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Medium 9788565852708

Capítulo 19 - Ergonomia da Atividade: Uma Alternativa Teórico-Metodológica no Campo da Psicologia Aplicada aos Contextos de Trabalho

Livia de Oliveira Borges; Luciana Mourão Grupo A PDF

19

ERGONOMIA DA ATIVIDADE: UMA ALTERNATIVA

TEÓRICO-METODOLÓGICA NO CAMPO DA PSICOLOGIA

APLICADA AOS CONTEXTOS DE TRABALHO

Mário César Ferreira

Cleverson Pereira de Almeida

Magali Costa Guimarães

Introdução ....................................................................................................................................558

Identidade da ergonomia da atividade ........................................................................................559

Ergonomia: terminologia, conceitos e caracterização...............................................................562

Definições e classificação .........................................................................................................562

Ergonomia da atividade: caracterização ...................................................................................564

Fundamentos teóricos da ergonomia da atividade .....................................................................565

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Medium 9788541204125

13 Famílias Monoparentais | Ponto de Vista Psicanalítico

CASTANHO, Gisela M. Pires Grupo Gen PDF

13

Famílias Monoparentais |

Ponto de Vista

Psicanalítico

Lisette Weissmann

Eu hoje só tremo menos que na infância porque o sentimento de culpa exclusivo da criança foi em parte subs­ti­tuí­do pela compreensão do nosso comum desamparo. (Kafka, 2006)

As famílias monoparentais estudadas neste capítulo1  são formadas por mães e filhos de diferentes pais biológicos, doadores da genética dos filhos. Nos casos pesquisados, o pai bioló‑ gico não está presente na vida dos filhos. O fato de eles terem nascido parece ter sido uma deci‑ são apenas materna. O pai somente traz a gené‑ tica: não partilha o nascimento nem acompa‑ nha a criação do filho. Entretanto, a nomeação de doador de espermatozoides como pai bioló‑ gico mereceria ser questionada. Por que, então, temos que seguir na busca do pai? Isso não res‑ ponderia mais a uma procura do pesquisador e não a um fato observável, nos casos apresen‑ tados?

Pesquisando teoricamente para dar conta das famílias monoparentais, pensamos na teoria da falta, ou seja, se o pai biológico não está, é por‑ que falta. Valeria a pena levantar uma questão sobre o pai biológico. A biologia consiste em um aporte genético, é sabido, porém, seria ele pai?

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Medium 9788536321004

16. “Prefiro não comer a começar e não parar!”: um estudo de caso de bulimia nervosa

Farias, Ana Karina Curado Rangel de Grupo A PDF

Capítulo 16

“Prefiro não Comer, a Começar e Não parar!”

1

Um Estudo de Caso de Bulimia Nervosa

Gabriela Inácio Ferreira Nobre

Ana Karina C. R. de-Farias

Michela Rodrigues Ribeiro

O

presente capítulo tem por objetivo apresentar a análise funcional – e intervenções dela decorrentes – de um caso clínico de Bulimia Nervosa. Para tanto, apresentará os critérios diagnósticos tradicionais para esse transtorno e as particularidades do caso de Bia (nome fictício).

Pretende-se defender a ideia de que uma análise global, sistêmica, da vida do(a) cliente leva a resultados mais satisfatórios do que um tratamento baseado apenas no diagnóstico tradicional.

TRANSTORNOS ALIMENTARES (TA)

Classificação e critérios-diagnósticos

Os transtornos alimentares caracterizam-se por severas perturbações no comportamento alimentar. Três diagnósticos específicos estão descritos na sessão de transtornos alimentares da American Psychiatric

Association (2002): a Anorexia Nervosa a

Bulimia Nervosa e a Compulsão Alimentar Periódica (não abordada no presente texto).

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Medium 9788536314648

Capítulo 16: Famílias com bebês

Luiz Carlos Osorio; Maria Elizabeth Pascual do Valle Grupo A PDF

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Famílias com bebês

Olga Garcia Falceto

José Ovidio Copstein Waldemar

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, será abordado todo o universo das famílias em que há bebês, e não o das famílias só com bebês, definindo bebê como uma criança menor de 2 anos. Será dada especial atenção à chegada do primogênito – à “fundação” da família – mas descrevemos também vários tipos de situações envolvendo bebês que chegam ao consultório do terapeuta de família, desde casos simples até problemas psiquiátricos bem complexos. Será relatada uma pesquisa epidemiológica que demonstra a magnitude dos problemas descritos e serão assinaladas as semelhanças e as diferenças entre o que se chama psicoterapia paisbebê e a abordagem familiar sistêmica. Por fim, há a apresentação de vários casos clínicos que ilustram a diversidade dos desafios para as famílias e terapeutas.

A DEMOGRAFIA DAS FAMÍLIAS

COM BEBÊS E O ESTUDO DE

UM BAIRRO DE PORTO ALEGRE

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2005, havia no Brasil 3.500.482 crianças de menos de 1 ano, de uma população total de 179.556.501.

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Medium 9788582713440

Capítulo 16 - Tratamento de transtornos do sono

David H. Barlow Grupo A PDF

Capítulo 16

Tratamento de transtornos do sono

Katherine A. Kaplan

Allison G. Harvey

Talvez o segredo mais bem guardado entre profissionais de saúde e saúde mental, em todos os lugares, seja a grande superioridade dos tratamentos psicológicos breves para insônia em comparação com medicamentos populares e anunciados com frequência. Com cerca de 6% da população adulta sofrendo de insônia no nível dos critérios diagnósticos e até 12% informando que a insônia interfere significativamente em suas atividades durante o dia, o problema é importante e, muitas vezes, mal tratado. É comum a insônia acompanhar outros transtornos psicológicos, e evidências recentes indicam que ela antecede e pode contribuir ou até mesmo causar esses transtornos comórbidos, o que é mais uma boa razão para cada profissional de saúde e saúde mental estar ciente das intervenções breves e avançadas, apresentadas neste capítulo. Na verdade, a American Academy of Sleep Medicine recomenda estes protocolos como um tratamento de primeira linha para pessoas com todas as formas de insônia, incluindo as que atualmente usam drogas hipnóticas. Estando entre os líderes nesse campo crescente, Kaplan e Harvey descrevem uma excelente abordagem comportamental e cognitiva integrada, com fortes evidências tanto da eficácia quanto da solidez que deve estar presente no arsenal de cada profissional de saúde. — D. H. B.

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