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Medium 9788582713532

Capítulo 3 - Observando microrganismos no microscópio

Gerard J. Tortora; Christine L. Case; Berdell R. Funke Grupo A PDF

Na clínica

Mike é um de seus habituais pacientes na clínica que atende moradores de rua, onde você atua como enfermeira(o) voluntária(o). Ele apresenta tosse severa e está bastante magro. Na última semana você enviou uma amostra de escarro de Mike para o laboratório e pediu que fossem realizadas uma coloração de Gram e uma coloração acidorresistente. Os resultados das colorações foram transcritos para o seu arquivo médico: que dizia “acidorresistente ϩ.”

Dica: leia a seção sobre coloração acidorresistente, na página 66.

3

Observando microrganismos no microscópio

O

s microrganismos são pequenos demais para serem vistos a olho nu, devendo ser observados ao microscópio. A palavra microscópio é derivada da palavra latina micro (pequeno) e da palavra grega skopos (observar). Os microbiologistas modernos utilizam microscópios que produzem, com grande clareza, ampliações que são de dez a milhares de vezes maiores do que as da lente única de van Leeuwenhoek

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Medium 9788521632726

CAPÍTULO 4 - SUBSTITUIÇÃO NUCLEOFÍLICA AROMÁTICA

KLEIN, David Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

4

SUBSTITUIÇÃO NUCLEOFÍLICA

AROMÁTICA

4.1 CRITÉRIOS PARA SUBSTITUIÇÃO

NUCLEOFÍLICA AROMÁTICA

No capítulo anterior, aprendemos tudo a respeito das reações de substituição eletrofílica aromática.

Neste pequeno capítulo, vamos examinar o outro lado da moeda: é possível para um anel aromático funcionar como um eletrófilo e reagir com um nucleófilo? Em outras palavras,

é possível que um anel aromático seja tão deficiente em elétrons que se submeta ao ataque de um nucleófilo? A resposta é: sim.

Porém, para observar este tipo de reação, chamada de substituição nucleofílica aromática, é necessário satisfazer a três critérios muito específicos. Vamos examinar atentamente cada um deles.

1. O anel tem que ter um grupo retirador de elétrons muito potente. O exemplo mais comum é o grupo nitro:

NO2

Vimos no capítulo anterior que o grupo nitro é um desativador forte frente à substituição eletrofílica aromática porque o grupo nitro retira fortemente a densidade eletrônica do anel (por ressonância). Isto faz com que a densidade eletrônica do anel fique muito deficiente:

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Medium 9788521635017

29 - Movimento Harmônico Simples

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF

369

UNIDADE

29

Movimento

Harmônico Simples

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• citar exemplos de sistemas oscilantes

• explicar o que significam a amplitude e o período de um sistema oscilante

• explicar qualitativamente a variação com o tempo da aceleração, da velocidade e do deslocamento em sistemas oscilantes

29.1

Movimento oscilatório

29.2

Funções senoidais

29.3

Forças em sistemas oscilantes

29.4 Ressonância

Resumo

• descrever o movimento harmônico simples e sua relação

Questões de revisão

com o movimento circular

• definir frequência angular e usá-la para relacionar a aceleração com o deslocamento de um objeto em movimento harmônico simples

• usar as fórmulas do período de um objeto suspenso em uma mola e de um pêndulo

• conhecer a diferença entre oscilações livres e oscilações amortecidas

• explicar o que significam os termos oscilações forçadas e ressonância

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Medium 9788521635543

2 - Nomenclatura de compostos orgânicos segundo as normas da IUPAC

SILVA, Raphael Salles Ferreira et al. Grupo Gen PDF

Nomenclatura de compostos orgânicos segundo as normas da IUPAC

Rodrigo da Silva Ribeiro

Os compostos químicos possuem uma nomenclatura sistemática regida por normas estabelecidas pela International Union of Pure and Applied

Chemistry — IUPAC (União Internacional de

Química Pura e Aplicada). O objetivo das regras de nomenclatura é permitir que cada composto químico tenha um nome que represente sua estrutura e composição química de modo inequívoco. Neste capítulo serão explicitadas as regras de nomenclatura aplicada a compostos orgânicos.

2

Capítulo 2

As regras básicas de nomenclatura visam a identificar um composto por meio de um nome, onde estão inseridas informações como a classe funcional a que ele pertence, os substituintes (grupamentos ligados à cadeia principal) e as possíveis insaturações (ligações π entre átomos de carbono), de modo que um mesmo nome não possa levar a duas ou mais estruturas diferentes, ou seja, não haja ambiguidades. Apesar de seguirem um processo sistemático, essas regras de nomenclatura também permitem a incorporação de nomes triviais, como ácido acético, naftaleno, ácido fórmico, piridina, entre outros.

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Medium 9788521622079

Capítulo 16 - Toxicologia

GIRARD, James E. Grupo Gen PDF

Toxicologia  297

Toxicologia

OS HUMANOS SE FAMILIARIZARAM COM OS EFEITOS NOCIVOS DE VENENOS DE PLANTAS E

ANIMAIS PEÇONHENTOS HÁ MILHARES DE ANOS. Esse conhecimento foi usado na caça e na guerra. O documento mais antigo conhecido por dar informações sobre venenos é o papiro de

Ebers (cerca de 1.500 a.C.), que descreve a prática médica no Egito antigo. Esse documento inclui cerca de 1.000 receitas, muitas contendo venenos reconhecíveis. Por exemplo, ele menciona cicuta, o veneno usado na execução do filósofo grego Sócrates (470-399 a.C.); acônito, um veneno que os chineses usavam em flechas; ópio, usado tanto como veneno quanto como antídoto; e plantas contendo alcaloides de beladona, que podem causar parada cardíaca. Durante o Império Romano e continuando até a Idade Média e o Renascimento, o envenenamento era uma prática comum. A família Bórgia, na Itália, eliminava muitos dos seus inimigos dessa forma.

Até antes do início do século XIX não foi feita qualquer tentativa sistemática para identificar os agentes responsáveis pela toxicidade de venenos e plantas venenosas. Um dos primeiros a identificar a composição química do veneno foi o fisiologista francês François Magendie.

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