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Medium 9788527732857

2 - Fundamentos para o Estudo da Dietética

DOMENE, Semíramis Martins Álvares Grupo Gen PDF

Capítulo 2

Fundamentos para o

Estudo da Dietética

Objetivos de estudo, 26

Introdução, 26

Indicadores de rendimento, 27

Técnicas para pesagem de alimentos e medidas caseiras, 32

Análise sensorial de alimentos, 37

Ficha técnica de produtos alimentares industrializados, 47

Receita padrão ou ficha técnica da preparação, 50

Técnicas de preparo e conservação de alimentos, 54

Habilidade culinária e confiança para cozinhar, 56

Considerações finais, 89

Domene 02.indd 25

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26

Técnica Dietética | Teoria e Aplicações

Objetivos de estudo

• Estudar as etapas do processo de trabalho envolvido nos ensaios com alimentos

• Exercitar técnicas de pesagem de alimentos

• Conhecer os indicadores de rendimento empregados para o planejamento de cardápios e exercitar a previsão de compras

• Conhecer as técnicas básicas para o preparo de alimentos a partir do estudo dos modos de transferência de calor

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Medium 9788527716109

29 Micoses Causadas por Leveduras do Gênero Candida

ZAITZ, Clarisse Grupo Gen PDF

29

Micoses Causadas por Leveduras do Gênero Candida

Valéria Maria de Souza Framil

IēęėĔĉĚİģĔ

EĈĔđĔČĎĆ

A infecção cutânea, mucosa ou sistêmica causada por leveduras do gênero Candida é denominada candidíase. Casos de candidíase são descritos desde a antiguidade, e a principal espécie patogênica do gênero é a Candida albicans, descrita pela primeira vez por Langenbeck em 1839, em afta de paciente com febre tifoide (Lacaz, 2002). No início do século

XX acreditava-se que a única espécie patogênica para o homem era a Candida albicans.

No entanto, a partir da década de 1950, estudos complementares demonstraram outras espécies também patogênicas, como Candida tropicalis, Candida glabrata, Candida krusei,

Candida parapsilosis, Candida kefyr, Candida lusitaniae, Candida inconspicua, Candida rugosa, Candida dubliniensis e Candida guilliermondii (Abi-Said et al., 1997; Merz et al., 1986; Pfaller, 1995). Numerosos estudos atualmente indicam que C. albicans é mais frequente do que as espécies não albicans, respondendo por 80 a 90% dos casos (BeckSague & Jarvis, 1993; Lacaz, 2002).

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Medium 9788527727440

69 - Reabilitação Vestibular

BOÉCHAT, Edilene Marchini Grupo Gen PDF

69

Reabilitação Vestibular

Carlos Kazuo Taguchi  Yara Aparecida Bohlsen

CC

Introdução

O equilíbrio corporal humano é o resultado da integração de vários sistemas periféricos e estruturas e vias nervosas. Destaca-se o sistema vestibular periférico, o sistema oculomotor, o trato vestibuloespinal, tronco encefálico e cerebelo. As lesões, tanto no nível periférico quanto central, produzem as disfunções vestibulares que se traduzem na perda do equilíbrio corporal. Nesse estado, existe o que denominamos descompensação vestibular no qual a presença de tontura, nistagmos e repercussões neurovegetativas como sudorese, mal-estar, vômitos e náuseas são frequentes. Naturalmente o nosso organismo organiza-se para restabelecer o equilíbrio pelo processo de compensação vestibular que é um processo de adaptação e plasticidade do sistema nervoso central dependente das aferências sensoriais intactas restantes e de algumas estruturas de integração centrais como os núcleos vestibulares e cerebelo1.

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Medium 9788527728614

3 - Redes de Atenção à Saúde | Uma Mudança na Organização e na Gestão dos Sistemas de Atenção à Saúde

VECINA NETO, Gonzalo; MALIK, Ana Maria Grupo Gen PDF

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▌▌

Redes de Atenção à Saúde |

Uma Mudança na Organização e na Gestão dos Sistemas de

Atenção à Saú­de

Eugenio Vilaça Mendes

Introdução

Os sistemas de atenção à saú­de passaram, no final do ­século 20, por reformas que tiveram como base a agenda liberal dos anos 1990 e que se fixaram, em geral, em medidas no campo macroeconômico desses sistemas, tais como a separação das funções regulatórias e prestacionais, a introdução de mecanismos de mercado, a descentralização, os novos arranjos organizativos e os novos modelos de financiamento. Essas reformas, que consumiram muita energia e enormes recursos dos gestores da saú­de, fracassaram porque não alcançaram agregar valor para as pessoas que se utilizam dos sistemas de atenção

à saú­de.

Por isso, neste início do ­século 21, impõe‑se mudar radicalmente o sentido das reformas sanitárias para alinhá‑las com os objetivos dos sistemas de atenção à saú­de que são: o alcance de um nível ótimo de saú­de, distribuí­do de forma equitativa; a garantia da proteção adequada dos riscos para todos os cidadãos; o acolhimento humanizado dos cidadãos; a oferta de serviços efetivos com base em evidências científicas; a oferta de serviços seguros para os profissionais de saú­de e para os cidadãos; a eficiên­cia dos serviços de saú­de; e serviços centrados nas necessidades, expectativas e valores dos cidadãos (Institute of Medicine, 2001; World Health Organization, 2000).

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Medium 9788527718080

Capítulo 5 - Introdução à Farmacovigilância

STORPIRTIS, Silvia; GONÇALVES, José Eduardo; CHIANN, Chang; GAI, María Nella Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 5

Introdução à Farmacovigilância

Murilo Freitas Dias

INTRODUÇÃO

Os atuais métodos de desenvolvimento de medicamentos e as modernas medidas regulatórias, prévias ao seu lançamento no mercado, vêm aumentando a segurança dos produtos farmacêuticos contemporâneos. Porém, novas reações adversas a medicamentos (RAM), de importância para a saúde pública, são identificadas após o período de comercialização, necessitando de um processo adequado de monitorização.

A introdução no mercado de novas classes de medicamentos que utilizam como foco de desenvolvimento o conhecimento do corpo humano, principalmente pelo estudo de nosso código genético, vem expandindo a possibilidade da cura de novas doenças, mas pode trazer conseqüências nocivas inesperadas, com grande potencial de risco à saúde pública se não detectadas a tempo. Este processo se diferencia do desenvolvimento de medicamentos que ocorreu, majoritariamente, até o século

XIX, que buscava identificar produtos naturais ou seus derivados, tais como o ácido acetilsalicílico, sulfonamidas e penicilinas para curar as doenças.

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Medium 9788536702704

Capítulo 100 - Emergências em sangramento genital aumentado

Emilia Inoue Sato; Álvaro N. Atallah; Angelo Amato V. de Paola, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

100

EMERGÊNCIAS EM SANGRAMENTO

GENITAL AUMENTADO

■■ MARAIR GRACIO FERREIRA SARTORI

■■ FERNANDA VIEIRA LINS ARCOVERDE

O sangramento genital aumentado em mulheres não grávidas é uma importante causa de procura ao pronto-socorro . Estatísticas norte- americanas apontam esta como a terceira causa de atendimento ginecológico em caráter de emergência, perdendo apenas para a DIP e as infecções do trato genital inferior.1

O sangramento genital pode ser oriundo de vulva, de vagina, de colo uterino ou de útero. A grande maioria dos casos, porém, refere-se a sangramento oriundo do corpo uterino. A FIGO define como sangramento uterino anormal crônico (SUAc) aquele originado do corpo do útero, que apresente anormalidade no volume, na regularidade e que esteve presente por mais de seis meses.2 Tal sangramento não demandaria intervenção imediata. Em contraposição, o sangramento uterino anormal agudo (SUAa) seria definido por episódio intenso na opinião do clínico, em quantidade suficiente que indicasse intervenção imediata, e que pode acontecer ou não em vigência de SUAc.3

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Medium 9788527729772

1. Avaliação da Perfusão Tecidual no Choque

YU, Luis; MARQUES, Igor Denizarde Bacelar; COSTA, Maristela Carvalho da; BURDMANN, Emmanuel Grupo Gen PDF

1

Avaliação da Perfusão

Tecidual no Choque

Eliézer Silva e Thiago Domingos Corrêa

Introdução

O principal objetivo do monitoramento hemodinâmico em pacientes graves

é a detecção precoce de hipoperfusão tecidual.1 Quando se pensa em choque, tem-se em mente a presença de hipotensão arterial, hipoperfusão tecidual e disfunção de órgãos. Entretanto, ao compreender melhor a fisiopatologia dos estados de choque, percebe-se que é possível conceituá-los como um desequilíbrio entre a oferta e o consumo de oxigênio tecidual, sem haver necessariamente queda da pressão arterial sistêmica.2-4

Esse conceito é extremamente importante, pois a avaliação e o tratamento dos pacientes em choque com base nos parâmetros clássicos de hemodinâmica, como a pressão arterial média (PAM), a pressão venosa central (PVC), a pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP), o índice cardíaco e a diurese, mostraram-se pouco eficazes em identificar hipoperfusão tecidual e metabolismo anaeróbio em pacientes críticos nos estudos mais recentes.5 Tais parâmetros são medidas grosseiras do desempenho hemodinâmico e não possibilitam uma avaliação precoce, além de indicarem a necessidade de perfusão tissular, pois, mesmo com sua adequação, pode haver hipoxia oculta. A disfunção orgânica e a falência de múltiplos órgãos ocorrem frequentemente em pacientes graves, mesmo após a aparente restauração da estabilidade macro-hemodinâmica.1,5

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Medium 9788527731096

19 - Cavidade de Classe I para Substituição de Restauração Deficiente e Restauração com Resina Composta (Dente 26)

MONDELLI, José Grupo Gen PDF

Capítulo

19

Cavidade de Classe I para Substituição de

Restauração Deficiente e Restauração com Resina

Composta (Dente 26)

Materiais e instrumentos necessários yy Toalha plástica para bancada yy Pinça clínica yy Sonda exploradora no 5 yy Espelho clínico plano yy Contra-ângulo convencional yy Escova para limpeza de brocas yy Porta-matriz com matriz de aço de 5,0 mm yy Ponta diamantada esférica no 1014 yy Broca multilaminada de 30 lâminas nos 7802F

yy Colher de dentina no 11 1/2 yy Kit de espátulas para inserção de resina composta yy Resinas compostas yy Pontas de borracha para acabamento de resinas

compostas

yy Escova de carbeto de silício yy Pasta de polimento para resinas yy Disco de feltro para polimento de resinas

e 7404F

Técnica de preparo

As resinas compostas, como qualquer outro material restaurador, têm melhor comportamento clínico quando as técnicas de preparo cavitário são corretamente seguidas. Além disso, a manipulação do material restaurador de acordo com as instruções do fabricante e as técnicas de acabamento e polimento apropriadas são fundamentais.

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Medium 9788536326061

14. Princípios de Doença e Epidemiologia

Tortora, Gerard J. Grupo A PDF

14

Princípios de Doença e Epidemiologia

Agora que você já tem um conhecimento básico sobre as estruturas e as funções dos micro-organismos e alguma ideia da variedade existente, poderemos considerar como o corpo humano e vários micro-organismos interagem em termos de saúde e doença.

Todos nós possuímos mecanismos de defesa para permanecermos saudáveis. No entanto, ainda assim somos suscetíveis a patógenos (micro-organismos que causam doenças). Existe um equilíbrio delicado entre nossos sistemas de defesa e os mecanismos patogênicos dos micro-organismos.

Quando nossos sistemas de defesa resistem a esta capacidade patogênica, nos mantemos saudáveis. Contudo, quando as capacidades patogênicas dominam nossas defesas, o resultado é o surgimento de doença. Uma vez estabelecida a doença, uma pessoa infectada pode se recuperar completamente, sofrer danos temporários ou permanentes, ou morrer.

Na Parte Três, examinaremos alguns dos princípios de infecção e doença, os mecanismos pelos quais patógenos são capazes de gerar doença, as defesas do corpo contra as doenças, e os modos como as doenças microbianas podem ser evitadas pela imunização ou controladas com drogas. Este primeiro capítulo discute os princípios gerais de doença, iniciando com uma discussão sobre o significado e a abrangência da patologia. Na última seção deste capítulo, “Epidemiologia”, você aprenderá como estes princípios são importantes para o estudo e o controle das doenças.

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Medium 9788565852067

Capítulo 31 - Densitometria óssea

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 31 � DENSITOMETRIA ÓSSEA

386

DENSITOMETRIA

ÓSSEA

31

Vera Lúcia Szejnfeld

Osteoporose é uma doença esquelética que se caracteriza por alteração da resistência óssea, predispondo o indivíduo a maior risco de fratura. Resistência óssea engloba aspectos referentes à quantidade óssea, propriamente dita, entre os quais se inclui a quantidade ou densidade óssea e a qualidade óssea que compreende a micro e a macroarquitetura

óssea, a remodelação óssea (formação e reabsorção) e propriedades do material (mineralização, acúmulo de microdanos e deposição do colágeno) (Quadro 31.1).1 A partir da nova conceituação de osteoporose, verifica-se que a densitometria óssea, embora seja ainda um dos principais recursos utilizados no diagnóstico e na monitoração terapêutica da osteoporose, avalia apenas um dos aspectos da resistência óssea, ou seja, sua densidade.

QUADRO 31.1 � COMPONENTES DA

RESISTÊNCIA ÓSSEA

Quantidade óssea

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Medium 9788527731300

PARTE 4: 23 - Vagotomia, Acesso Subdiafragmático

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

23

Vagotomia, Acesso Subdiafragmático

INDICAÇÕES Os resultados a longo prazo da vagotomia estão estreita‑ mente relacionados com a totalidade da técnica e a drenagem eficiente ou ressecção do antro (ver Capítulo 22).

PREPARO PRÉ‑OPERATÓRIO  Procede‑se a uma cuidadosa avaliação da adequação e extensão do tratamento clínico. Os inibidores da bomba de prótons mostram‑se efetivos na maioria dos pacientes, e o abandono do tabagismo e a erradicação do Helicobacter pylori constituem etapas impor‑ tantes do manejo clínico antes da cirurgia. Pode‑se indicar a determinação dos níveis séricos de gastrina em jejum. Úlcera persistente, apesar da tera‑ pia adequada, pode indicar a necessidade de cirurgia. A via laparoscópica é direta e deve ser considerada.

ANESTESIA  Há necessidade de anestesia geral, com anestesia muscular. A inserção de um tubo endotraqueal proporciona condições cirúrgicas mais satisfatórias para o cirurgião, bem como o controle fácil das vias respira‑ tórias para o anestesiologista. Deve‑se introduzir um tubo orogástrico ou nasogástrico para esvaziar o estômago e possibilitar a palpação do esôfago.

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Medium 9788527727655

I

BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith Grupo Gen PDF

I

Impetigo

O impetigo é uma infecção superficial da pele causada por estafilococos, estreptococos ou múltiplas bactérias. As áreas expostas do corpo, como a face, as mãos, o pescoço e os membros, são mais frequentemente acometidas. O impetigo é contagioso e pode espalhar-se para outras partes da pele; além disso, pode disseminar-se para outros membros da família que entrem em contato físico com o cliente ou que usem toalhas ou pentes contaminados com exsudato das lesões. O impetigo é observado em indivíduos de todas as raças e idades. É particularmente comum em crianças que vivem em condições precárias de higiene. Problemas de saúde crônicos, higiene deficiente e desnutrição podem predispor os adultos ao impetigo. É mais prevalente em climas quentes e úmidos

(i. e., mais comum no sudeste dos EUA do que em climas do norte).

Fisiopatologia

A ruptura da integridade da pele possibilita a colonização de bactérias abaixo da superfície cutânea. Os sintomas resultantes consistem em manifestações da infecção bacteriana. As bactérias podem disseminarse na pele por autoinoculação (por arranhadura da própria pessoa e disseminação das bactérias da lesão original para uma área diferente).

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Medium 9788541204392

7 - Envelhecimento Cognitivo

KATZ, Noomi Grupo Gen PDF

Linda L. Levy

7

Envelhecimento Cognitivo

P

raticamente todos os idosos relatam um declínio nas habilidades cognitivas. Resultados de pesquisa também são inequí­vocos ao estabelecer que o aumento da idade está associado a níveis mais baixos de desempenho cognitivo

(Salthouse, 2010a, 2010b). Ao mesmo tempo, o que as pessoas mais temem ao envelhecer não é a perda de suas habilidades físicas, mas a perda de suas habilidades cognitivas (Gatz, 2007). Na medida em que o segmento da população com crescimento mais rápido começa a chegar a idades em que as alterações cognitivas se tornam uma preocupação (até o ano de 2030, 20% dos americanos [1 em 5] estarão acima dos 65 anos de idade [U.S. Department of Health and Human

Services, 2010]), torna-se mais importante entender a natureza complexa do funcionamento cognitivo em idosos.

Nas últimas três décadas, as disciplinas de psicologia cognitiva e de neurociên­cias avançaram muito no entendimento do envelhecimento cognitivo. Para idosos com níveis altos de função física, o declínio cognitivo é a maior amea­ça para sua produtividade geral, sua capacidade de participar plenamente da sociedade e sua qualidade de vida. Para aqueles que vivem com doen­ças e condições médicas crônicas, o declínio cognitivo é a maior amea­ça adicional com relação à participação e à qualidade de vida. Compreender como a cognição muda ao longo da vida oferece aos terapeutas ocupacionais oportunidades maravilhosas para planejar intervenções que promovam a saú­de cognitiva geral, a fim de minimizar os efeitos dos declínios cognitivos no funcionamento ocupacional e facilitar a participação ­ideal daquelas pessoas com perda cognitiva relacionada à idade. Além disso, tais intervenções oferecem uma possibilidade para reduzir e talvez até reverter o declínio do funcionamento cognitivo relacionado com a idade.

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Medium 9788581141152

70 - Disfunção sexual masculina e diabetes

LYRA, Ruy; CAVALCANTI, Ney Grupo Gen PDF

disfunção sexual masculina e diabetes

70

Ricardo M. R. Meirelles

InTroDução

Segundo a conferência de consenso do National

Institutes of Health de 1993, disfunção erétil é defini­ da como incapacidade contínua ou repetitiva de obter ou manter uma ereção suficiente para uma atividade sexual satisfatória.1 Um em cada 10 homens apresenta disfunção erétil, sendo que, naqueles com menos de

40 anos, a prevalência da disfunção erétil é de cerca de

2%, elevando­se para 86% após os 80 anos.2 Calcula­ se que 35% a 75% dos homens com diabetes tenham disfunção erétil.3 Em homens com idade entre 20 e

65 anos, a prevalência de disfunção sexual, incluindo disfunção erétil, problemas de ejaculação e do desejo, foi de 89,2% nos diabéticos, 43,6% nos hipertensos e

16,7% naqueles sem essas doenças.4 Em homens adul­ tos, a disfunção erétil é mais prevalente nos diabéticos do que nos não diabéticos, em todas as faixas etárias.5

Os motivos pelos quais a disfunção erétil é mais frequente e mais precoce no homem com diabetes são vários, incluindo a micro e a macroangiopatia, neu­ ropatia periférica e autonômica, disfunção endotelial, fatores psicológicos e hipogonadismo. Mais que uma queixa exclusivamente sexual, ela pode ser o sinal de alerta para doença cardiovascular subjacente. Afeta não só o seu portador, como sua parceira, podendo comprometer o relacionamento do casal. Por todos esses motivos, é importante que, durante a consul­ ta, seja oferecida ao paciente a oportunidade de fa­ lar sobre sua satisfação com o desempenho sexual.

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Medium 9788527721486

Capítulo 7 - Alterações das Vias Aéreas Traqueia e Brônquios

FUNARI, Marcelo Buarque de Gusmão Grupo Gen PDF

Capítulo

7

Alterações das Vias Aéreas |

Traqueia e Brônquios

Rodrigo Caruso Chate

1 Doenças das vias aéreas centrais

1.1 Doenças focais das vias aéreas centrais

1.1.1 Estenose traqueal pós-intubação

1.1.1.1 Epidemiologia

1.1.1.2 Manifestações clínicas

1.1.1.3 Patologia

1.1.1.4 Achados radiológicos

1.1.1.5 Diagnóstico diferencial

1.1.2 Neoplasias traqueais

1.1.2.1 Epidemiologia

1.1.2.2 Manifestações clínicas

1.1.2.3 Patologia

1.1.2.4 Achados radiológicos

1.1.2.5 Diagnóstico diferencial

1.1.3 Granulomatose de Wegener

1.2 Doenças difusas das vias aéreas centrais

1.2.1 Policondrite recidivante

1.2.1.1 Epidemiologia

1.2.1.2 Manifestações clínicas

1.2.1.3 Patologia

1.2.1.4 Achados radiológicos

1.2.1.5 Diagnóstico diferencial

1.2.2 Traqueobroncopatia osteocondroplástica

1.2.2.1 Epidemiologia

1.2.2.2 Manifestações clínicas

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