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PARTE 2: 7 - Anatomia do Intestino Grosso

ELLISON, E. Christopher; ZOLLINGER Jr., Robert M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

7

Anatomia do Intestino Grosso

Em virtude de seu desenvolvimento embriológico a partir do intestino médio e do intestino posterior, o cólon possui duas fontes principais de suprimento sanguíneo: as artérias mesentérica superior (1) e mesentérica inferior (2). A artéria mesentérica superior (1) irriga o cólon direito, o apên‑ dice e o intestino delgado. A artéria cólica média (3) é o ramo mais proemi‑ nente da artéria mesentérica superior. Origina‑se depois dos vasos pancre‑ aticoduodenais (ver Capítulo 5). A artéria cólica média ramifica‑se em divi‑ sões direita e esquerda. A divisão direita se anastomosa com a artéria cólica direita (4) e a artéria ileocólica (5). O ramo esquerdo comunica‑se com o arco justacólico (artéria marginal de Drummond) (6). As artérias cólica média, cólica direita e ileocólica são duplamente ligadas próximo à sua ori‑ gem quando se realiza uma colectomia direita para neoplasia maligna. A artéria ileocólica alcança o mesentério do apêndice por baixo do íleo termi‑ nal. A angulação ou a obstrução do íleo terminal devem ser evitadas após a ligadura da artéria apendicular (7) na existência de um mesentério curto.

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Medium 9788581142715

Seção 7 - O Câncer e os Ossos

ROSEN, Clifford Grupo Gen PDF

Seção 7

O Câncer e os Ossos

Editora da Seção: Theresa A. Guise

Capítulo 81 | Visão Geral dos Mecanismos nas Metástases Ósseas, 546

JJ

Capítulo 82 | Imaginologia Clínica e Pré-clínica na Doença Metastática Óssea, 550

JJ

Capítulo 83 | Tumores Metastáticos Sólidos nos Ossos, 557

JJ

Capítulo 84 | Processos Malignos Hematológicos e os Ossos, 563

JJ

Capítulo 85 | Osteossarcoma, 569

JJ

Capítulo 86 | Complicações Esqueléticas da Terapia nos Cânceres

JJ

de Mama e de Próstata, 577

Capítulo 87 | Câncer Ósseo e Dor, 584

JJ

Capítulo 88 | Osteoporose Induzida por Radioterapia, 591

JJ

Capítulo 89 | Complicações Esqueléticas do Câncer Infantil, 596

JJ

Capítulo 90 | Tratamento e Prevenção das Metástases Ósseas

JJ

e do Mieloma Ósseo, 602

Capítulo 91 | Radioterapia das Metástases Esqueléticas, 613

JJ

Capítulo 92 | Tratamento Cirúrgico na Doença Metastática Óssea, 618

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Medium 9788536314471

2. O microscópio

Höfling, José Francisco Grupo A PDF

Capítulo 2

O microscópio

Capítulo 2

23

O microscópio objetivos

Familiarizar-se com a estrutura do microscópio.

Rever as precauções a se tomar com a sua utilização.

Conhecer o emprego da objetiva de imersão.

No dia em que Antonie van Leeuwenhoek inventou este maravilhoso instrumento que é o microscópio, um universo de seres infinitamente pequenos, até o momento desconhecido, passou a ser observado. Uma nova ciência, a microbiologia, nascia.

O microscópio é o instrumento mais útil e o mais importante para o microbiologista. Este capítulo foi concebido para que o estudante venha a se familiarizar com esse recurso e a utilizá-lo adequadamente e da melhor maneira possível na observação dos microrganismos que serão estudados nos capítulos subseqüentes.

ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO

A microbiologia pode ser definida como o estudo de organismos que são muito pequenos para serem vistos claramente pelo olho humano sem ajuda alguma. Para a visualização de microrganismos necessita-se de aumentos, os quais são conseguidos com o uso do microscópio óptico composto.

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Medium 9788572888240

Capítulo 1 - Introdução

RAGGIO, Daniela Prócida; BONIFÁCIO, Clarissa Calil; IMPARATO, José Carlos P. Grupo Gen PDF

Capítulo

1

Introdução

História do ART

A estratégia do tratamento restaurador atraumático (ART) traduz-se em uma técnica minimamente invasiva, que inclui tanto a restauração de superfícies dentárias cariadas quanto a preservação de fossas e fissuras por meio da aplicação de selantes. Nessa técnica são utilizados apenas instrumentos manuais, para remover o tecido cariado e materiais adesivos, como os cimentos de ionômero de vidro, para restaurar a cavidade.

A técnica foi primariamente desenvolvida para indivíduos que vivem em regiões carentes, onde geralmente não há eletricidade, água encanada nem suporte financeiro suficiente.

Trabalhando na nova faculdade de Odontologia de Dar es Salaam, Tanzânia, o Dr. Jo Frencken foi confrontado com a doação de unidades móveis completas por países ocidentais. Ele observou que seus colegas e estudantes estavam lutando com essas unidades para fazê-las funcionar. Não apenas o transporte parecia ser um

Raggio 01.indd 1

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Medium 9788582714621

Capítulo 1. A história da anestesia

James Manica Grupo A PDF

2

Anestesiologia

1.

A história da anestesia

James Manica

Paulo Ernani Evangelista

Desde a Antiguidade há registros de que a humanidade busca na natureza o alívio para suas dores. Na primeira lista de medicamentos conhecida – uma placa de argila em escrita cuneiforme suméria datada de 2100 a.C. (Fig. 1.1), encontrada em

Nippur (atual Iraque), em 1954 –, é mencionada a “planta da felicidade”, que se supõe ser a papoula (Papaver somniferum)

(Fig. 1.2). Existem indícios de que a papoula fosse cultivada pelos sumérios e, mais tarde, por outros povos, como assírios, babilônios e egípcios. Os egípcios iniciaram um importante comércio de ópio a partir de plantações de papoula ao redor da capital

Tebas por volta de 1300 a.C. Essa rota de comércio atravessava o Mediterrâneo e parece ter envolvido fenícios, minoicos, gregos, entre outros. O nome ópio tebaico chegou aos nossos dias.

Uma escultura minoica encontrada em um santuário em

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