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Medium 9788522474967

Parte 3 - 9 Posicionamento: o que Comunicar

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Posicionamento: o que Comunicar

Qual bandeira seu exército irá empunhar?

Todas as pessoas têm uma imagem de si mesmas, quase sempre diferente daquilo que os outros pensam sobre elas, quase sempre diferente daquilo que elas pensam que os outros pensam sobre elas.

Conteúdo deste capítulo

�� A origem e o significado da palavra posicionamento

�� Como montar uma estrutura para um posicionamento de comunicação?

�� O funcionamento da mente humana em relação a marcas e produtos

�� Qual é o significado de uma afirmação única?

�� O significado do termo afirmação básica

�� O que é justificativa da afirmação básica

�� O que são atributos complementares?

Posicionamento é um termo vastamente empregado em comunicação, e ao contrário de muitos termos originários da língua inglesa, encontrou uma tradução prontamente adaptada ao português. Posicionamento entrou com muita facilidade no vocabulário da comunicação no Brasil, em compensação o termo mercadologia jamais conseguiu se equiparar ao termo marketing.

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Medium 9788536303086

Capítulo 1 - A lingüística e a língua de sinais brasileira

Quadros, Ronice Müller de Grupo A PDF

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A LINGÜÍSTICA E A LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA

“A lingüística tem por único e verdadeiro objeto a língua encarada em si mesma e por si mesma.”

(Ferdinand Saussure)

O QUE É LINGÜÍSTICA?

A lingüística é o estudo científico das línguas naturais e humanas. As línguas naturais podem ser entendidas como arbitrária e/ou como algo que nasce com o homem. Essas duas correntes estão relacionadas aos pensamentos filosóficos que se originaram com Platão e Aristóteles. Este último era naturalista quanto às proposições e convencionalista quanto às palavras, pois considerava que as coisas eram infinitas e as palavras eram finitamente determinadas pelos seres humanos. Nesse sentido, a lingüística estruturalista se desenvolveu (Saussure, 1916).1

Por outro lado, Platão era naturalista quanto às palavras, assumindo que a linguagem nasce com o homem. Daí surge o famoso “Problema de Platão”, amplamente discutido nas versões mais atuais da lingüística: como sabemos tanto diante de tão pouca evidência? De forma ainda mais específica, como uma criança com tão pouca informação em tão pouco tempo é capaz de produzir a complexidade das línguas? Buscar saber sobre os princípios que constituem a faculdade da linguagem humana, possibilita o avanço em direção à solução do “Problema de Platão”. Faculdade da linguagem deve ser entendida aqui como um componente da mente humana. A natureza dessa faculdade é o objeto da teoria da estrutura lingüística que objetiva descobrir os princípios e os elementos comuns das línguas humanas. Essa teoria é chamada de gramática universal – GU. A GU é uma caracterização com princípios biologicamen-

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Medium 9788521625971

3 - Articulação e grafia das consoantes portuguesas

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

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Articulação e grafia das consoantes portuguesas*

Do ponto de vista fonológico, as consoantes portuguesas são margens silábicas, cujo centro é a vogal. Do ponto de vista fonético, são articulações, ou seja, emissões com obstáculos.

As consoantes somente se tornam articulações plenas quando estão situadas antes de vogal, no seio da sílaba: /kanáL/, /baRbéiru/, /díSku/, /taléNtu/,

/sóNbra/ canal, barbeiro, disco, talento, sombra. As letras que aparecem em maiúscula na transcrição fonológica, e sem estarem sublinhadas na ortográfica, consideram-se arquifonemas, conjuntos de traços distintivos comuns a dois ou mais fonemas, ou seja, articulações que perdem algum traço distintivo na sua produção por estarem situadas no fim da sílaba. Assim, podemos pronunciar [kanál:] ou

[caná:], [barbéj:ru] ou [babéj:ru], [dís:ku] ou [di:ku], [tale:tu] ou [tale:tu],

[sõ:bra] ou [sõm:bra] canal, barbeiro, disco, talento, sombra.

Existem quatro arquifonemas em português: /N/, /L/, /S/, /R/ (cf. item

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Medium 9788565848701

Capítulo 2 - Aquisição da habilidade de leitura de palavras e sua influência na pronúncia e na aprendizagem do vocabulário

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF

Aquisição da habilidade de leitura de palavras e sua influência na pronúncia e na aprendizagem do vocabulário1

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Linnea C. Ehri

Um dos grandes mistérios que desafia os pesquisadores é como as pessoas aprendem a ler e a compreender textos com facilidade e rapidez. Quando as pessoas leem um texto, suas mentes se enchem de ideias. A rota para estas ideias se dá através das palavras escritas individuais. Estudos sobre o movimento dos olhos durante a leitura mostram que, quando os leitores leem um texto, seus olhos recaem em praticamente todas as palavras (Rayner; Pollatsek, 1989). As palavras são unidades muito confiáveis para os olhos dos leitores processarem, porque são sempre escritas da mesma forma. Em contraste, as correspondências letra-som podem variar, especialmente em inglês. O mesmo som pode ser escrito de mais de uma maneira, e uma mesma letra pode simbolizar mais do que um som. E mais: palavras escritas ativam significados, enquanto letras isoladas, não. Isso indica que as palavras são a unidade básica que os olhos dos leitores captam e processam para construir significado a partir do texto. A chave para entender como a habilidade de leitura se desenvolve consiste em compreender como os leitores iniciantes aprendem a reconhecer palavras escritas automaticamente e com precisão (Ehri, 1980,

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Medium 9788536303086

Capítulo 4 - A sintaxe espacial

Quadros, Ronice Müller de Grupo A PDF

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A SINTAXE ESPACIAL

A língua de sinais brasileira, usada pela comunidade surda brasileira espalhada por todo o País, é organizada espacialmente de forma tão complexa quanto às línguas orais-auditivas. Analisar alguns aspectos da sintaxe de uma língua de sinais requer “enxergar” esse sistema que é visuoespacial e não oral-auditivo. De certa forma, tal desafio apresenta certo grau de dificuldade aos lingüistas; no entanto, abre portas para as investigações no campo da Teoria da Gramática enquanto manifestação possível da capacidade da linguagem humana. A organização espacial dessa língua, assim como da

ASL – Língua de Sinais Americana – (Siple, 1978; Lillo-Martin, 1986; Fischer,

1990; Bellugi, Lillo-Martin, O’Grady e van Hoek, 1990), apresenta possibilidades de estabelecimento de relações gramaticais no espaço, através de diferentes formas.

No espaço em que são realizados os sinais, o estabelecimento nominal e o uso do sistema pronominal são fundamentais para tais relações sintáticas.

Qualquer referência usada no discurso requer o estabelecimento de um local no espaço de sinalização (espaço definido na frente do corpo do sinalizador), observando várias restrições. Segundo Baker e Cokely (1980, p.227) e Loew

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Medium 9788584290512

Capítulo 2 | Os visografemas

Mariângela Estelita Barros Grupo A PDF

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Os visografemas

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s símbolos/letras utilizados na ELiS são denominados visografemas, por serem formas gráficas que representam elementos visuais, os quais compõem as línguas de sinais. Nem todos os elementos visuais que fazem parte das línguas de sinais, ou mesmo de uma língua de sinais especificamente, estão representados por visografemas. Sistema de escrita algum representa todos os elementos de uma língua, pois, ainda que isso fosse possível, seria inviável para um sistema que se pretendesse aplicável para uso cotidiano.

Assim, a ELiS também não representa todos os elementos das línguas de sinais, porém, organiza-os de maneira a possibilitar a escrita de qualquer sinal em, hipoteticamente, qualquer língua de sinais.

Na ELiS, há um total de 95 visografemas divididos em quatro grupos: configuração de dedos (CD), com 10 visografemas; orientação da palma (op), com seis visografemas; ponto de articulação (pa), com 35 visografemas; e movimento (M), com 44 visografemas.

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Medium 9788522475063

8 - Cidadania ativa e liberdade de informação

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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Cidadania ativa e liberdade de informação

Adriana Studart

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expressão calcada por Hannah Arendt, “direito de ter direitos”, em seu Origens do totalitarismo, ressoa como uma melodia diante de tantas supressões ocorridas e sentidas todos os dias ou até mesmo diante das dificuldades para o exercício efetivo do alcance da expressão, mormente considerando o desconhecimento pelos cidadãos de caminhos legais simplificados e acessíveis, em busca de suas respostas.1

O arcabouço legislativo brasileiro, ao mesmo tempo em que assegura evoluídos direitos em diplomas modernos e de longo alcance humano (como aqueles inseridos no Estatuto da Criança e do Adolescente),2 isola o brasileiro, deixandoo à mercê sobre como, onde e de que modo agir face a possíveis violações a esses direitos fundamentais tidos como basilares para o exercício de sua dignidade e cidadania.

Em nosso país, diante do inegável universo de leis,3 em meio a uma grave crise de leitura (leia-se cultura, como pano de fundo), a indagação persiste: como

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Medium 9788565848701

Capítulo 1 - Entre a pré-leitura e a leitura hábil: condições e patamares da aprendizagem

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF

Entre a pré-leitura e a leitura hábil: condições e patamares da aprendizagem1

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José Morais, Isabel Leite e Régine Kolinsky

A leitura é uma forma específica de processamento de informação, e a aprendizagem da leitura é, portanto, a aprendizagem desses processos.

Em uma definição mais aprofundada, ler é transformar representações gráficas da linguagem em representações mentais da sua forma sonora e do seu significado. Quando se trata de um texto, o objetivo da leitura é poder apreender o seu sentido.

Os dois componentes do processamento na leitura

A leitura requer uma habilidade específica e um conjunto de capacidades mais ou menos gerais. A habilidade específica é a habilidade de identificação das palavras escritas. Ela é específica porque, embora de grande impacto cognitivo, por exemplo na aquisição de conhecimento, não serve para nenhuma outra função, e os circuitos cerebrais que a sustentam são criados durante a aprendizagem da leitura.

O conjunto de capacidades mais ou menos gerais que intervém na leitura é muito variado: inclui atenção, memória de trabalho, conhecimento lexical e da gramática da língua, conhecimento semântico e enciclopédico, raciocínio, capacidades de análise e de síntese, tudo o que também é mobilizado no processamento da informação veiculada pela fala. Diz-se

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Medium 9788521619017

Capítulo XII - RACIOCÍNIO: SILOGISMOS ATENUADOS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

Capítulo XII

RACIOCÍNIO: SILOGISMOS ATENUADOS

Silogismos atenuados são aqueles raciocínios válidos, mas imperfeitos, pois não cumprem a oitava regra: A conclusão acompanha sempre a parte mais fraca; se uma premissa é negativa, a conclusão será negativa; se uma premissa é particular, a conclusão será particular.

Entenderemos a imperfeição estudando cada um deles, nove em total.

NOTA. Constantes e variáveis: x = universo (neste caso, pessoas);  = todos;

 = alguns;  = e;  = implica; ¬ = não; D = doente; F = febril; A = aluno; S = saudável.

12.1. Primeira figura silogística

Primeira figura silogística: modelo atenuado BARBARI

B

A

R

B

A

R

I

Todos os febris são doentes. termo médio

termo maior

Todos os alunos são febris. termo menor

termo médio

Alguns alunos são doentes. termo menor

termo maior

O silogismo BARBARI é considerado válido, mas atenuado (imperfeito), porque a conclusão é particular afirmativa e não universal afirmativa, como pedem as premissas.

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Medium 9788522475063

7 - Comunicação e cidadania

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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Comunicação e cidadania

Marcia Yukiko Matsuuchi Duarte

O debate sobre a potencialidade da comunicação e, conseqüentemente, das no-

vas mídias como rede possibilitadora do exercício de uma renovada democracia direta é permanente e deságua na questão da cidadania e nas peculiaridades do caso brasileiro. O problema da cidadania no Brasil não se limita à sua dimensão política, enquanto direito, mas em se definir quem pode exercê-la e em que termos. Dependendo do momento histórico1 e do lugar, somente parcelas da população brasileira puderam exercer plenamente sua cidadania, porque uma das grandes dificuldades do país residiu na incapacitação política dos cidadãos, que é diretamente proporcional ao grau de domínio dos recursos sociais e de acesso a eles.

No Brasil, a aquisição de direitos em nível legal foi uma grande conquista da sociedade e de seus movimentos, mas a democratização do campo socioeconômico ainda tem um longo caminho a ser percorrido, pois são enormes os problemas gerados pela concentração de renda, a precariedade da formação cultural e o difícil acesso à educação formal básica, e a limitada participação política na discussão e definição dos temas de interesse coletivo (PERUZZO, 2003, p. 286-287).

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Medium 9788522475063

3 - Comunicação pública, esfera

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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Comunicação pública, esfera pública e capital social

Heloiza Matos

A análise da comunicação pública acompanha a natureza do conceito e os mar-

cos da sua evolução histórica – enquanto modelo teórico-instrumental do sistema político para mediar interações comunicativas entre o Estado e a sociedade.

Embora se considere a centralidade do governo como agente do processo, destacam-se também outras possibilidades: a comunicação pública do ponto de vista da sociedade organizada e do cidadão, ambos como elementos essenciais na implementação do conceito.

Na primeira parte, o texto retoma reflexões que apresentam o estado-da-arte da comunicação pública no Brasil e em alguns países europeus, pioneiros na abordagem e na práxis do conceito. Na sequência, propõe-se uma reflexão sobre a esfera pública, entendida além das dimensões institucionalizadas, e uma sistematização da comunicação pública como espaço plural para a intervenção do cidadão no debate das questões de interesse público.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 4 - O HOMEM COM SUA PERSONALIDADE: REALIDADE BASE

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A PDF

A Linguagem Oral na Educação de Adultos

CAPÍTULO

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4

O Homem com sua Personalidade,

Realidade Base

A personalidade do homem é a soma de suas emoções, temores, interesses, estado de ânimo, estado psicofísico, passado e presente, seus desejos e expectativas, suas motivações, sua cultura e seus costumes, sua raça, sua situação socioeconômica, sua profissão e ocupação, sua sensibilidade e sentimentos, seus gostos, seus complexos, sua herança, suas ambições e seus bens, o dia, o clima, etc.

O todo, que torna essa pessoa única e irrepetível, com dignidade, liberdade e com capacidade de ser. Isso é o que nos torna, fundamentalmente, pessoas.

As estimulações e impressões que recebe da realidade e a expressão de seu eu interior encontram-se condicionadas por ela e são mostradas por meio da expressão dos aspectos genuínos desse eu ou bem, em seu agir disfarçado e encoberto como autodefesa ou repressor da expressão dos outros, se atua num papel mais ofensivo.

Ao considerar a realidade base, há uma que é a fundamental: o grande desejo de capacitação do participante. Problemática pessoal que, por outro lado, o leva a participar num curso de educação de adultos.

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Medium 9788536301976

Capítulo 2: Novos espaços-tempos de formação

Philippe Perrenoud Grupo A PDF

Novos espaços-tempos de formação

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Q

uem quiser suprimir a reprovação e descompartimentalizar as séries anuais investirá os ciclos de aprendizagem plurianuais dessa esperança. Em certos sistemas, isso já representa um avanço maior. Em outros, atribuir-se-ão aos ciclos maiores ambições. Neste livro, os ciclos de aprendizagem são concebidos e defendidos como novos “espaços-tempos de formação”, que favorecem presumidamente uma maior igualdade na escola por meio de:

• uma pedagogia diferenciada, baseada em uma avaliação formativa;

• percursos diversificados de formação.

A meta é que todos os alunos atinjam os objetivos no final da formação escolar ao mesmo tempo, mas, se necessário for, tomando caminhos diferentes.

Este capítulo propõe um primeiro desenvolvimento desses elementos, sob a forma de nove teses já mencionadas na introdução. Cada uma delas será brevemente enunciada e comentada, para sugerir primeiramente uma visão global. Um ciclo de aprendizagem é um sistema de trabalho que tem de ser considerado em todos seus componentes. Os temas mais cruciais serão retomados de maneira mais aprofundada em outros capítulos.

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Medium 9788521624578

Capítulo 5 - Semântica

LYONS, John Grupo Gen PDF

Capítulo 5

Semântica

5.1 A diversidade do significado

A semântica é o estudo do significado. Mas o que é o significado? Os filósofos vêm debatendo a questão, com referência especial à linguagem, já há bem mais de dois mil anos. Ninguém conseguiu ainda apresentar uma resposta satisfatória. Uma das possíveis razões para isso é que, da forma como está elaborada, a pergunta é irrespondível. Apresenta duas pressuposições que são, no mínimo, problemáticas:

(a) de que aquilo a que nos referimos com a palavra ‘significado’ tem algum tipo de existência ou realidade; (b) que tudo aquilo a que nos referimos usando esse termo apresenta uma natureza semelhante, se não idêntica. Podemos chamar a uma de (a) pressuposição de existência e a outra de (b) pressuposição de homogeneidade.

Não quero dizer que ambas sejam falsas, mas simplesmente que são filosoficamente controvertidas. Muitas são as introduções à semântica que passaram por cima desse fato. Neste capítulo tentaremos não nos comprometer com nenhuma das duas.

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Medium 9788565848916

Capítulo 11 - Como manejar o tempo na academia

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF

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Como manejar o tempo na academia

Maria Clara P. de Paula Couto

Imagine, por um momento, a seguinte cena: Você tem uma tarefa importante para fazer. Há um prazo estabelecido para a sua entrega: um mês. Hoje, ao pensar na tarefa, você percebe que afinal já se passaram vinte dias e que, portanto, restam-lhe apenas dez dias para fazê-la. A essa altura, você começa a se sentir um pouco preocupado(a), mas ainda tem aquela convicção de que funciona melhor sob pressão, logo é possível adiar um pouco mais porque ao fim vai dar tudo certo. Agora faltam cinco dias para o final do prazo, o(a) seu(sua) orientador(a) pede que você se envolva em outra atividade, que provavelmente lhe ocupará mais um dia e meio – você aceita mais esse trabalho.

Ao final de dois dias, você finalmente começa a trabalhar no que interessa.

Pensa: Nossa, mas essa tarefa é muito mais trabalhosa do que imaginei! Então, você se desdobra e passa por três dias estressantes. Termina a tarefa em cima da hora, mas não consegue fazê-la tão bem como gostaria e acaba por se sentir insatisfeito(a) com você e com o seu desempenho.

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