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Capítulo 51. Anestesia combinada raquiperidural

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Anestesia combinada raquiperidural

51.

Anestesia combinada raquiperidural

Itagyba Martins Miranda Chaves

Leandro Fellet Miranda Chaves

A anastesia subaracnóidea (raquianestesia*), embora universalmente aceita e amplamente utilizada, apresenta algumas desvantagens, como risco de bloqueio excessivamente extenso, duração limitada, hipotensão arterial e cefaleia. Menciona-se a duração limitada pelo fato de o uso de microcateteres ainda ser motivo de controvérsias, já que vem sendo proibido pela

Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos, embora usado em alguns países da Europa.

Essas desvantagens mencionadas, não sendo inerentes à anestesia peridural, acabam por torná-la atraente, já que pode ser titulada, mantida por tempo longo e usada, inclusive, para analgesia pós-operatória. A anestesia peridural, entretanto, também apresenta desvantagens, como tempo de latência prolongado (sobretudo para raízes sacrais) e maior número de falhas parciais.

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Capítulo 54. Anestesia em neurocirurgia

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854

Anestesiologia

54.

Anestesia em neurocirurgia

James Manica

Carlos Darcy Alves Bersot

Caroline Biral

Elizabeth Milla Tambara

João Marcos Rizzo

Luiz Piccinini Filho

Maria Célia B. F. de Melo

Mauro Coelho Lemos

O conhecimento dos processos fisiopatológicos e das técnicas terapêuticas envolvidas nas enfermidades neurocirúrgicas, assim como o domínio das condutas anestésicas a serem utilizadas em cada condição específica, outorgam ao anestesiologista um papel fundamental na preservação das funções neurológicas, evitando ou reduzindo os danos ao sistema nervoso central e periférico.1

As enfermidades e as intervenções cirúrgicas intracranianas e espinhais constituem riscos à integridade do sistema nervoso central (SNC). As intervenções neurocirúrgicas podem produzir lesões traumáticas ou isquêmicas, e o anestesiologista pode tornar mais seguro, menos lesivo e muitas vezes possível o procedimento que não o seria sem uma técnica anestésica apropriada.

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Anexo 2. Ilustrações e fotos coloridas

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Ilustrações e fotos coloridas

ANEXO 2

Ilustrações e fotos coloridas

Figura 15.5  É necessário conciliar as exigências tecnológicas da assistência médica moderna na sala de cirurgia com as habilidades físicas do profissional necessárias para que exerça os seus cuidados. O anestesiologista deve ter a visão ampla dos monitores e o espaço para os movimentos adequados para exercer a sua função.

Esta imagem é uma reprodução colorida da figura da página 196.

Figura 31.2  Diagrama do aparelho de anestesia com as fontes de gases (O₂, N2O, ar), seção de fluxo contínuo com vaporizador, ventilador (delimitado em azul), sistema respiratório circular com absorvedor de CO2 e sistema de exaustão de gases. O ventilador (com fole e propulsionado pelo oxigênio da rede) está integrado ao sistema e passa a funcionar pelo acionamento de uma chave (balão/ventilador).

Fonte: Adaptada de Center for safety, simulation and advanced learning technologies.7

Esta imagem é uma reprodução colorida da figura da página 456.

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Capítulo 2. A história da anestesiologia no Brasil

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16

Anestesiologia

••

2.

A história da anestesiologia no Brasil

2.1 Rio de Janeiro

Sérgio Luiz do Logar Mattos

Walter Silva Machado (in memoriam)

Corria o ano de 1847, D. Pedro II era o imperador do Brasil, e o presidente da província do Rio de Janeiro e Capital do Império era o Senador Aureliano de Souza e Oliveira Coutinho. No país, pela primeira vez, era adotado o sistema parlamentarista de governo e, aparentemente, nada mais de muito relevante teria acontecido naquele ano. Ida Pfeifer, uma austría­ca em visita

à cidade, escreveu em seu relato de viagem: “O Rio de Janeiro não oferece ao estrangeiro nada de atraente em termos de praças, ruas e monumentos; a única construção verdadeiramente bela e grandiosa é o aqueduto (Arcos da Lapa)”.

Entretanto, não longe dali, teria lugar um acontecimento

ímpar e pioneiro no Brasil. No dia 25 de maio, pouco mais de sete meses depois do histórico 16 de outubro de 1846, quando ocorreu no Massachusetts General Hospital em Boston a demonstração da primeira cirurgia sob anestesia, acontecia, no

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Capítulo 4. O ensino da anestesiologia na graduação

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O ensino da anestesiologia na graduação

4.

O ensino da anestesiologia na graduação

Ismar Lima Cavalcanti

Nubia Verçosa Figueiredo

Paulo Alipio Germano Filho

O papel que a disciplina de anestesiologia deve ocupar na educação médica ainda é uma questão discutida em todo o mundo.

Em geral, os conteúdos de anestesiologia são pouco expostos aos estudantes de medicina e, também, o que deve ser transmitido parece não estar claramente definido.1

O objetivo do ensino da anestesiologia na graduação em medicina não é desenvolver competências suficientes para propósitos clínicos da especialidade, mas – sobretudo durante o treinamento – possibilitar que os estudantes de medicina tenham conhecimento das diferentes áreas de interesse e atuação da especialidade, assim como adquiram uma noção razoável das funções do anestesiologista. Essa exposição pode agir como motivação para a escolha da especialidade na pós-graduação. O objetivo, então, seria formar médicos bem treinados e informados, mais atentos ao papel essencial do anestesiologista no tratamento integral do doente cirúrgico no período perioperatório.1

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