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O

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

O

O diabo a quatro

A expressão é de origem francesa (faire le diable à quatre) e provém de representações teatrais medievais, em que o diabo frequentemente aparecia. Para diabrurinhas, lá vinha um ou dois diabos; para diabruras de porte, o autor da representação usava quatro diabos, que faziam um grande barulho e confusão. Daí o diabo a quatro significar coisas espantosas, grande confusão. Popularmente, a expressão ganhou uma variação grosseira: o caralho a quatro.

Obrigado

Do latim obligatus, particípio de obligare (ob + ligare), ligar, amarrar, em volta de.

O agradecimento é uma forma reduzida do seguinte: “Eu fico obrigado a lhe retribuir esse favor.”

Por isso, a mulher deve agradecer dizendo “obrigada”.

Obtuso

Do latim obtusu, particípio do verbo obtundere, bater com força, enfraquecer, formado de ob-, contra + tundere, bater, origem do português tunda, surra.

O ângulo obtuso (maior que o reto) é aquele cuja ponta angular foi, de certa forma, enfraquecida, atenuada.

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Parte I - 3 Comunicações Organizacionais

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

3

Comunicações Organizacionais

1 Introdução

Até os anos de 1970, a comunicação foi tratada do ponto de vista da comunicação de negócios, com ênfase na habilidade dos interlocutores e na qualidade das mensagens escritas e orais. Os anos de 1980 ampliaram esses horizontes, e os estudos de comunicação passaram a ocupar-se da perspectiva estratégica. Comunicações organizacionais, portanto. Essa ampliação da disciplina é resultado da percepção das imbricações entre discurso, comportamento e simbolismo organizacional. A comunicação, por estar comprometida com o discurso e o comportamento humano, situa-se num espaço entre ciência e arte, por onde passam a Psicologia, a Sociologia, a Antropologia, a Filosofia, a Ética, a Linguística, a Semiótica. E um dos resultados dessa nova perspectiva é a reflexão crítica sobre o discurso organizacional e a análise de seu funcionamento e de seus resultados e efeitos no âmbito interno e externo das organizações. As próprias organizações passaram a ser compreendidas como discurso.

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L

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L

Lacônico

Duas cidades-estado disputaram a hegemonia na Grécia antiga: Atenas e Esparta. Atenas foi o centro comercial e cultural da Grécia, atraindo comerciantes e artistas de outras regiões.

Esparta, antes de tudo, foi uma fábrica de guerreiros. Se uma criança nascia com algum defeito físico que a tornasse imprestável para o combate, era simplesmente atirada do alto de um monte. Aos sete anos, os jovens passavam a ser propriedade do Estado e recebiam uma formação rigorosíssima, cheia de sacrifícios para se tornarem guerreiros fortes e resistentes. Usavam poucas roupas, comiam apenas o necessário e, no inverno, diariamente se banhavam nas águas gélidas do rio Eurotas. Uma vida... Espartana (o adjetivo veio daí).

Graças a essa, digamos assim, educação, e à sua dedicação exclusiva à beligerância, os espartanos cresciam e morriam praticamente analfabetos. Eram como o cantor Leo Jaime uma vez definiu os frequentadores assíduos das academias de ginástica: abdomens definidos, ideias confusas.

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8 Atestado

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

8

Atestado

1 Redação

1.1 Atestado

Atestado é uma declaração, um documento firmado por uma autoridade em favor de alguém ou algum fato de que se tenha conhecimento. É um documento oficial com que se certifica, afirma, assegura, demonstra algo que interessa a outrem.

ATESTADO

DE IDONEIDADE MORAL

Eu, . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ., atesto para os nome

profissão

devidos fins que conheço . . . . . . . . há . . . . . . . . (. . . .) anos e que é pessoa de alto conceito, digna de toda confiança e que nada existe que possa desaboná-la.

Por ser expressão de verdade, firmo o presente atestado.

. . . . . . . . . . . . . . . . . ., . . . de . . . . . . . . . . . . . de 200X.

(a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2 Gramática

2.1 Pronome pessoal

O traço definidor dos pronomes pessoais (eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas) é sua capacidade de identificar de forma pura a pessoa gramatical.

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X

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X

Xeque-mate

Do persa xāh (rei) māt (morto), através do árabe xāyh māka.

O xah (rei) persa, também através do árabe, deu no português xá e xeque, que, em inglês, é sheik. Assim, em português, diz-se que um chefe muçulmano é um xeque e não um sheik. E milk shake não é o resultado do cruzamento de xeque com vaca.

Xerox

A história da xerox começa com dois fatos ocorridos no mesmo país, Estados

Unidos, e no mesmo ano, 1906: o nascimento de Chester Carlson em Seattle e a fundação da Haloid Company, em Rochester (NY), fabricante e vendedora de papel fotográfico.

Carlson se formou em física, mas, em plena Grande Depressão, só conseguiu emprego num escritório de advocacia em Nova Iorque. Mais que advogados, o que particularmente irritava Carlson era a tortura de fazer cópias e mais cópias de documentos, através de processos fotográficos e fotostáticos, caros e lentíssimos.

Com um dinheirinho emprestado pela sogra, Carlson montou uma pequena oficina no Queens e passou três anos pesquisando como fazer cópias mais rápidas e baratas, com a ajuda do amigo Otto Kornei, um físico alemão. Em 1938, a dupla conseguiu a primeira imagem eletrofotográfica (a palavra “xerografia” ainda não existia).

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5 Como Escrever Relatórios

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

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Como Escrever Relatórios

1 Comunicações internas e externas

A organização de uma empresa depende basicamente do fluxo de informações relacionadas com as pessoas, interna e externamente, e sobre ela. A comunicação interna permite à empresa ter consciência de si mesma, adaptar-se ao ambiente. A comunicação externa permite a realização de negócios.

Uma empresa, para ser eficaz, depende de seus padrões de comunicação atuais ou passados, tanto internos como externos.

A comunicação externa é realizada da empresa para fora e vice-versa.

O sucesso de uma empresa depende em grande parte das transações de comunicação que deve haver entre seus membros e dos membros com o ambiente externo.

O administrador que não transmite informações, que não comunica seus objetivos a seus subordinados, que não avalia a efetividade de sua comunicação não pode esperar desempenho positivo de sua empresa. A secretária deve auxiliá-lo nesta tarefa de busca e transmissão de informações. E a ela compete manifestar sempre interesse pela compreensão dos objetivos da empresa. Quando estes não forem explícitos, deverá procurar, através do diálogo, descobrir para onde a empresa está indo e ajudar seu executivo a manifestar-se claramente.

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N

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N

Nada

Nas construções negativas, os romanos, para serem enfáticos, usavam frequentemente a expressão res nata, coisa nascida. Res é coisa (na função de objeto direto

é grafado rem); nata é o particípio feminino do verbo nascere, nascer. Assim, os romanos diziam non vidi rem nata, não vi coisa nascida, non audio rem nata, não ouço coisa nascida etc.

Antes de criticarmos os romanos, olhemos o próprio rabo. As negações enfáticas são muito frequentes no português: “não sei nada”, “não vi ninguém”. São expressões gramaticalmente corretas mesmo agredindo a lógica, já que, ao pé da letra, matematicamente, uma negação contradiz a outra: “não sei nada” = sei algo; “não vi ninguém” = vi alguém.

Também são comuns, corretas e igualmente ilógicas negações enfáticas como

“não sei não”, “não vi não”. Para negar sem ênfase, joga-se fora o segundo “não”.

Já o nordestino brasileiro muitas vezes omite o primeiro e diz “sei não”, “vi não”.

De volta à Roma. Daquela expressão rem nata, os portugueses e os espanhóis ficaram com o nata, que originou nada.

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Q

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Q

4711

4711 é a marca de uma famosa água-de-colônia.

No início do século XIX, o banqueiro Ferdinand Muhlens vive na cidade prussiana (hoje alemã) de Colônia. Ele oferece refúgio a um monge, que, em retribuição, o presenteia com um papel contendo o número 4711 e uma fórmula secreta para fazer uma “Aqua Mirabilis” (água milagrosa), que era um perfume.

O banqueiro gosta da ideia e dá início à produção da primeira e legítima águade-colônia.

Seis anos depois, Napoleão ocupa Colônia. Para os franceses, dominar a Prússia até que não foi difícil, complicado mesmo era entender a grafia da língua local.1

Os soldados franceses vão à fábrica de Muhlens, na rua Glockengasse, e começam a examinar seus papéis, aturdidos naquele mar de palavras inexpugnáveis.

Onde, diabos, Muhlens teria escondido as vogais? Já estão prestes a mandar chamar o compatriota Champollion, que anda ocupado com algo parecido, quando constatam, aliviados, que os números alemães são iguaizinhos aos franceses. Quer dizer, da papelada toda só conseguem mesmo decifrar uma coisa: 4711. Então, escrevem o número com giz no muro da fábrica, como se fosse a identificação do endereço do imóvel: Glockengasse, 4711. Muhlens se inspira nisso para batizar seu perfume.

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U

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U

Uísque

Do inglês whisky ou whiskey, que veio da abreviação de uma palavra em gaélico

(língua falada na Irlanda e na Escócia pelos celtas, povo indo-germânico): uisgebeatha, literalmente água da vida — uisge (água) + beatha (do grego bíos, vida). Agora, tente convencer o seu médico.

A palavra aguardente (água + ardente) também aparece com o sentido de

água da vida em vários idiomas, como no francês, eau-de-vie, e no italiano, acquavite, o que é explicado pela alquimia.

Tudo começou em 1300, quando o alquimista espanhol Arnau de Villanova destilou o vinho e obteve álcool, em razoável estado de pureza, pela primeira vez. O líquido foi chamado, em latim, de spiritus vini, espírito do vinho, porque os alquimistas acreditavam que o álcool seria a essência, o espírito do seu elemento original (em inglês, a palavra spirits é um nome genérico para bebidas alcoólicas destiladas). Os alquimistas achavam que o álcool era o elixir da longa vida que tanto procuravam e o chamaram de acqua vitae, água da vida em latim. Entusiasmado com sua descoberta, Villanova certa vez disse que o álcool “fortalecia o corpo e prolongava a vida”. Provavelmente estava de porre.

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26 Dissertações Científicas

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

26

Dissertações Científicas

1 Redação

1.1 Conceito de dissertação

Define-se texto dissertativo como tipo de discurso em que se faz exposição de ideias; em que o emissor expõe seus pensamentos sobre um assunto.

Tipo de texto que interpreta e analisa, por meio de conceitos abstratos, dados da realidade. As características principais da dissertação são: é um conjunto de juízos sobre um assunto; é própria de temas abstratos, de textos críticos, de teses, da explanação de uma argumentação. Um texto dissertativo deve oferecer ao leitor um tratamento novo do assunto, apresentar observações, reflexões, avaliação. Seu desenvolvimento implica a análise de fatos apresentados, bem como sua discussão e argumentação. Nesse tipo de texto, o emissor expõe ideias, discorre sobre determinado assunto, argumenta. Exige aprimoramento intelectual, como conhecimento do assunto, prática do raciocínio e clareza de expressão.

As dissertações envolvem exposição de pontos de vista, argumentos, que visam convencer, ou dar a conhecer o resultado de uma pesquisa, de um estudo.

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1 Relações Humanas

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1

Relações Humanas

1 Conceito

Relações Humanas é uma disciplina que tem por objetivo a investigação de fatos relativos ao estabelecimento de normas em vista de uma convivência melhor dos seres humanos na empresa, no lar, na escola. Vale-se sobretudo da Psicologia Humana para determinar as normas do bom relacionamento (DORIN, 1978, p. 246-247). Para

Agostinho Minicucci (1984, p. 18), “o termo Relações Humanas tem sido empregado, com frequência, para referir-se a relações interpessoais’’.

Relações Humanas é o estudo do comportamento humano e não de normas de boas maneiras (como portar-se à mesa, como viver em comunidade).

Da secretária moderna exigem-se não só conhecimentos econômicos e técnicofinanceiros, como também de comportamento interpessoal e compreensão das pessoas com quem se relaciona. Para bem compreender as pessoas, é necessário colocar-se dentro do mundo psicológico delas.

Para Williams (1972, p. 37),

“a menos que façamos uma tentativa sistemática para compreender o comportamento humano, as ações das pessoas com as quais entramos em contato não terão frequentemente nenhum significado para nós. É importante conservar em mente, no entanto, que mesmo uma extensa experiência de relações humanas e um profundo conhecimento da mecânica do comportamento não possibilitarão a um indivíduo compreender a si mesmo e/ou seus companheiros, além de certo limite’’.

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Parte I - 4 Eficácia nas Comunicações Administrativas

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

4

Eficácia nas Comunicações

Administrativas

1 Introdução

O objetivo deste capítulo é expor técnicas que auxiliem a secretária a desenvolver com efetividade suas atividades que envolvem comunicação.

As organizações necessitam, para sua sobrevivência, de canais de comunicação que proporcionem relacionamento agradável, harmonioso e eficaz com o ambiente interno e externo.

Comunicação administrativa é um sistema de informação estabelecido para favorecer aqueles que ocupam funções administrativas numa organização.

O termo comunicação é geralmente considerado evidente quanto a seu significado. E tal fato é talvez a causa por que alguns textos oriundos de empresas apresentem problemas de eficácia de comunicação. Determinadas falhas seriam facilmente sanáveis se não houvesse a pretensão de possuir conhecimento suficiente para nada ignorar ou poder aprender. A indisposição à aprendizagem de técnicas de comunicação oral e escrita gera barreiras a qualquer inovação sobre a matéria.

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4 Eficácia nas Comunicações Administrativas

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

4

Eficácia nas Comunicações

Administrativas

1 Introdução

O objetivo deste capítulo é expor técnicas que auxiliem a secretária a desenvolver com efetividade suas atividades que envolvem comunicação.

As organizações necessitam, para sua sobrevivência, de canais de comunicação que proporcionem relacionamento agradável, harmonioso e eficaz com o ambiente interno e externo.

Comunicação administrativa é um sistema de informação estabelecido para favorecer aqueles que ocupam funções administrativas numa organização.

O termo comunicação é geralmente considerado evidente quanto a seu significado. E tal fato é talvez a causa por que alguns textos oriundos de empresas apresentem problemas de eficácia de comunicação. Determinadas falhas seriam facilmente sanáveis se não houvesse a pretensão de possuir conhecimento suficiente para nada ignorar ou poder aprender. A indisposição à aprendizagem de técnicas de comunicação oral e escrita gera barreiras a qualquer inovação sobre a matéria.

A eficácia de uma comunicação é determinada pela compreensão que se tem do processo de comunicação.

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W

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W

Wella

A história da fabricante de cosméticos para cabelos começa em 1872, na região de Thuringia, na Alemanha. Um cabeleireiro chamado Franz Ströher decide confeccionar e vender perucas. O negócio prospera e em 1880 ele funda sua empresa.

Depois da Primeira Guerra Mundial, na década de 1920, entra na moda um corte de cabelo feminino, bem curtinho, chamado Bob (no século XVIII, existia uma peruca Bob, bem curta, usada pelos homens que não tinham recursos para comprar perucas longas). Com isso, as perucas saem de moda, mas a fábrica do

Sr. Ströher não fecha as portas e, em 1924, passa a fazer produtos para cabelos.

No mesmo ano, sua marca, Wella, é patenteada na Alemanha.

O nome veio do alemão welle, onda. A logomarca da Wella traz o desenho de uma mulher de perfil, com cabelos longos e ondulados ao vento.

White Horse

O uísque foi vendido pela primeira vez em 1890 na White House Inn, uma taverna em Edimburgo, localizada no beco White Horse, de onde partiam as carruagens que iam para Londres.

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Parte III - 5 O PARÁGRAFO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF

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O PARÁGRAFO

Conceitos

Qualidades do parágrafo

Estrutura do parágrafo

Tópico frasal

Desenvolvimento

Conclusão

Formas de desenvolvimento do parágrafo

Organização do texto: coesão entre os parágrafos

Exemplário para análise de estrutura de parágrafo, identificação do tópico frasal etc.

Livro 1.indb 83

3/11/2009 18:12:01

84

Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Conceitos

Parágrafo é a unidade de composição do texto que apresenta uma ideia básica à qual se agregam ideias secundárias relacionada pelo sentido.

Conceituando-se o parágrafo como unidade de ideias, verifica-se que o parágrafo de descrição deve corresponder a cada aspecto do objeto descrito; o parágrafo de narração reflete cada fato da sequência narrada; o de dissertação corresponde a cada argumento ou raciocínio.

De maneira geral, nos textos bem escritos, a cada parágrafo relaciona-se uma ideia importante.

É variável a extensão do parágrafo: pode conter apenas uma frase ou alongarse por uma página inteira. A tendência moderna é a intercalação de parágrafos curtos aos de média extensão. Não se usam, atualmente, parágrafos demasiadamente longos.

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