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Medium 9788582713709

Benefícios do treinamento funcional

James C. Radcliffe Grupo A PDF

Benefícios do treinamento funcional

Em todos os esportes, são necessários vários componentes do real atletismo: força, velocidade e agilidade. Estes três podem ser resumidos em uma simples palavra – potência. À medida que você estuda o esporte, percebe que a existência de um componente sem os outros se torna extremamente limitada.

T

odos os atletas procuram potência.

Grande parte do treinamento atlético pode ser derivada da física simples, com a fórmula para potência sendo o foco principal. Como representado na Figura 1, treinar “funcionalidade” é empregar a fórmula e aumentar a sua capacidade de criar força aumentando a potência. Força x velocidade (ou, como alguns professores preferem aconselhar, força 3 tempo)

é potência. Contudo, o atleta que emprega os princípios do treinamento funcional não irá negligenciar o aspecto da distância. A capacidade de produzir a quantidade ideal de força na menor quantidade de tempo, e por meio da maior distância, é potência atlética.

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Medium 9788582713891

Capítulo 11 - Treinamento Resistido para Idosos

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF

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Treinamento Resistido para Idosos

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. diferenciar fatores modificáveis e não modificáveis relacionados à população com mais idade;

2. descrever as alterações hormonais resultantes do processo de envelhecimento em homens e mulheres com relação à andropausa e à menopausa, e as implicações gerais à população idosa;

3. listar as alterações na composição corporal associadas ao envelhecimento e ao indivíduo, bem como os impactos cumulativos;

4. explicar o fenômeno da perda de força e potência musculares, bem como as causas na popu­ lação de pessoas idosas;

5. listar as adaptações principais no treino resistido para a população idosa; e

6. identificar os aspectos mais importantes na elaboração de um programa de treino resistido para idosos.

Com o avanço da idade, os indivíduos mais velhos passam

por várias mudanças em seus corpos, incluindo diminuições nas secreções hormonais, atrofia muscular e reduções na densidade óssea. As alterações que ocorrem com o envelhecimento têm efeitos drásticos, em consequência de perda de função e da independência. Um programa ideal de treinamento resistido pode atenuar as reduções fisiológicas, melhorar o funcionamento e inten­si­ficar as capacidades físicas. Para pessoas de todas as idades, a saúde de sistemas, tecidos e células melhora somente quando usados. Para a musculatura esquelética, isso significa que alterações e adaptações associadas ao treinamento ocorrem apenas naquelas unidades motoras empregadas num exercício. Cabe ressaltar que outros sistemas também se beneficiam do recrutamento das unidades motoras (como a tensão cardiovascular reduzida com aumento da força periférica). Idosos de todas as idades podem se beneficiar da realização de programas de treino resistido corretamente elaborados, sendo capazes de colocá-los em prática, inclusive homens e mulheres de idades bastante avançadas (ver Figura 11.1).

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Medium 9788582603147

Capítulo 5 - Doenças relacionadas ao trabalho

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF

capítulo 5

Doenças relacionadas ao trabalho

As doenças ocupacionais são enfermidades diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), que englobam mais de 30 doenças, como a tendinite

(inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

Neste capítulo, veremos em detalhes as doenças ocupacionais mais importantes, programas de prevenção e o que dizem as legislações brasileira e internacional a respeito.

Objetivos de aprendizagem s Distinguir doenças do trabalho de doenças ocupacionais. s Reconhecer as principais doenças relacionadas ao trabalho, identificar suas causas e listar formas de preveni-las. s Aplicar as normas da legislação na prática ergonômica. s Listar os programas de prevenção em SST. s Discutir as responsabilidades da organização e do empregado na prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho. s Explicar o que é ginástica laboral e sua importância na prevenção em SST.

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Medium 9788582711101

Apêndice - Nutrição e hidratação

Steve Cotter Grupo A PDF

Apêndice

NUTRIÇÃO E HIDRATAÇÃO

Comer pelo valor calórico e comer para saúde e desempenho são fundamentalmente diferentes. Também, não há um tipo de planejamento alimentar ou dieta universalmente aceita pelos especialistas em nutrição, e as livrarias estão lotadas de livros de dieta.

Qual delas é a melhor?

Escolher a melhor dieta para você é um processo de autodescoberta e experimentação; entretanto, uma coisa com a qual podemos contar é uma abordagem lógica para nutrição. Se alguma coisa faz sentido para você, parece bom e fornece bons resultados, você pode assumir que é uma boa maneira de se alimentar. Se você se sente saudável e forte, mantenha o equilíbrio na alimentação quanto ao tipo, quantidade e combinações que dão a você bons resultados. Mas se você se sente lento ou tem problemas de saúde, considere cuidadosamente o que você está comendo e tente se tornar mais informado sobre o que é mais saudável para o seu corpo.

Este não é um livro sobre nutrição, mas posso contar a você o que faz eu me sentir ótimo! Aqui estão algumas das dicas nutricionais que compartilho como parte de minha filosofia de alimentar-se de forma saudável. Você pode escolher em seguir algumas dessas ideias e desistir de outras, ou pode combinar algumas ideias com outras até descobrir a fórmula que funcione para você. A nutrição é uma parte crucial em nossas vidas, e uma abordagem nutricional saudável o ajudará a se recuperar mais rápido depois dos treinos e ter melhor desempenho durante eles.

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Medium 9788536314082

Capítulo 1 – Visão geral dos padrões de controle de infecções da Joint Commission

Kathleen M. Arias; Barbara M. Soule Grupo A PDF

Visão geral dos padrões de controle de infecções da Joint Commission

PADRÕES DE CONTROLE DE INFECÇÕES

DA JOINT COMMISSION

O estudo, a prevenção e o controle de infecções representam uma das iniciativas mais importantes na segurança dos pacientes em organizações de assistência à saúde. As infecções não se limitam apenas aos hospitais. Elas podem ser adquiridas em praticamente todas as entidades de assistência à saúde, podem ser transferidas entre organizações ou introduzidas pela comunidade nas instalações hospitalares. Considerando que as infecções são fatores de risco para a segurança dos pacientes e dos indivíduos que trabalham nas áreas de atendimento em entidades prestadoras de serviços de assistência à saúde, as atividades de prevenção e de controle devem permanecer na linha de frente e na base de todas as organizações.

Para auxiliar as organizações a manter o foco no controle de infecções, bem como nos assuntos correlatos, a Joint Commission definiu alguns padrões no capítulo “Estudo, Prevenção e Controle de Infecções”, nos seguintes manuais de acreditação: assistência à saúde ambulatorial, assistência à saúde comportamental, assistência à saúde domiciliar, hospitais, laboratórios e tratamentos de longo prazo. Além dos padrões, a Joint Commission instituiu o National Patient Safety Goal, relacionado ao controle de infecções. Em cumprimento a essas metas de segurança, as organizações obrigam-se a

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