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Medium 9788582714010

Capítulo 22. Isquiotibiais e glúteos

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 22

Isquiotibiais e glúteos

Este capítulo descreve detalhadamente os principais exercícios que enfatizam os músculos isquiotibiais e glúteos – bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo, glúteo máximo e glúteo médio. Observe, na figura a seguir, a localização de cada um desses músculos. Esses exercícios

Glúteo médio

Glúteo máximo

Bíceps femoral

Semitendíneo

Semimembranáceo

são divididos em extensões de quadril e em flexões de joe­lhos. Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

462   Jim Stoppani

Extensões de quadril

Levantamento-terra romeno

Levantamento-terra romeno com halteres

Extensão de quadril – glúteos e isquiotibiais

Extensão de quadril invertida

Elevação de quadril no banco

Extensão de quadril na polia baixa

Flexões de joelhos

462

463

463

464

464

465

Flexão de joelhos, deitado

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Medium 9788582712139

Capítulo 3 - Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF

capítulo 3

Saúde, segurança e sustentabilidade no trabalho

A preocupação com a saúde de clientes e profissionais e a prevenção de acidentes devem fazer parte do dia a dia das instituições de beleza. Realizar todos os procedimentos com responsabilidade e conhecer as normas e as orientações legais é fundamental para a realização de serviços de beleza seguros.

Competência

Adotar uma postura ética na identificação, no registro e na comunicação de ocorrências relativas à saúde e à segurança dos profissionais do setor de beleza, com vistas à minimização de danos.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar a origem dos riscos ocupacionais a que profissionais e clientes do setor de beleza estão expostos.

Identificar, nas Normas Regulamentadoras 6 e 32, as orientações relacionadas

à área de beleza, tendo como meta a adaptação dessas recomendações na prática profissional (BRASIL, 1978, 2005).

Adotar medidas de prevenção dos principais riscos que acometem a saúde dos profissionais da área de beleza, como os que envolvem agentes físicos, químicos, biológicos e de organização do trabalho.

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Medium 9788536314082

Apêndice

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF

APÊNDICE

Listas de verificação dos padrões de controle de infecções

A lista de verificação a seguir fornece meios para avaliar a adesão aos padrões de acreditação da Joint Commission aplicáveis ao controle de infecções (ver Cap.

“Estudo, Prevenção e Controle de Infecções”do manual de acreditação da JCAHO). Essa lista deve ser usada em conjunto com as atividades de avaliação, monitoramento e melhorias. Além disso, ela avalia os elementos de desempenho de cada padrão. Antes dela, será apresentada uma relação de padrões para referência.

Padrões Internos para Estudo, Prevenção e

Controle de Infecções

Nota: Intencionalmente, os padrões e a lista de verificação a seguir não se aplicam de forma específica a determinado tipo de instalação hospitalar de assistência à saúde. As organizações devem consultar os respectivos manuais de acreditação para verificar as expectativas de adesão ou a aplicabilidade às suas próprias peculiaridades.

Padrões

Veja a seguir a lista de todos os padrões do capítulo sobre controle de infecções.

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Medium 9788580550771

23. Cabeça, Face, Olhos, Orelhas, Nariz e Garganta

William E. Prentice Grupo A PDF

23

Cabeça, Face, Olhos, Orelhas,

Nariz e Garganta

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Propor um plano para ajudar a evitar ou ao menos minimizar a frequência de lesões na cabeça.

• Revisar a anatomia relacionada à cabeça.

• Estabelecer um processo sistemático de avaliação das concussões e lesões leves à cabeça.

• Tomar uma decisão informada a respeito do tratamento secundário e posterior das concussões relacionadas ao esporte, com base em uma apresentação abrangente das opções disponíveis.

■ Sumário

• Reconhecer a gravidade de diversas lesões na cabeça e estar ciente do período de tempo potencialmente necessário para a recuperação.

• Discutir o valor dos testes neuropsicológicos na determinação do estado de recuperação após a concussão.

• Ser capaz de identificar corretamente as várias lesões que podem ocorrer tanto na face quanto em olhos, orelhas, nariz e garganta.

■ Palavras-chave

Prevenção de lesões na cabeça, na face, em olhos, orelhas, nariz e garganta 787

lesão de golpe

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Medium 9788580550771

11. Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e Precauções Universais

William E. Prentice Grupo A PDF

11

Doenças Infecciosas, Patógenos de Transmissão Sanguínea e

Precauções Universais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Discutir como as doenças infecciosas são transmitidas de uma pessoa a outra.

• Descrever como o sistema imunológico neutraliza e elimina antígenos que invadem o corpo.

• Explicar o que são os patógenos de transmissão sanguínea e como eles podem infectar pacientes e fisioterapeutas esportivos.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite B.

• Descrever a transmissão, os sintomas, os sinais e o tratamento da hepatite C.

• Descrever a transmissão, os sintomas e os sinais do vírus da imunodeficiência humana.

■ Sumário

• Explicar as formas de transmissão mais frequentes vírus da imunodeficiência humana.

• Relacionar os prós e os contras da participação esportiva de atletas com vírus da hepatite B, vírus da hepatite C ou vírus da imunodeficiência humana.

• Avaliar as precauções universais conforme determinado pela Occupation Safety and Health

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Medium 9788582710128

Capítulo 1 - Introdução a Bandagens e Órteses

David H. Perrin Grupo A PDF

CAPÍTULO 1

Introdução a

Bandagens e Órteses

A

quinta edição das Competências Educacionais do

Athletic Trainer, da National Athletic Trainer’s

Association (NATA), identificou oito áreas que refletem a prática clínica da fisioterapia esportiva. Uma

área adicional, Proficiências da Integração Clínica

(CIP, Clinical Integration Proficiencies), indica a prática clínica e demonstra a natureza global das proficiências. Para se tornar um fisioterapeuta esportivo competente, o estudante deve dominar os conhecimentos, as habilidades e as capacidades clínicas de todas as áreas relacionadas no item Competências educacionais do athletic trainer. Conhecer as habilidades físicas e atitudes relativas aos atletas e a seus respectivos esportes ou atividades físicas também é importante para a aplicação de bandagens e órteses.

Competências educacionais do athletic trainer

Prática baseada em evidências (PBE)

Prevenção e promoção da saúde (PPS)

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Medium 9788582714010

Capítulo 23. Panturrilhas

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 23

Panturrilhas

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos das panturrilhas – os gastrocnêmios e o sóleo. Também inclui exercícios para o principal músculo da parte da frente da perna, o tibial anterior. Mantê-lo fortalecido e em equilíbrio com o gastrocnêmio e o sóleo pode ajudar a prevenir lesões na perna, como a periostite. O gastrocnêmio tem uma cabe-

ça medial e outra lateral. O sóleo fica sob o gas­trocnêmio.

Observe, na figura a seguir, a localização desses músculos. Os movimentos para panturrilha são divididos em exercícios que enfatizam o gastrocnêmio, o sóleo e o tibial anterior. Independentemente do exercício realizado na sessão de treino, ele poderá ser substituído por outro do mesmo tipo.

Cabeça lateral do gastrocnêmio

Sóleo

Cabeça média do gastrocnêmio

470   Jim Stoppani

Exercícios para o gastrocnêmio

Flexão plantar, em pé

470

Flexão plantar no power rack, em pé

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Medium 9788536309156

Capítulo 12 - Avaliação da Intolerância do Paciente ao Exercício

William E. DeTurk; Lawrence P. Cahalin Grupo A PDF

C APÍTULO 12

AVALIAÇÃO DA INTOLERÂNCIA

DO PACIENTE AO EXERCÍCIO

William E. DeTurk

Lawrence P. Cahalin

INTRODUÇÃO

Os Capítulos 9 e 10 apresentaram informações sobre as avaliações cardíaca e pulmonar. Essas informações incluíam testes e medições apropriadas para o diagnóstico e a medição do estado cardíaco e pulmonar, métodos de determinação da freqüência cardíaca e da pressão arterial, além de exames como a oximetria de pulso e a avaliação da função muscular. O Capítulo

11 apresentou um outro instrumento de medição muito importante, a eletrocardiografia. Entretanto, conhecer os instrumentos e os procedimentos de exame constitui apenas uma parte do quadro completo: durante os testes de exercício, o clínico também deve saber interpretar os dados obtidos e decidir o que fazer com eles. O uso dessas informações pode se limitar apenas à decisão de quando interromper o teste de exercício, mas tão importante quanto isso é o uso das informações obtidas em intervenções terapêuticas capazes de otimizar os resultados. O exame e a intervenção são, assim, processos dinâmicos que não se limitam à relação paciente–fisioterapeuta. O registro adequado das informações e as consultas subseqüentes podem incluir a participação de outros membros de uma equipe multidisciplinar, tais como enfermeiros, cardiologistas e assistentes sociais, por exemplo. Um programa de fisioterapia que utiliza avaliações constantes, somadas a tratamentos e a informações documentadas por outros membros da equipe de saúde, pode render melhores resultados. De fato, tal abordagem é benéfica em, pelo menos, três aspectos:

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Medium 9788580552539

Capítulo 15 - Criando uma cultura de segurança

Robert M. Wachter Grupo A PDF

CRIANDO UMA

CULTURA DE

SEGURANÇA

15

VISÃO GERAL

No Capítulo 9, discuti a trágica colisão de duas aeronaves 747 em uma manhã nublada no Tenerife, o acidente que demonstrou para todos no ramo da aviação comercial os riscos associados a gradientes de autoridade excessivos e inflexíveis.

Em resposta ao ocorrido em Tenerife e a outros acidentes similares, a aviação começou uma série de programas de treinamento, geralmente chamados de gestão dos recursos da tripulação ou “gestão dos recursos do cockpit” – CRM* –, projetados para treinar tripulações diversas em comunicação e o trabalho em equipe.

Alguns desses programas também incorporam habilidades de comunicação, como treinamento nas técnicas SBAR e de briefing/debriefing** (Cap. 9). Há amplo consenso de que esses programas ajudaram a transformar a cultura da aviação, transformação que foi largamente responsável pelo notável índice de segurança na aviação comercial da última geração (Fig. 9.1).

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Medium 9788582714010

Capítulo 9. Programas para maximizar a força

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 9

Programas para maximizar a força

O treino para maximizar a força tende a ser muito mais simples do que o que busca maximizar a massa muscular. Os exemplos das sessões de treino básicas mostrados nas rotinas discutidas no Capítulo 8 vêm de programas baseados em tentativa e erro, que funcionam excepcionalmente bem quando a carga usada e as repetições executadas são cicladas. No entanto, como diz o velho ditado, tudo funciona, mas não para sempre. Portanto, quando o programa básico não resulta nos ganhos de força esperados, é hora de tentar algo diferente.

Este capítulo aborda métodos de treinamento de força efetivos para maximizar a força muscular. Como no

Capítulo 6, as técnicas são classificadas de acordo com a variável aguda de treino que está sendo manipulada em cada sessão. Também como no Capítulo 6, cada programa é classificado em uma escala de 1 a 5, em quatro

­áreas críticas:

1. Tempo – Quantidade de tempo que a sessão de treino leva para ser executada. Auxilia a determinar se o método se encaixa na agenda do praticante. Quanto maior o número, maior o tempo necessário para completar a sessão.

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Medium 9788536314082

Capítulo 12 – Controle de infecções no processo de acreditação: processos com foco em prioridades, grupos clínicos e de serviços e metodologia do rastreador

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF

12

Controle de infecções no processo de acreditação: processos com foco em prioridades, grupos clínicos e de serviços e metodologia do rastreador

BARBARA M. SOULE

O processo de acreditação da Joint Commission movimenta as organizações além da preparação de estudos para melhoria dos sistemas, focalizando a maneira como os sistemas e os processos atuam dentro das instituições de prestação de assistência à saúde durante o fornecimento de atendimento, tratamento e serviços de alta qualidade.

Os sistemas e os processos de estudo, prevenção e controle de infecções difundem-se por todas as áreas das organizações. Ignorar esse fato pode colocar em risco a segurança dos pacientes, produzir resultados adversos e aumentar o nível de despesas. O controle de infecções causa impactos significativos nos atendimentos à saúde seguros e de alta qualidade, por isso não é surpresa o fato de que esteja sujeito a vários tipos de avaliação durante os processos de acreditação. Este capítulo apresenta um panorama conciso das

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Medium 9788582712139

Capítulo 4 - Como avaliar serviços de beleza

Ana Lucia Jezuino da Costa Grupo A PDF

capítulo 4

Como avaliar serviços de beleza

Avaliar a qualidade e a eficácia dos produtos oferecidos pelos diferentes segmentos do comércio já faz parte da rotina do consumidor. Com os serviços oferecidos nas instituições de beleza não é diferente, pois eles também estão sucetíveis às críticas dos clientes. Neste capítulo, apresentamos critérios e parâmetros que irão ajudá-lo a avaliar sua atuação como profissional de beleza e seu ambiente de trabalho.

Competência

Identificar os aspectos estruturais e profissionais que interferem na qualidade da prestação de serviços de beleza e que reduzem a fidelização da clientela, utilizando, para isso, a avaliação, tendo em vista a superação dos desafios apresentados.

Objetivos de aprendizagem

Avaliar a estrutura física dos salões de beleza tendo como foco a acessibilidade, a segurança, a organização e a aparência do ambiente.

Observar o desempenho dos profissionais tendo como referência a sua capacidade de acolher a clientela.

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Medium 9788582713891

Capítulo 8 - Destreinamento

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF

8

Destreinamento

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. descrever as circunstâncias sob as quais ocorre o destreinamento;

2. descrever a linha de tempo característica da perda da capacidade física durante o destrei­na­mento;

3. discutir os mecanismos fisiológicos resultantes do destreinamento;

4. discutir os efeitos do destreinamento na temporada em diferentes esportes, e os fatores que afetam o destreinamento durante a temporada;

5. discutir por que o destreinamento, no final de uma carreira, é importante para um atleta musculoso; e

6. recomendar práticas de treinamento para um atleta musculoso após encerrar sua carreira.

A definição clássica de destreinamento é “a interrupção

dos exercícios de treinamento”. Entretanto, o destreinamento também pode ocorrer com o planejamento da interrupção, como num programa de treino periodizado, ou sem o planejamento da interrupção, em consequência de uma lesão, redução do volume ou da intensidade de treinamento. O destreinamento é um processo de descondicionamento físico que acontece quando o treino é diminuído ou cessado por completo, e pode influenciar o desempenho em função da diminuição da capacidade fisiológica. Sempre que acontecem diminuições na capacidade de força e potência, ou quando a massa muscular é perdida, pode ter acontecido algum tipo de destreinamento. Ele pode se dar após várias semanas ou ao longo de vários anos, em consequência de ausência de treinamento, do envelhecimento ou término da carreira de um atleta.

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Medium 9788536314082

Capítulo 10 – Segurança dos pacientes e controle de infecções

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF

10Segurança dos pacientes e controle de infecçõesJANET FRAINJOINT COMMISSION – METAS NACIONAIS DESEGURANÇA DOS PACIENTES NOCONTROLE DE INFECÇÕESA redução no risco de incidência de infecções associadas à assistência à saúde é uma grande preocupação com relação à segurança dos pacientes e à qualidade do atendimento em todos os tipos de organizações de saúde. Em 2004, a Joint Commission lançou o programa National Patient Safety Goal, sobre controle de infecções, aplicável aos seguintes tipos de assistência à saúde: atendimentos ambulatoriais, saúde comportamental, hospitais de acesso crítico, atendimento de doenças específicas, hospitais, laboratórios, atendimento de longa permanência e cirurgias em clínicas. Essa meta exige que as organizações reduzam a incidência de infecções associadas à assistência à saúde por meio da adesão às orientações de higiene das mãos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)* e administrem todos os casos identificados de óbito ou perdas de função causadas por esse tipo de infecção como se fossem eventos-sentinela. O tipo de infecção associada à assistência à saúde em cada organização de prestação de serviços depende do atendimento, do tratamento e dos serviços prestados, embora tais infecções sejam comuns em casos de infecções no trato urinário associadas a uso de catete* Ver o Quadro 10-2: Orientações do CDC sobre Higiene das Mãos, na página 155.

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Medium 9788580550771

17. O Joelho e as Estruturas Relacionadas

William E. Prentice Grupo A PDF

17

O Joelho e as Estruturas

Relacionadas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer a anatomia estrutural e funcional normal do joelho.

• Demonstrar os vários testes da estabilidade de ligamentos e meniscos discutidos neste capítulo.

• Explicar como as lesões no joelho podem ser prevenidas.

• Comparar e contrastar as diferenças entre homens e mulheres em termos de lesões no ligamento cruzado anterior (LCA).

■ Sumário

• Discutir fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões em ligamentos e meniscos.

• Identificar os vários fatores etiológicos, sinais e sintomas e procedimentos de controle das lesões que ocorrem na articulação patelofemoral e no mecanismo dos extensores.

• Elaborar protocolos de reabilitação apropriados para joelhos lesionados.

■ Palavras-chave

Anatomia do joelho 495

patela alta

hemartrose

Anatomia funcional 500

patela baixa

translação

Avaliação da articulação do joelho 501

geno valgo

Prevenção de lesões no joelho 515

geno varo

síndrome do atrito do trato iliotibial

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