo tempo que se pesquisa a presença de ar sob o diafragma, que caracteriza o pneumoperitônio (Figura 99.1A).

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Medium 9788547224806

1.2 O conceito de contabilidade

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF

fornecedores, clientes, terceiros, fatos administrativos, atos administrativos, diário, razão, caixa etc.

Se, no decorrer dos seus estudos, você encontrar alguma dificuldade para entender alguma explicação, procure verificar se o problema está no significado de palavras, termos ou expressões técnicas que fazem parte da terminologia contábil. Procure analisar o significado das palavras considerando o contexto do tema em estudo.

1.2  O conceito de contabilidade

Várias são as formas utilizadas pelos doutrinadores, escritores e professores para conceituar ou explicar a importância da contabilidade, como instrumento de controle à disposição de seus usuários, ressaltando seu objeto, objetivo e a sua finalidade.

Todas as formas utilizadas para classificar a contabilidade como método, conjunto de procedimentos, técnica, sistema, arte etc., referem-se às simples facetas ou aos aspectos dessa disciplina, usualmente concernentes à sua aplicação prática, na solução de questões concretas.

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Medium 9788530972196

PARTE I | 4. RELAÇÃO DE CAUSALIDADE OU NEXO CAUSAL

CURY, Rogério; RODRIGUES, Cristiano Grupo Gen PDF

4

Relação de

Causalidade ou Nexo Causal

4.1 CONCEITO

Trata-se da relação de causa e efeito entre uma conduta praticada e um resultado concreto produzido no mundo fático, sendo que, de acordo com o finalismo, não há necessidade de causar resultados concretos para que haja crime, bastando para isso o início de execução de uma conduta dolosa, porém só se imputa determinado resultado concreto (consumação) a quem lhe deu causa.

De acordo com o art. 13 do CP, nosso ordenamento adotou a teoria da equivalência das condições, ou teoria da conditio sine qua non, pela qual causa é toda condição essencial sem a qual o resultado não teria ocorrido da forma como ocorreu.

Sendo assim, causa será toda condição essencial sem a qual não ocorreria o resultado da forma como ocorreu, e só será possível se imputar um resultado concreto a determinado agente se ficar demonstrado que a sua conduta foi condição necessária para a ocorrência do resultado e, portanto, causa.

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Medium 9788580552966

Capítulo 23 - Artrites: osteoartrite, gota e artrite reumatoide

Jeannette E. South-Paul; Samuel C. Matheny; Evelyn L. Lewis Grupo A PDF

23

Artrites: osteoartrite, gota e artrite reumatoide

Bruce E. Johnson, MD

A artrite é uma queixa e uma doença que acomete muitos pacientes e é responsável por mais de 10% das consultas aos clínicos gerais. A artrite é multifacetada e pode ser classificada de várias maneiras diferentes. Por convenção, este capítulo foca nas condições que afetam a articulação anatômica, composta por cartilagem, sinóvia e osso. Outras discussões poderiam incluir os distúrbios localizados da região periarticular (p. ex., tendinite e bursite) e as doenças sistêmicas que exibem manifestações artríticas (p. ex., vasculites, polimialgia reumática e fibromialgia).

O capítulo discute três tipos de artrite: a osteoartrite, como um exemplo de distúrbio cartilaginoso; a gota, como um exemplo tanto de artrite induzida por cristais como de artrite aguda; e a artrite reumatoide, como um exemplo de doença sistêmica mediada imunologicamente e de artrite crônica deformante.

OSTEOARTRITE

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Medium 9788527731300

PARTE 9: 110 - Correção de Hérnia Femoral com Tela

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

110

Correção de Hérnia Femoral com Tela

INDICAÇÕES  Todas as hérnias femorais devem ser corrigidas, a não ser que haja alguma contraindicação devido ao estado físico ou clínico do paciente. O encarceramento com possível estrangulamento representa um problema, visto que o orifício femoral é pequeno, e seus limites não são pas‑ síveis de distensão. Os exames de imagem com ultrassom podem ser úteis quando o diagnóstico é difícil.

PREPARO PRÉ‑OPERATÓRIO O preparo pré‑operatório é determinado pelo estado geral do paciente. As hérnias femorais não complicadas podem ser corrigidas em ambiente ambulatorial. As hérnias femorais encarceradas, sem sinais ou sintomas gastrintestinais, devem ser corrigidas rapidamente, enquanto as hérnias sintomáticas devem ser tratadas como urgência. O estrangulamento exige internação e reanimação do paciente com descom‑ pressão por meio de tubo nasogástrico, reidratação intravenosa e antibióti‑ cos parenterais. Quaisquer condições clínicas gerais são avaliadas, e deve‑se reservar um tempo suficiente para estabilização do volume e dos eletrólitos.

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Medium 9788527730815

Capítulo 1 - Água e Sistema-Tampão

MAGALHÃES, Ana Carolina; OLIVEIRA, Rodrigo Cardoso de; BUZALAF, Marília Afonso Rabelo Grupo Gen PDF

1

Água e

Sistema-Tampão

Rodrigo Cardoso de Oliveira, Ana Carolina Magalhães e Marília Afonso Rabelo Buzalaf

água, em seus diferentes estados físicos (sólido, líquido e gasoso), está relacionada com fenômenos naturais. Em especial a forma líquida da água é associada ao principal componente que possibilitou o surgimento dos primeiros organismos vivos no planeta Terra. Sua presença nos sistemas biológicos é tão importante que a mesma representa quase 70% (em volume) do corpo humano. Em algumas espécies esse percentual pode chegar a quase 90%, como nas águas-vivas, por exemplo. Apenas pelo descrito anteriormente podemos concluir que, para entendermos algumas características e particularidades da vida, e em detalhes alguns mecanismos biológicos (celulares e moleculares), precisamos conhecer algumas propriedades da água (Pratt e

Cornely, 2006; Campbell e Farrell, 2007; Nelson e Cox, 2014).

A água não é apenas um meio inerte no organismo, também participa como reagente em reações químicas, colabora com algumas conformações moleculares (membranas bilipídicas, enovelamento proteico etc.), além de outras funções que discutiremos a seguir. Em determinadas condições e patologias clínicas, a água (geralmente na forma de soro fisiológico, ou veículo de aplicação de outras moléculas) é um dos primeiros elementos usados nas manobras de tratamento, como por exemplo, em casos de desidratação e variação de eletrólitos no sangue (cálcio, potássio, sódio etc.) (Gaw et al., 2015).

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Medium 9788527728133

Parte 17 § Doenças do Pâncreas

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

Doenças do

Pâncreas

Porto 17.indd 645

Parte

17

25/08/15 16:38

Capítulo 282

Capítulo 283

Capítulo 284

Capítulo 285

Porto 17.indd 646

Diabetes Melito Tipo 1, 647

Diabetes Melito Tipo 2, 649

Neoplasias do Pâncreas, 652

Pancreatite, 654

25/08/15 16:38

282

Diabetes Melito Tipo 1

(CID 10: E10)

Nelson Rassi

Introdução

Doença causada pela destruição das células beta do pân­creas, levando à deficiên­cia absoluta de insulina e consequente‑ mente hiperglicemia e cetoacidose, também conhecida como diabetes insulinodependente ou infantojuvenil.

Aproximadamente 10% dos diabéticos são tipo 1. Alguns pacientes, equivocadamente diagnosticados como tipo 2, são tipo 1 de evolução lenta (LADA – latent autoimmune diabetes in adult).

Tem maior incidência em crianças e adolescentes (80% dos casos antes dos 18 anos, principalmente entre os 10 e 14 anos).

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Medium 9788527728126

Capítulo 157 - Insuficiência Venosa Crônica | Diagnóstico e Tratamento Clínico

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF

Capítulo 157

Insuficiência

Venosa Crônica |

Diagnóstico e Tratamento

Clínico

Marcio de Castro Silva (in memoriam) e Eneida de

Melo Couto

Conceito

A insuficiência venosa crônica significa, em sentido literal, a incapacidade persistente, duradoura das veias de exerce‑ rem sua função. A expressão define alterações decorrentes da dilatação das veias dos membros inferiores, provocadas pela hipertensão venosa causada por lesões primárias da parede das veias e das válvulas ou secundárias à trombose venosa e, mais raramente, a malformações congênitas que podem levar

à obstrução ao refluxo ou à associação de ambos os processos.

Esse conceito abrangente define uma condição de inadequado retorno venoso, que se manifesta, principalmente, quando o indivíduo está em posição ortostática, e faz parte das altera‑

ções atualmente designadas com o nome genérico de doença venosa crônica. Essa nomenclatura inclui distintas condições clínicas, desde as alterações mais simples, como as telangiec‑ tasias e as veias reticulares, até os graus mais avançados, com lesões tróficas e úlcera de perna.

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Medium 9788536327655

Capítulo 30 - Abordagem comunitária: cuidado domiciliar

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF

� CAPÍTULO 30

ABORDAGEM COMUNITÁRIA:

CUIDADO DOMICILIAR

Sati Jaber Mahmud

Maria Amélia M. Mano

José Mauro Ceratti Lopes

Aspectos-chave

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define assistência domiciliar como “a provisão de serviços de saúde por prestadores formais e informais com o objetivo de promover, restaurar e manter o conforto, a função e a saúde das pessoas em um nível máximo, incluindo cuidados para uma morte digna. Os serviços de assistência domiciliar podem ser classificados como preventivos, terapêuticos, reabilitadores, de acompanhamento por longo tempo e de cuidados paliativos”.1

“A arte de cuidar é um exercício que se constrói não somente nos bancos universitários, mas essencialmente na junção do conhecimento da teoria e da prática, no reconhecimento de que nossa competência é limitada profissionalmente e de que necessitamos de uma interligação com profissionais das mais variadas áreas do conhecimento para assistir o ser humano na sua totalidade.”2

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Medium 9788547213923

12.2. Proteção do ponto virtual

TEIXEIRA, Tarcisio Editora Saraiva PDF

306

Curso de Direito e Processo Eletrônico

etc.) ou marca de produto ou de serviço renomados, o que dá credibilidade às compras efetuadas naquele site.22

Parece que, mesmo não havendo um regramento expresso quanto ao estabelecimento virtual, é razoavelmente suficiente a disciplina do Código Civil de 2002 para o estabelecimento empresarial, a fim de tutelar juridicamente os empresários que desenvolvem sua atividade exclusivamente na internet ou não, tendo um estabelecimento virtual (originário) ou fazendo do seu site uma extensão do estabelecimento físico (derivado).23

No entanto, é claro que isso poderia melhorar no plano legal, do ponto de vista do trespasse, para evitar insegurança jurídica na alienação do estabelecimento virtual que é complemento do estabelecimento físico.

12.2. Proteção do ponto virtual

Podemos ainda questionar sobre a proteção do ponto comercial na esfera virtual. Essa proteção, a princípio, pode dar­‑se pelo direito contratual ou pelas regras de proteção de marca, nome empresarial, título de estabelecimento etc.

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Medium 9788582714263

D. Diagnóstico Diferencial de Transtornos do Humor

Michael B. First; Janet B. Williams; Rhonda S. Karg; Robert L. Spitzer Grupo A PDF

204  DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE TRANSTORNOS DO HUMOR

D. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE TRANSTORNOS DO HUMOR

D1

Se nunca houve quaisquer sintomas de humor clinicamente significaƟvos ou se todos os sintomas de humor são explicados por um diagnósƟco de Transtorno EsquizoafeƟvo, vá para E1 (Transtornos por Uso de Substâncias), página 212. Do contrário, conƟnue com D2.

D1

CRITÉRIOS PARA TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I

D2

A. Foram atendidos os critérios para pelo menos um Episódio Maníaco [A40/A65].

SIM

D3

NÃO

Vá para D4 (Transtorno Bipolar Tipo II), a seguir.

D2

B. A ocorrência do(s) Episódio(s) Maníaco(s) e Depressivo(s) Maior(es) não é mais bem explicada por Transtorno EsquizoafeƟvo,

Esquizofrenia, Transtorno Esquizofreniforme, Transtorno Delirante ou Outro […] Transtorno PsicóƟco Especificado.

SIM

NÃO

Vá para D4 (Transtorno Bipolar Tipo II), a seguir.

D3

TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I

Indique o Ɵpo de Episódio Atual ou Mais Recente:

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Medium 9788547223809

5. Comentários ao art. 3º da Lei – Estabelecimento de segurança máxima

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF

de dezembro de 1989. Trata-se de prisão cautelar de natureza processual­ destinada a possibilitar as investigações a respeito de crimes graves, durante o inquérito policial. Teve por escopo regularizar a anterior

“prisão para averiguações, que não era lícita, mas utilizada”23. Somente pode ser decretada pela autoridade judiciária e nas situações previstas no art. 1º da Lei n. 7.960/89.

(ii) Prisão temporária e crimes hediondos: dispõe o art. 2º, § 4º

(renumerado pela Lei n. 11.464/2007), da Lei n. 8.072/90: “A prisão temporária, sobre a qual dispõe a Lei n. 7.960, de 21 de dezembro de 1989, nos crimes previstos neste artigo, terá o prazo de 30 dias, prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade”. O prazo de prisão temporária foi elevado de 5 para 30 dias, prorrogável por igual período quando o crime praticado for hediondo, tortura, terrorismo ou tráfico de drogas. Para a jurisprudência, o prazo de prisão temporária não é computado dentro do prazo para encerramento da instrução. No tocante aos prazos para encerramento da instrução nos crimes previstos na Lei n. 11.343/2006, vide os comentários a essa lei.

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Medium 9788527730808

41 - Uso de Antimicrobianos na Mastite

SPINOSA, Helenice de Souza; GÓRNIAK, Silvana Lima; BERNARDI, Maria Martha Grupo Gen PDF

41

Uso de Antimicrobianos na Mastite

Elizabeth Oliveira da Costa Freitas Guimarães | Felipe de Freitas Guimarães

INTRODUÇÃO nn

A mastite é uma enfermidade complexa e de etiologia múltipla; consiste na inflamação da glândula mamária que pode ser de ordem fisiológica, traumática, alérgica, metabólica, hormonal e, principalmente, infecciosa. A doen­ça impacta negativamente a pecuá­ria leiteira, tanto pelos prejuí­zos econômicos, como pela redução na produção e pelo comprometimento da qualidade do leite. Preocupa também pelos graves reflexos em saú­de pública devido à transmissão de agentes etiológicos de zoonoses.

A mastite interfere diretamente na produção leiteira tanto em quantidade quanto em qualidade, determinando modificações na composição do leite. Estas alterações estão relacionadas ao grau de lesão e extensão do processo inflamatório, que é dependente da patogenicidade do agente etiológico. A mais constante manifestação é a redução da produção de leite na glândula mamária acometida, devido a danos no tecido secretor, alteração na permeabilidade capilar, que acarreta comprometimento da capacidade de síntese e, portanto, diminuição dos constituintes do leite que são sintetizados na glândula mamária, tais como: gordura, caseí­nas, lactose. Por outro lado, ocorre um aumento dos elementos de origem sanguí­nea, como: albumina, imunoglobulinas, células de defesa, cloreto, sódio, ácidos graxos livres. Devido a estas alterações, o leite torna-se inadequado para consumo e produção de derivados, podendo ser rejeitado na plataforma da usina.

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Medium 9788547211660

SÚMULA N. 282 ABONO DE FALTAS. SERVIÇO MÉDICO DA EMPRESA

KLIPPEL, Bruno Editora Saraiva PDF

264 Direito Sumular Esquematizado® — TST

Bruno Klippel

SÚMULA N. 282

ABONO DE FALTAS. SERVIÇO MÉDICO DA EMPRESA (mantida) —

Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003

Ao serviço médico da empresa ou ao mantido por esta última mediante convênio compete abonar os primeiros 15 (quinze) dias de ausência ao trabalho.

A Súmula n. 282 do TST, relacionada ao abono de faltas nos primeiros 15

(quinze) dias de afastamento do obreiro, foi mantida por meio da Resolução n.

121/2003 do TST, publicada no DJ nos dias 19, 20 e 21.11.2003.

A análise do tema referido na súmula deve partir, obrigatoriamente, da diferença entre interrupção e suspensão do contrato de trabalho.

Sabe-se que a interrupção do contrato de trabalho é a cessação provisória e parcial dos seus efeitos, enquanto a suspensão é a cessação provisória e total.

O afastamento do trabalho por motivo de saúde ora é compreendido como interrupção do contrato, ora como suspensão, dependendo do tempo de afastamento.

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Medium 9788530977443

Capítulo 22 – Prescrição e Decadência

RENZETTI FILHO, Rogério Nascimento Grupo Gen PDF

Capítulo 22

Prescrição e Decadência

Prescrição e decadência são duas figuras jurídicas distintas, mas com um ponto em comum que leva, com frequência, o candidato a confundir os institutos, que é o decurso do tempo que acaba gerando a perda de um direito.

O conceito de prescrição é facilmente encontrado no Código Civil, em seu art. 189, o qual dispõe que: “Violado o direito, nasce para o titular a pretensão, a qual se extingue, pela prescrição

(...)”. Ou seja, a prescrição nada mais é do que a perda da pretensão pelo decurso do tempo em razão da inércia de seu titular. Pretensão é a possibilidade de o titular de um direito recorrer ao poder coercitivo do Estado, por meio do Poder Judiciário, para exigir a satisfação do seu direito.

A prescrição contudo, não incide sobre as ações meramente declaratórias, ao contrário do que ocorre nas ações de natureza condenatória.

CLT, art. 11. A pretensão quanto a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve em cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.

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