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Capítulo 43 - Acesso Venoso Central

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF

CAPÍTULO 43

Acesso Venoso Central

Laura A. Monson, MD, e Melissa E. Brunsvold, MD

INDICAÇÕES

Monitoramento hemodinâmico intravenoso.

Coleta de amostras venosas centrais.

Nutrição parenteral.

Hemodiálise.

Marca-passo transvenoso.

Colocação de cateteres arteriais pulmonares.

CONTRAINDICAÇÕES

Coagulopatia significativa, em especial em contagens plaquetárias inferiores a 50.000/µL.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Riscos potenciais

Infecção.

Pneumotórax.

Arritmia.

Punção arterial.

Perda de fio-guia.

Pseudoaneurisma.

Trombose.

Dissecção retroperitoneal.

Fístula arteriovenosa.

EQUIPAMENTOS

Solução de clorexidina para preparo da pele.

Bata, luvas e lençóis cirúrgicos esterilizados.

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Capítulo 12 - Tratamento da Coledocolitíase

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF

CAPÍTULO 12

Tratamento da Coledocolitíase

Richard V. Ha, MD, e Charles E. Binkley, MD

INDICAÇÕES

Exploração aberta do ducto biliar comum

Eliminação de obstrução biliar causada por doença calculosa nos casos em que não for possível utilizar técnicas endoscópicas (p. ex., colangiopancreatografia endoscópica retrógrada), quando essas técnicas não tenham sido bem-sucedidas ou se não forem viáveis por causa da anatomia ou do estado do paciente.

Esfincteroplastia transduodenal

Cálculo impactado na ampola de Vater.

Tentativa anterior de exploração do ducto biliar comum.

Em geral, essa técnica é executada no momento da colecistectomia quando a exploração do ducto biliar comum não obteve sucesso em eliminar um cálculo impactado no ducto biliar comum distal.

Coledocoduodenostomia

Obstrução maligna do ducto biliar comum distal cuja ressecção é impossível como procedimento paliativo.

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Capítulo 13 - Tratamento de Lesões no Ducto Biliar e Estenoses das Vias Biliares

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF

CAPÍTULO 13

Tratamento de Lesões no Ducto Biliar e Estenoses das Vias Biliares

Amit K. Mathur, MD, e James A. Knol, MD

INDICAÇÕES

Lesões biliares iatrogênicas associadas a colecistectomia laparoscópica (mais comuns) ou outras cirurgias no intestino anterior.

As abordagens cirúrgicas dependem do tempo para diagnosticar a lesão (de imediato, cedo [ⱕ 4 semanas após a lesão] ou tardiamente [> 4 semanas após a lesão]).

Em pacientes estáveis do ponto de vista hemodinâmico, a reconstrução biliar imediata é indicada quando alguma lesão intraoperatória for identificada durante a colecistectomia laparoscópica ou outra operação. É imprescindível ter um cirurgião hepatobiliar à disposição para fazer o reparo.

Tipicamente, em pacientes com lesões precoces ou tardias, o manejo operatório exige o adiamento da reconstrução biliar com uma anastomose bileodigestiva.

O objetivo principal das intervenções cirúrgicas é o tratamento definitivo de pacientes com ducto biliar comum iatrogênico ou com lesões biliares mais proximais após a resolução da inflamação residual resultante de lesão aguda.

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Capítulo 29 - Manejo Operatório do Sarcoma de Tecido Mole

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF

CAPÍTULO 29

Manejo Operatório do

Sarcoma de Tecido Mole

Dan G. Blazer, III, MD, e Alfred E. Chang, MD

INDICAÇÕES

Qualquer massa grande ou em crescimento de tecido mole deve ser avaliada por biópsia usando as técnicas descritas adiante.

A cirurgia ainda é a base terapêutica para o diagnóstico do sarcoma.

CONTRAINDICAÇÕES

Comorbidades médicas como comprometimento cardiovascular grave podem impedir a realização segura de cirurgias.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Benefícios esperados

Preservação do membro em casos de sarcoma de tecido mole da extremidade.

Riscos potenciais

Sacrifício de grandes estruturas neurovasculares para atingir as metas oncológicas, embora as estratégias de manejo para preservação dessas estruturas sejam preferíveis.

Risco de recidiva da doença.

EQUIPAMENTOS

Não é necessário equipamento especial.

Ocasionalmente, em lesões profundas ou em lesões que diminuíram as dimensões de forma considerável com terapia neoadjuvante, o uso de ultrassonografia facilita a identificação da lesão e a elaboração do plano de incisão.

O uso de um afastador com autorretenção facilita a exposição.

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Capítulo 37 - Revascularização Cirúrgica da Doença Arterial Oclusiva Infrainguinal

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF

CAPÍTULO 37

Revascularização Cirúrgica da Doença Arterial

Oclusiva Infrainguinal

Loay S. Kabbani, MD, e Peter K. Henke, MD

INDICAÇÕES

Claudicação incapacitante.

Isquemia crítica dos membros, definida como dor em repouso ou perda tecidual.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Paciente debilitado com comorbidades graves.

Doença de fluxo interno não solucionada.

Ausência de um alvo distal adequado para revascularização.

Relativas

Claudicação não incapacitante.

Paciente não ambulatorial.

Contraturas articulares graves.

CONSENTIMENTO INFORMADO

Benefícios esperados

Recuperação de fluxo sanguíneo adequado para os membros inferiores, aliviando a dor isquêmica, evitando gangrena e mantendo a deambulação.

Riscos potenciais

As taxas de mortalidade e de morbidade em 30 dias são 2 e

26%, respectivamente. A morbidade inclui:

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