3259 capítulos
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Medium 9788521626862

23 - Química Forense

LEWIS, Rob; EVANS, Wynne Grupo Gen PDF

312

23

TÓPICOS

23.1 Pré-requisitos

23.2 O escopo da química forense

23.3 Variação da concentração de um veneno com o tempo

23.4 Cálculos utilizando a cinética de primeira ordem

23.5 A cinética de ordem zero do decaimento do etanol

23.6 Beber e dirigir

23.7 Análise de drogas no cabelo

Questões de revisão

Química Forense

OBJETIVOS

312

312

313

314

314

315

• Apresentar cálculos envolvendo drogas e álcool

• Definir o limite legal de “beber e dirigir”

• Destacar a importância das medições analíticas na ciência forense

• Explicar as vantagens de analisar drogas no cabelo

23.1 Pré-requisitos

As ideias que formam o histórico do presente capítulo são enumeradas na tabela vista a seguir.

316

317

Tópico

Seção do livro

Meia-vida

Capítulo 14, Seção 14.6

Química orgânica (principalmente dos álcoois)

Capítulo 18, Seção 18.2

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Medium 9788580551594

Capítulo 2 - Oscilações

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF

Oscilações

2

O QUE APRENDEREMOS

46

2.1 Movimento harmônico simples

Condições iniciais

46

48

48

49

50

51

52

Exemplo 2.1 Condições iniciais

Posição, velocidade e aceleração

Período e frequência

Exemplo 2.2 Túnel através da Lua

Problema resolvido 2.1 Bloco preso a uma mola

Relação entre o movimento harmônico simples e o movimento circular

53

2.2 Movimento pendular

54

Período e frequência de um pêndulo

55

Exemplo 2.3 Pêndulo restrito

56

2.3 Trabalho e energia em oscilações harmônicas

56

Massa presa a uma mola

57

Energia de um pêndulo

58

Exemplo 2.4 Velocidade de uma trapezista

59

2.4 Movimento harmônico amortecido

60

Amortecimento fraco

60

Exemplo 2.5 Bungee Jumping

62

Amortecimento forte

63

Amortecimento crítico

63

Exemplo 2.6 Movimento harmônico amortecido

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Medium 9788536701875

Capítulo 1 - Farmacologia

Eduardo Dias de Andrade; Francisco Carlos Groppo; Maria Cristina Volpato, Pedro Luiz Rosalen, José Ranali Grupo A PDF

1

Farmacologia

PEDRO LUIZ ROSALEN

FRANCISCO CARLOS GROPPO

A história da farmacologia sem dúvida está associada à história das civilizações, a seus avanços e sofrimentos. Além disso, apresenta uma forte intimidade com a saúde e a ciência médica, da qual também se derivou a terapêutica.

OBJETIVOS DE

APRENDIZAGEM

A farmacologia pode ser definida como o estudo das drogas ou medicamentos que interagem com os organismos vivos. Esse estudo foi reconhecido como ciência no século XIX, com o surgimento da produção artesanal de “remédios” nas boticas. Na metade desse século, com a Revolução Industrial na Europa e nos Estados Unidos, emergiram as primeiras indústrias farmacêuticas, algumas delas presentes até os dias atuais.

• Empregar corretamente as doses, as formas e as vias de administração de fármacos utilizados em odontologia

A partir do momento em que os princípios científicos da farmacologia foram formulados, propôs-se a aplicação prática de métodos apropriados para tratar uma determinada condição ou doença. A isso se deu o nome de farmacologia clínica ou terapêutica.

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Medium 9788536324999

29. Hibridização genômica comparativa em microarranjos ou array‑CGH

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF

Capítulo 29

Hibridização genômica comparativa em microarranjos ou array­‑CGH

Introdução

A análise cromossômica de rotina, ou cariótipo, tem sido utilizada como investigação­

‑padrão em indivíduos com suspeita de cromossomopatias, com retardo mental e múltiplas malformações congênitas e dismorfismo de causa desconhecida. A análise e o estudo dos cromossomos através do cariótipo possibilitaram a descoberta de vários genes associados a uma série de distúrbios genéticos.

Entretanto, o cariótipo apresenta limitações na capacidade de identificação de alterações cromossômicas (4 a 10 Mb, dependendo da resolução do bandeamento cromossômico), não sendo possível a identificação de alterações cromossômicas menores. Nas últimas décadas, técnicas de citogenética molecular

(veja o Capítulo 28), incluindo a hibridização genômica comparativa baseada em microarranjos (array­‑CGH ou aCGH), têm sido utilizadas, possibilitando uma melhor detecção de anomalias cromossômicas e um melhor diagnóstico citogenético. A análise de DNA por aCGH também tem sido denominada, por alguns autores, “cariótipo molecular”.1

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Medium 9788582713808

Capítulo 19 - Antianêmicos

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF

154

19.1 Tratamento de anemias

Tratamento de anemias

19 ANTIANÊMICOS

Anemia é a redução do número de hemácias no sangue ou do conteúdo de pigmento hemoglobina presente neles.

► Eritropoiese (► Fig. 19.1A). As hemácias desenvolvem-se a partir de células-tronco por meio de várias divisões celulares. Após, ocorre a síntese da hemoglobina e, por fim, a expulsão do núcleo celular.

A eritropoiese é estimulada pelo hormônio eritropoietina (uma glicoproteína), liberado pelos rins quando a pressão parcial de oxigênio renal diminui. A anemia nefrogênica pode ser reduzida por administração parenteral de eritropoietina recombinante (epoetina) ou eritropoietina hiperglicosilada (darbepoetina, de meia-vida mais longa do que a epoetina).

Para características da epoetina e outros ativadores da produção de hemácias, ver a seção “Estimulação da produção de hemácias” (p. 168).

Até mesmo em pessoas saudáveis, a eritropoietina aumenta a formação de hemácias e, portanto, a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue. Esse efeito é equivalente ao treinamento em grandes altitudes por atletas de alto desempenho e é considerado doping.

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Medium 9788522490264

11 Publicações Científicas

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

11

Publicações Científicas

O conhecimento da gramática é apenas um dos meios para chegarmos a uma comunicação correta, mas não é um fim em si mesmo. Ao escrever, não devemos ficar obcecados em demonstrar erudição e cultura gramatical. Se quisermos escrever bem, isto é, de modo eficaz, devemos dirigir a nossa preocupação para as três funções básicas [da comunicação], produzir resposta, tornar comum e persuadir (BLIKSTEIN, 1985, p. 23).

1 Introdução

Utilizando o título de Robert Barras (1979), pode-se dizer que os cientistas precisam escrever para transmitir o resultado de suas atividades, de suas pesquisas, de seus conhecimentos.

São consideradas publicações científicas: artigo científico, comunicação científica, ensaio, informe científico, paper, resenha crítica, dissertações científicas

(monografias, dissertações, teses).

2 Artigo científico

O artigo científico trata de problemas científicos, embora de extensão relativamente pequena. Apresenta o resultado de estudos e pesquisas. E, em geral, é publicado em revistas, jornais ou outro periódico especializado.

Os artigos científicos permitem que as experiências sejam repetidas.

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Medium 9788521622079

Capítulo 18 - Disposição de Resíduos Perigosos

GIRARD, James E. Grupo Gen PDF

Disposição de Resíduos Perigosos  339

Disposição de Resíduos Perigosos

Legislação sobre a Disposição de Resíduos Radioativos

Resíduos Radioativos de Baixo Nível

Resíduos Radioativos de Alto Nível

Tecnologias para Disposição de Resíduos Radioativos

O Desafio Pós-Guerra Fria

Fontes Adicionais de Informação

Palavras-chave

Perguntas e Problemas

Sociedades

industriais geram quantidades enormes de resíduos, e os Estados

Unidos produzem mais lixo por pessoa do que qualquer outro país do mundo. Nós

descartamos produtos que estão desgastados e itens que não são mais desejados; jogamos fora alimentos, papel, embalagens vazias e resíduos de jardim. Os processos industriais produzem resíduos químicos, muitos dos quais contêm substâncias tóxicas. Programas nucleares de nações possuidoras de bombas atômicas e a indústria de energia nuclear geram resíduos que são radioativos. A disposição segura desses resíduos é um dos problemas ambientais mais graves enfrentados pelos Estados Unidos, bem como por outros países.

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Medium 9788582714324

PARTE III – O Encéfalo e o Comportamento

Mark F. Bear; Barry W. Connors; Michael A. Paradiso Grupo A PDF

PARTE III

519

O Encéfalo e o

Comportamento

CAPÍTULO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do Comportamento

CAPÍTULO 16

Motivação

551

CAPÍTULO 17

O Sexo e o Sistema Nervoso

579

CAPÍTULO 18

Os Mecanismos da Emoção no Encéfalo

615

CAPÍTULO 19

Os Ritmos do Encéfalo e o Sono

645

CAPÍTULO 20

Linguagem

685

CAPÍTULO 21

Cérebro em Repouso, Atenção e Consciência

CAPÍTULO 22

Transtornos Mentais

751

719

521

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CAPíTUlO 15

O Controle Químico do Encéfalo e do

Comportamento

INTRODUÇÃO

O HIPOTÁLAMO SECRETOR

Uma Visão Geral do Hipotálamo

Homeostasia

Estrutura e Conexões do Hipotálamo

Vias para a Hipófise

Controle Hipotalâmico da Neuro-Hipófise

Controle Hipotalâmico da Adeno-Hipófise

QUADRO 15.1

DE ESPECIAL INTERESSE: Estresse e o Encéfalo

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Medium 9788521626886

Capítulo 2 - Relatividade II

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 2

Relatividade II

2-1 Momento Relativístico

2-2 Energia Relativística

2-3 Conversões Massa/Energia e Energia de

Ligação

2-4 Massa Invariante

2-5 Relatividade Geral

N

a seção de abertura do Capítulo 1, discutimos a observação clássica de que, se a segunda lei de Newton F = ma é válida em um referencial, também é válida em qualquer outro referencial que esteja se movendo com velocidade constante em relação ao primeiro, isto é, em qualquer referencial inercial. Como vimos na Seção 1-1, a transformação de Galileu (Equação 1-2) leva à mesma aceleração ax = ax nos dois referenciais; forças como as produzidas por molas distendidas também são as mesmas nos dois referenciais. Entretanto, de acordo com a transformação de Lorentz, as acelerações não são iguais em dois desses referenciais. Se uma partícula tem uma aceleração ax e uma velocidade ux no referencial S, a aceleração da partícula em S, obtida calculando o valor de dux/dt, na qual ux é dado pela

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Medium 9788521617822

PARTE III - CAPÍTULO 9 - SOLUTO (sólido precipitado) SOLUTO (dissolvido)

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti; LUCHESE, Eduardo Bernardi Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 9

SOLUTO(sólido precipitado)

9.1

9.2

9.3

9.1

Introdução

Dissolução do Soluto na Água



→ SOLUTO

Equilíbrio SOLUTO(precipitado) ←

(dissolvido)

9.3.1

Aspectos gerais

9.3.2

Constante do produto de atividade ou constante termodinâmica (Kpa)

9.3.3

Concentração e atividade de uma espécie i em solução

9.3.4

Constante do produto de atividade (Kpa) e constante do produto de solubilidade (Kps)

9.3.5

Solubilidade (S) e constante do produto de solubilidade (Kps)



SOLUTO(dissolvido)

Diagramas de solubilidade de compostos simples sem reações secundárias

Fatores que Influenciam a Solubilidade de um

Soluto

9.4.1

Influência da força iônica do meio

9.4.2

Influência da temperatura

9.4.3

Efeito do íon comum

9.4.4

Efeito da hidrólise

9.4.5

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Medium 9788521627661

13 - Ondas

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF

13

Ondas

13-1 Tipos de Ondas

13-2 Descrição Matemática de uma

Onda

Velocidade da Onda

Superposição e Interferência

Ondas Estacionárias Transversais

Ondas Estacionárias

Longitudinais

13-7 Batimentos

13-8 Volume, Intensidade e Nível

Sonoro

13-9 Fontes Móveis e Observadores de

Ondas

(Horia Vlad Bogdan/Dreamstime.com.)

13-3

13-4

13-5

13-6

À medida que um rato corre através do deserto, suas passadas produzem ondas superficiais na areia que se espalham como as ondulações produzidas na superfície de um lago por uma pedra nele atirada. A víbora cascavel-de-chifres (Cerastes cerastes) detecta essas ondas sutis ao repousar sua mandíbula inferior suavemente na areia. Os ossos da mandíbula da serpente são fracamente ligados ao ouvido interno, agindo assim como um tímpano — vibrações da mandíbula causam vibrações no ouvido interno, que, por sua vez, estimulam o cérebro. Uma vez que os ossos da mandíbula de cada lado da cabeça se movem independentemente, a serpente recebe informações em três dimensões, da mesma forma como os dois ouvidos humanos. Isso permite à serpente determinar tanto a distância quanto a direção de sua próxima refeição.

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Medium 9788521617839

Parte I - Capítulo 3. Interação da Radiação Eletromagnética Com A Atmosfera

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 3

INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA COM A ATMOSFERA

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3.1

Introdução

Radiação Solar

3.2.1

Radiação onda

3.2.2

Radiação corpúsculo

Estrutura da Matéria

3.3.1

Aspectos gerais

3.3.2

Corpúsculo onda

Átomos Polieletrônicos e Números Quânticos

3.4.1

Número quântico principal (n)

3.4.2

Número quântico secundário (l)

3.4.3

Número quântico magnético (ml)

3.4.4

Número quântico magnético de spin (ms)

3.4.5

Número quântico e elementos da tabela periódica

Átomos e Termos Espectroscópicos

3.5.1

Aspectos gerais

3.5.2

Termos

3.5.3

Aplicação à atmosfera

3.6

3.7

3.8

3.9

3.10

3.11

A Ligação Química

3.6.1

Ligação iônica

3.6.2

Ligação covalente (simples)

3.6.3

Ligação covalente coordenada

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Medium 9788521632009

26 - A Refração da Luz: Lentes e Instrumentos Ópticos

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF

Capítulo

26

A Refração da Luz: Lentes e

Instrumentos Ópticos

26.1 O Índice de Refração

Como discutido na Seção 24.3, a luz se propaga no vácuo a uma velocidade escalar c 5 3,00 3 108 m/s. Ela também pode se propagar através de diversos meios materiais, como o ar, a água e o vidro. No entanto, os átomos do meio absorvem, emitem novamente e espalham a luz. Portanto, a luz se propaga no meio material a uma velocidade que é menor do que c e a velocidade real depende da natureza do meio material. Em geral, veremos que a variação da velocidade quando um raio de luz passa de um meio material para outro faz com que o raio se desvie da sua direção incidente. Esta mudança de direção é chamada de refração. Para descrever até que ponto a velocidade de propagação da luz em um meio material difere da sua velocidade no vácuo, usamos um parâmetro chamado de

índice de refração (ou índice refrativo). O índice de refração é um parâmetro importante, pois ele aparece na lei da refração de Snell, que será discutida na próxima seção. Esta lei é a base de todos os fenômenos discutidos neste capítulo.

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Medium 9788580550948

Capítulo 5 - Energia Cinética, Trabalho e Potência

Wolfgang Bauer; Gary D. Westfall; Helio Dias Grupo A PDF

5

Energia Cinética,

Trabalho e Potência

O QUE APRENDEREMOS

141

5.1 Energia em nossa vida diária

5.2 Energia cinética

141

143

144

145

Exemplo 5.1 Queda de um vaso

5.3 Trabalho

5.4 Trabalho realizado por uma força constante

Encarte matemático: produto escalar de vetores

Exemplo 5.2 Ângulo entre dois vetores posição

Caso unidimensional

Teorema do trabalho e energia cinética

Trabalho realizado pela força gravitacional

Trabalho realizado para erguer e abaixar um objeto

145

146

147

149

149

149

150

150

Uso de polias para o levantamento

151

5.5 Trabalho realizado por uma força variável 152

5.6 Força elástica

153

Exemplo 5.4 Constante elástica

154

Trabalho realizado pela força elástica

155

Problema resolvido 5.1 Compressão de uma mola

155

5.7 Potência

157

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Medium 9788527730952

TAXOBOXES

GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Grupo Gen PDF

Taxoboxes

As estimativas sobre os números de espécies são principalmente oriundas de Zhang (2013) e são para as espécies existentes descritas, a não ser quando relatado o contrário.

Taxoboxe 1 Entognatha | Hexápodes não insetos (Collembola, Diplura e Protura)

Os Collembola, Protura e Diplura são reunidos como os “Entognatha”, com base na morfologia semelhante das peças bucais, em que as mandíbulas e as maxilas estão circundadas por dobras da cabeça (exceto quando evertidas para a alimentação). Embora a monofilia dos entógnatos tenha sido contestada por muitos anos, dados moleculares recentes dão suporte para esse grupo, o qual pode ser tratado como uma classe dentro dos hexápodes e no mesmo nível dos Insecta. Tratamos essas ordens juntas aqui, embora possa ocorrer que a entognatia desses táxons possa não ser homóloga e esses hexápodes não insetos possam não formar um grupo monofilético (seção

7.2). Todos apresentam fertilização indireta – os machos depositam massas de espermatozoides ou espermatóforos pedunculados, os quais são coletados do substrato por fêmeas livres.

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