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2. Descoberta

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Steven French

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Descoberta

Quando as pessoas pensam nos cientistas, elas normalmente pensam em um homem (tipicamente) vestido com um jaleco branco; e quando pensam no que os cientistas fazem, elas geralmente os imaginam fazendo grandes descobertas, pelas quais poderiam receber o Prêmio Nobel. A descoberta – de algum fato, de alguma explicação para um fenômeno, de alguma teoria ou hipótese – é vista como estando no centro da prática científica. Desse modo, a questão fundamental que procuraremos responder neste capítulo é: como são descobertas as teorias, as hipóteses, enfim, os modelos científicos? Comecemos com uma resposta bastante comum e bem-conhecida.

A VISÃO COMUM: O MOMENTO EURECA

Nos quadrinhos, a criatividade é muitas vezes representada por uma lâmpada sobre a cabeça do herói. Supõe-se que represente o lampejo da inspiração. De modo semelhante, as descobertas científicas são geralmente caracterizadas como algo que ocorre de repente, em um dramático momento criativo da imaginação, um lampejo de visão ou uma experiência do tipo “aha!”.

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9. Independência

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Steven French

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Independência

INTRODUÇÃO

Você tem a sua teoria, ela teve algum sucesso empírico e, com base nisso, você acredita que ela diz como o mundo é, caso você seja um realista, ou como o mundo poderia ser, caso você seja um empirista construtivista. Mas então aparece um sociólogo e afirma que você é filho do seu tempo, o produto de condições socioeconômicas e políticas específicas e que, portanto, assim é a sua teoria. Ela diz menos a respeito de como o mundo é, ou poderia ser, e mais a respeito daquelas condições. Ora, essas são afirmações contundentes, mas, como veremos, elas têm alguma força. Na verdade, o sociólogo está apresentando a seguinte questão fundamental: a ciência é independente do seu contexto social?

Uma resposta é: obviamente que não! Há, sem dúvida, um sentido no qual as condições socioeconômicas e políticas têm de ser as certas para a ciência prosperar. Se não há dinheiro suficiente, por parte das universidades, do governo ou da iniciativa privada, ou estruturas institucionais apropriadas que possam sustentar o treino adequado e o desenvolvimento de carreiras, então no mínimo a ciência não terá o apoio de que precisa. Podemos até olhar para a história novamente e sugerir que a revolução científica do século XVII não teria acontecido sem a saída de um sistema feudal, ou que os grandes desenvolvimentos do século XIX não teriam ocorrido sem a revolução industrial.

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Capítulo 9 - Tensão e Corrente Alternada Senoidal

John Omalley Grupo A PDF

Capítulo 9

Tensão e Corrente

Alternada Senoidal

INTRODUÇÃO

Nos circuitos considerados até agora, as fontes CC utilizadas eram independentes. Deste ponto em diante, os circuitos têm fontes de corrente alternada (CA).

Uma tensão CA (ou corrente CA) varia de forma senoidal com o tempo, como mostrado na Fig. 9-1a. Trata-se de uma tensão periódica, uma vez que varia com o tempo, de modo que se repete continuamente. A menor porção não reproduzível de uma forma de onda periódica é um ciclo, e a duração de um ciclo é um período T da onda. O inverso do período e do número de ciclos em um período é a frequência, que tem uma grandeza cujo símbolo é f:

A unidade no SI da frequência é o hertz, cujo símbolo é Hz.

Figura 9-1

Nessas definições, observe os termos onda e forma de onda. Eles não se referem à mesma coisa. Uma onda é uma tensão ou corrente variável, mas uma forma de onda é um gráfico da tensão ou da corrente. Muitas vezes, porém, esses termos são utilizados de forma intercambiável.

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Capítulo 14 - Potência em Circuitos CA

John Omalley Grupo A PDF

Capítulo 14

Potência em Circuitos CA

INTRODUÇÃO

O assunto principal deste capítulo é a potência média consumida durante um período por componentes e circuitos

CA. Consequentemente, não será necessário usar sempre o adjetivo “média” junto com potência para evitar equívocos. Além disso, não é necessário utilizar a notação subscrita “méd” com o símbolo P. De modo semelhante, uma vez que as fórmulas de potência conhecidas possuem apenas valores eficazes ou rms de tensão e de corrente, a notação subscrita “eff” pode ser eliminada de Veff e Ieff (ou “rms” de Vrms e Irms), e apenas as letras V e I serão utilizadas para designar os valores eficazes ou rms.

Por fim, no texto do material a seguir e nos problemas, as tensões e as correntes especificadas sempre terão referências associadas, a menos que haja declarações especificando o contrário.

CONSUMO DE POTÊNCIA DO CIRCUITO

A potência média consumida por um circuito CA de dois terminais pode ser procedente a partir da potência instantânea consumida. Se o circuito tem uma tensão aplicada v = Vm sen (ωt + θ) e uma corrente de entrada i = Im sen ωt, a potência instantânea consumida pelo circuito é p = vi = Vm sen (ωt + θ) × Im sen ωt = VmIm sen (ωt + θ) sen ωt

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Capítulo 6 - Circuitos Amplificadores Operacionais

John Omalley Grupo A PDF

Capítulo 6

Circuitos Amplificadores Operacionais

INTRODUÇÃO

Os amplificadores operacionais, geralmente chamados de amp ops, são importantes componentes de circuitos eletrônicos. Basicamente, um amp op é um amplificador de tensão com ganho muito alto, tendo um ganho de tensão de 100.000 ou maior. Embora um amp op possa ser constituído por mais de 24 de transistores, 12 resistências e talvez um capacitor, pode ser tão pequeno quanto um resistor individual. Devido ao seu pequeno tamanho e ao fato de sua operação externa ser relativamente simples, para fins de análise ou de desenho, um amp op pode frequentemente ser considerado um elemento único do circuito.

A Figura 6-1a mostra o símbolo do circuito para um amp op. Os três terminais são um terminal a de entrada inversora (marcado −), um terminal b de entrada não inversora (marcado +) e um terminal c de saída. No entanto, um amplificador operacional físico tem mais terminais. Os dois adicionais mostrados na Fig. 6-1b são para entradas de fornecimento de alimentação CC, que muitas vezes são +15 V e −15 V. Ambas as tensões de alimentação, positiva e negativa, são necessárias para habilitar a tensão de saída no terminal c, que pode variar tanto positiva quanto negativamente em relação ao terra.

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Capítulo 13. Levantando Capital Social

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

13

Levantando Capital

Social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Comparar as diferentes maneiras de uma empresa de capital aberto levantar capital social

◗ Compreender o processo de abertura de capital de uma empresa

◗ Desmistificar mistérios associados às ofertas públicas iniciais

◗ Explicar como levantar capital social adicional depois que a empresa é de capital aberto

ENTREVISTA COM

Sandra Pfeiler, Goldman Sachs

Trabalhando na carteira de mercados da divisão do mercado de ações do grupo Goldman Sachs, Sandra Pfeiler e seus colegas orquestram a força de venda de ações da empresa e as empresas que estão emitindo ações. “É nossa tarefa fornecer à equipe de vendas detalhes convincentes sobre a empresa que está emitindo ações. A equipe de vendas irá, então, transmitir essas informações a seus clientes investidores e atrair a demanda por novas ofertas”, explica. “Quando um novo negócio é lançado, lidamos com diversas tarefas, que vão desde determinar que investidores a empresa deve encontrar até ter feedback dos investidores para ajudar a auferir o que o mercado está sentindo enquanto fazemos nossas avaliações de precificação”.

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Capítulo 11. Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

Risco Sistemático e Prêmio de Risco de Ações

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Calcular o retorno e a volatilidade

(desvio-padrão) de uma carteira

◗ Compreender a relação entre risco sistemático e a carteira de mercado

◗ Utilizar o Modelo de Precificação de

Ativos Financeiros (CAPM) para calcular o custo de capital próprio de um grupo de ações

◗ Medir o risco sistemático

notação

␤i

beta do título i relacionado à carteira de mercado

rf

taxa de juros livre de risco

ri

retorno exigido do título i;custo de capital de investir em títulos negociáveis i

Corr( Ri, Rj) correlação entre os retornos do título i e do título j

E[ Ri]

retorno esperado do título i

Ri

retorno do título i

E[RMkt]

retorno esperado da carteira de mercado

RP

retorno da carteira P

SD(Ri)

Mvi

valor de mercado total

(capitalização de mercado) do título i

desvio-padrão (volatilidade) do retorno do título i

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Capítulo 8. Fundamentos do Orçamento de Capital

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

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Fundamentos do

Orçamento de Capital

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar os tipos de fluxos de caixa necessários no processo de orçamento de capital

◗ Reconhecer perigos comuns que surgem ao se identificarem os fluxos de caixa livres incrementais de um projeto

◗ Prever lucros incrementais na demonstração de rendimentos de um projeto

◗ Avaliar a sensibilidade do NPV de um projeto a variações em seus pressupostos

◗ Converter lucros previstos em fluxos de caixa livres e calcular o NPV de um projeto

◗ Identificar as opções mais comuns disponíveis aos gerentes em projetos e compreender por que essas opções podem ser valiosas

CapEx desembolsos de capital

NPV

EBIT

lucros antes dos juros e dos impostos

NWCt capital de giro líquido no ano t

FCFt

fluxos de caixa livres no ano t

PV

valor presente

IRR

taxa interna de retorno

r

custo de capital projetado

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Capítulo 16. Política de Payout

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

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Política de Payout

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Identificar as diferentes maneiras por meio das quais as empresas podem fazer distribuições aos acionistas.

◗ Compreender por que a maneira como elas distribuem fluxos de caixa não afeta o valor na ausência de imperfeições de mercado

◗ Explicar como payouts maiores podem reduzir os problemas de agência, mas potencialmente reduzir a flexibilidade financeira

◗ Descrever métodos alternativos de payouts que não sejam em dinheiro

◗ Indicar como os impostos podem criar uma vantagem para a recompra de ações versus dividendos

notação

Pcum

preço das ações cum-dividendo

Prep

preço das ações com recompra

Pex

preço das ações ex-dividendo

PV

valor presente

ENTREVISTA COM

San Jose State University, 1992

“Minha experiência na área bancária me deu um bom preparo para a função de tesoureiro em uma empresa”.

Bill Bascom, Intuit Inc.

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Capítulo 4. Dependência responsiva:qual o seu interessepara o realista?

Christopher Norris Grupo A PDF

4

Dependência responsiva: qual o seu interesse para o realista?

I

Nos Capítulos 1 e 2 delineei um número de importantes debates da epistemologia analítica atual – principalmente os que envolvem a discussão entre realismo e anti-realismo em suas várias formas – de modo a prover os leitores com alguns pontos úteis de orientação através desse complexo território filosófico. O Capítulo 3 deu início a um itinerário algo diferente, na direção

‘continental’, embora, eu espero, com referências aos pontos anteriormente apresentados que são suficientes para estabelecer as muitas semelhanças e contrastes entre essas duas tradições de pensamento. O que eu proponho fazer agora é desenvolver algumas observações dos capítulos anteriores com respeito à idéia de uma abordagem disposicional (ou envolvendo a dependência responsiva)* do tipo de problemas encontrados em nosso caminho até aqui. O principal argumento em favor dessa abordagem – resumidamente – é que ela

*N. de T. No original, response-dependence. Com a tradução por ‘dependência responsiva’ (e não por

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Capítulo 19. Planejamento Financeiro de Curto Prazo

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

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Planejamento

Financeiro de Curto

Prazo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Prever fluxos de caixa e necessidades de financiamento de curto prazo

◗ Compreender o princípio de correspondência entre necessidades de curto prazo e fontes de financiamento de curto prazo

◗ Conhecer os tipos de empréstimos bancários e seus tradeoffs

notação

EAR

taxa efetiva anual

APR

taxa percentual anual

◗ Compreender o uso de notas comerciais como uma alternativa ao financiamento bancário

◗ Utilizar financiamento garantido por contas a receber ou estoque

◗ Saber como criar um plano financeiro de curto prazo

ENTREVISTA COM

University of Maryland, 2007

“Tenho que ser proativa, reduzindo os problemas, identificando rapidamente questões centrais e estratégias potenciais, e fornecendo recomendações e soluções”.

Teresa Wendt, Lockheed Martin

Depois de se formar pelo College Park da University of Maryland, em 2007, com bacharelado em finanças, Teresa

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4. Justificação

Steven French Grupo A PDF

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Ciência

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Justificação

INTRODUÇÃO

Você fez a sua descoberta e pensa que está na trilha de algo importante, mas agora as pessoas estão começando a perguntar “Onde estão as evidências”? Essa pergunta leva-nos para a nossa próxima fase a respeito de como a ciência funciona, o que tem a ver com o modo como as teorias relacionam-se com as evidências. Isso é o que os filósofos da ciência chamam de “justificação”

(é evidente que, se as fases da descoberta e da justificação podem ser bem separadas, esta é em si mesmo uma questão filosófica).

Eis, então, a nossa questão fundamental: qual é o impacto dos dados experimentais nas teorias? Examinaremos duas respostas. A primeira coloca que os dados verificam as teorias; a segunda insiste que, ao contrário, os dados falsificam as teorias. Consideremos essas duas respostas antes de avançarmos para além delas.

VERIFICABILIDADE É TUDO O QUE IMPORTA!

A primeira resposta à nossa questão foi proposta, de maneira que ficou famosa, por um grupo heterogêneo de filósofos, cientistas, economistas e outros teóricos que vieram a ser conhecidos como os “positivistas lógicos”. Eles eram chamados assim porque, em primeiro lugar, eram vistos como parte de uma linha de comentários da ciência que enfatizava o conhecimento científico como o supremo ou, em certo sentido, a mais autêntica forma de conhecimento, obtido por meio do apoio positivo dado às teorias pelas observações através do método científico; e, em segundo lugar, por que eles empregavam todos os recursos da lógica, e em particular a formalização da lógica tornada acessível por teóricos como Hilbert, Russell e Whitehead no início do século XX, tanto para analisar quanto para representar essa forma de conhecimento.

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8. Antirrealismo

Steven French Grupo A PDF

8

Ciência

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Antirrealismo

INTRODUÇÃO

No Capítulo 7, nós examinamos detalhadamente a visão realista da ciência. Ela considera que o objetivo da ciência é a verdade, não em um sentido esquisito, pós-moderno, mas no sentido de corresponder aos estados de coisas que estão “lá fora”, no mundo. E o argumento principal, alguns dirão “definitivo”, para essa visão é que o realismo é a única posição que não faz do sucesso da ciência um milagre. Esse é o “Argumento Sem Milagres” ou ASM. Em outras palavras, assim como as teorias são aceitas – a afirmação realista – porque constituem as melhores explicações dos fenômenos com os quais elas lidam, assim também o realismo é a melhor (de fato, a única) explicação do sucesso da ciência.

Vimos os problemas que essa posição enfrenta. Em primeiro lugar, aquele de mentalidade histórica dirá “Já vi essa história antes e não gosto dela”, registrando que, ao longo da história da ciência, teorias aparentemente bemsucedidas vieram e se foram; teorias que, estivessem os realistas presentes, aceitariam como verdadeiras, ou algo próximo disso, mas na medida em que elas foram posteriormente jogadas fora como falsas, por que acreditar que as nossas teorias atuais, não importando o quão impressionantemente bemsucedidas elas sejam, devam ser consideradas verdadeiras ou aproximadamente verdadeiras? Isso é conhecido como o problema da “MetaIndução Pessimista” ou MIP.

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Capítulo 1. Finanças Empresariais e o Gerente Financeiro

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

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Finanças

Empresariais e o

Gerente Financeiro

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Captar a importância das informações financeiras tanto em sua vida privada quanto em sua vida empresarial

◗ Compreender as características importantes dos quatro principais tipos de empresa e ver por que a forma corporativa dominou a atividade econômica

◗ Explicar o objetivo do gerente financeiro e o raciocínio por trás deste objetivo, bem como compreender os três principais tipos de decisões tomadas pelo gerente financeiro

◗ Saber como uma corporação é gerenciada e controlada, qual é o lugar do gerente financeiro, e algumas das questões éticas enfrentadas pelos gerentes financeiros

◗ Compreender a importância dos mercados financeiros, tais como os mercados de ações, para uma corporação e o papel do gerente financeiro de atuar como um elo com estes mercados

ENTREVISTA COM

Leslie Tillquist, PA Consulting Group

Leslie Tillquist, que concluiu sua graduação em Administração de Empresas em Finanças e Marketing pela University of

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Capítulo 3. O Princípio da Avaliação: o Fundamento da Tomada de Decisões Financeiras

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

O Princípio da Avaliação: o Fundamento da

Tomada de Decisões

Financeiras

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

notação

◗ Identificar o papel dos gerentes financeiros na tomada de decisões

◗ Avaliar o efeito das taxas de juros sobre o valor de fluxos de caixa futuros hoje

◗ Reconhecer o papel que os mercados competitivos desempenham na determinação do valor de um bem

◗ Utilizar a Regra do Valor Presente

Líquido para tomar decisões de investimento

◗ Compreender o Princípio da Avaliação e como ele pode ser utilizado para identificar decisões que aumentam o valor da empresa

◗ Compreender a Lei do Preço Único

r

taxa de juros

PV

NPV

valor presente líquido

valor presente

ENTREVISTA COM

Matt Herriot, Oxford & Hill Home Products

O que bolas de naftalina e finanças têm em comum? Ambas são importantes para o empresário Matt Herriot, vice-presidente executivo da Oxford & Hill Home Products. Os produtos inovadores da empresa, como o Moth Avoid, protege roupas, artigos de cama e mesa, artigos de coleção e outros valiosos artigos de fibras naturais dos danos causados por traças, pela umidade e pelo mofo. “As disciplinas de finanças que tive na Terry School of Business, da University of Georgia, deram a base de que eu preciso para minhas responsabilidades, que incluem precificação e previsão de vendas. Elas também me ajudam a me comunicar com sócios e investidores utilizando a linguagem dos negócios.”

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