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Capítulo 40 - Propedêutica por imagem do joelho

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 40 � PROPEDÊUTICA POR IMAGEM DO JOELHO

522

PROPEDÊUTICA POR

IMAGEM DO JOELHO

40

Cristiane S. Zoner

Sônia de Aguiar Vilela Mitraud

Artur da Rocha Correa Fernandes

RADIOGRAFIA SIMPLES

A radiografia simples permanece a primeira linha na avaliação do joelho. As incidências básicas incluem anteroposterior e perfil ou lateral, porém a incidência axial da patela e do túnel também é realizada quando indicada.

INCIDÊNCIA ANTEROPOSTERIOR

É feita com o paciente em decúbito dorsal, com o joelho estendido e a perna em posição neutra. O raio central é dirigido para um ponto 2 cm distal ao ápice da patela, com angulação cefálica de cerca de 5 a 7 (Figura 40.1).1

Essa incidência permite a avaliação do terço distal do fêmur, do proximal da tíbia, dos côndilos femorais, dos planaltos e das espinhas tibiais, do espaço articular femorotibial e da cabeça da fíbula. A patela não é bem avaliada nessa incidência, devido à superposição com o fêmur distal

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Capítulo 38 - Propedêutica por imagem do punho e da mão

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 38 � PROPEDÊUTICA POR IMAGEM DO PUNHO E DA MÃO

486

PROPEDÊUTICA

POR IMAGEM DO

PUNHO E DA MÃO

38

Jader J. da Silva

PUNHO

O punho é uma articulação na qual mobilidade, força e estabilidade são asseguradas pela coerência na morfologia e pela disposição anatômica dos ossos do carpo e por um sistema ligamentar complexo e eficiente. Por esse motivo, lesões traumáticas ou microtraumáticas que alterem a suficiência ligamentar ou modifiquem a disposição anatômica

óssea levam, de forma progressiva, a uma alteração na biomecânica articular.

O estudo do punho depende principalmente de um bom exame clínico e de um estudo radiográfico inicial com utilização de incidências específicas ou de manobras dinâmicas direcionadas para a suspeita clínica, o que, na grande maioria dos casos, é suficiente para obter-se o correto diagnóstico.

O estudo ultrassonográfico (US) demonstra, de forma eficaz, as estruturas miotendíneas, neurovasculares e capsuloligamentares (excetuando-se quando localizadas em regiões de difícil acesso, como, por exemplo, os ligamentos colaterais metacarpofalângicos do segundo ao quinto dedos) bem como na avaliação da presença de cistos gangliônicos. Esse exame, contudo, não é eficiente na análise das alterações articulares.

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Capítulo 28 - Lesões musculares

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 28 � LESÕES MUSCULARES

366

LESÕES

MUSCULARES

28

Alberto de Castro Pochini

Moises Cohen

INTRODUÇÃO

As lesões musculotendíneas são as lesões mais frequentes decorrentes da atividade física competitiva, variando desde contusões por trauma direto com evolução natural para cura até rupturas musculotendíneas graves que, mesmo após tratamento específico cirúrgico ou não, podem evoluir com sequelas importantes, até a interrupção precoce da atividade atlética. A sobrecarga de atividade física representa o principal fator de lesão em atletas competitivos, seja por falta de tempo de afastamento para cura das lesões ou tratamento inadequado das lesões prévias.

ANATOMIA

O músculo é formado por uma camada de tecido conectivo que o reveste denominado epimísio e por fascículos que representam várias fibras musculares revestidas por tecido conectivo conhecido como endomísio.

O conjunto de músculos definem um compartimento e apresentam revestimento de tecido fibroso denominado fáscia.

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Capítulo 9 - Propedêutica da mão e do punho

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 9 � PROPEDÊUTICA DA MÃO E DO PUNHO

102

PROPEDÊUTICA

DA MÃO

E DO PUNHO

9

Nelson Mattioli Leite

João Baptista Gomes dos Santos

Fábio Augusto Caporrino

A palavra propedêutica significa ensinamentos introdutórios a uma disciplina, ciência preliminar, introdução. Na medicina, adquiriu um sentido de sinônimo de semiologia. Pretendemos, neste capítulo, abordar aspectos propedêuticos no sentido de estabelecer bases para a compreensão da ciência ortopédica e traumatológica, com enfoque no membro superior, aprofundando o assunto na mão e no punho.

Consideraremos a semiologia como parte da propedêutica.

A semiologia é a ciência que ensina os meios e os modos de se examinar um paciente como forma de estudar seus sinais e sintomas.1-3

Neste capítulo, abordaremos, inicialmente, aspectos propedêuticos e, a seguir, os tópicos semiológicos das principais afecções que envolvem a mão e o punho. A separação do punho e da mão neste capítulo é puramente didática; não podemos esquecer que o correto é analisar o membro superior como um todo, em uma visão de um conjunto funcional. Têm grande importância os movimentos de pronossupinação do antebraço e os das articulações do ombro e do cotovelo no posicionamento espacial da mão. Descrever separadamente as funções das regiões do membro superior se deve somente a recurso de análise. As referências, neste capítulo, estão associadas, de forma intrínseca,

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Capítulo 15 - Propedêutica geral do joelho

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

PROPEDÊUTICA

GERAL DO JOELHO

15

Antonio Altenor Bessa de Queiroz

O elemento essencial para o diagnóstico de uma patologia

é sabermos de quem e do que estamos falando e onde encontrar o que estamos pesquisando. A capacidade de estreitar ou ampliar seletivamente nosso campo perceptivo virá com o tempo e a experiência.1

As estruturas em torno da articulação do joelho foram classificadas em três categorias gerais: ósseas, extra-articulares e intra-articulares, contendo diferentes estruturas anatômicas e funcionais.2 É uma das articulações lesadas com mais frequência, e isso deve-se a sua anatomia e localização.2,3 Estando na junção das alavancas mais longas e fortes do corpo humano, encontra-se exposta a forças externas e a solicitações funcionais.3

As patologias da articulação do joelho podem ser classificadas em agudas ou crônicas e de caráter inflamatório, degenerativo e traumático. Fatores como idade, sexo, raça, hereditariedade, ocupação profissional, atividade esportiva e mecanismo de trauma, quando associados ao conhecimento anatômico e biomecânico, auxiliam no diagnóstico.

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