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Medium 9788565848961

Capítulo 5 - Planejamento e entrada

Robert V. Kozinets Grupo A PDF

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Planejamento e entrada

Resumo

Este capítulo mostra como planejar, focar e iniciar seu estudo netnográfico. Você vai aprender sobre questões e tópicos de pesquisa que são apropriados para o estudo. Vai aprender sobre os recursos que precisa, incluindo mecanismos de busca, para investigar, refinar e iniciar sua pesquisa, e também sobre as muitas formas de interação online. Finalmente, você vai aprender sobre modos corretos e incorretos de entrar e iniciar sua pesquisa em uma comunidade online como pesquisador netnográfico.

Palavras-chave: blogs, entrada, campo de trabalho, fóruns na internet, recursos de busca na internet, grupos de notícias, participação, observação participante, delineamento de pesquisa, planejamento de pesquisa, questões de pesquisa, mecanismos de busca, conteúdo social, websites de redes sociais, mundos virtuais, pesquisa em Web 2.0, wikipédias

ALGUMAS PALAVRAS

SOBRE PARTICIPAÇÃO

A essência da netnografia – o que a diferencia de uma coleta e codificação de dados on-

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Medium 9788522466023

3 O Positivismo Sociológico

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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O Positivismo Sociológico

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3.1 A SOCIOLOGIA POSITIVISTA

O positivismo adotou parâmetros teóricos que pressupunham que os códigos reguladores dos âmbitos físico e social diferiam quanto a seu caráter: os primeiros seriam relativos a acontecimentos do mundo dos fenômenos exteriores aos homens; os segundos, aos fatos pertinentes à problemática das questões humanas ligadas à interação e à convivência social. A profissão de fé de que esses âmbitos possuíam urna origem comum, ou seja, natural, levou os pensadores positivistas a aproximá-los, apesar do reconhecimento de suas diferenças características. A evolução acelerada dos métodos de pesquisa das ciências naturais - Física, Química e Biologia- , que ocorria no século XIX, atraiu os cientistas sociais positivistas para a lógica dos procedimentos de investigação dessas ciências. Desse modo, a sociedade veio a ser concebida por eles como um organismo combinado de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, conforme um modelo físico ou mecânico de organização. Devido à adoção desse paradigma, o positivismo foi denominado ainda de organicismo.

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Medium 9788522466023

8 A Sociologia Brasileira

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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A Sociologia Brasileira

8.1 A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: FERNANDO HENRIQUE

CARDOSO

O recurso ao autoritarismo militar foi voltado para dar seguimento ao processo de modernização capitalista que, a partir daquele momento, devia ser implementado sob qualquer custo. O populismo havia esgotado, na visão dos mentores políticos, militares e empresariais do golpe, suas possibilidades de encaminhar tal modernização. Para essa concepção, desenvolvimento e insegurança eram incompatíveis; daí a imposição do novo lema ao país, que vinha sendo elaborado pela Escola

Superior de Guerra desde 1949, desenvolvimento e segurança. Como já disse Fernando Henrique Cardoso, 1

"os militares, apesar do autoritarismo e da truculência, modernizaram o país e instauraram em definitivo o capitalismo, inaugurando uma nova ordem capitalista que gerou transformações agudas na sociedade brasileira, integrando o país ao sistema de produção internacional, produzindo, para o bem e para o maL conseqüências sociais profundas".

Retomando as duas décadas anteriores ao golpe militar, Celso Furtado foi um dos mentores maiores da reflexão econômica brasileira e latino-americana. Foi diretor (1949) da Divisão de Desenvolvimento Econôrnico da Cepal e ajudou na crial.

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Medium 9788522474967

Parte 1 - C Estilo de Texto

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

C

Estilo de Texto

Qual tipo de linguagem devo utilizar num projeto de comunicação?

“Um psiquiatra que descreve a linguagem dos doentes mentais não se exprime como eles” (ECO, 1977).

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Por que fazer citações?

�� Como fazer citações?

�� Por que eu fui treinado durante muito tempo para escrever textos curtos e agora tenho que escrever detalhadamente?

�� Qual estilo de texto eu devo ter?

�� Quantas citações e quantos autores meu texto deve ter?

�� Se for citar algum autor eu preciso explicar o que entendi da citação?

�� Posso copiar trechos da Internet?

O texto do projeto deve ser universal e, portanto, deve ser compreendido por você, pelo seu orientador, pelos professores que compõem a banca e também – e principalmente – pelo anunciante.

O comunicólogo italiano Umberto Eco (1977) desenvolveu um estudo bastante interessante sobre metodologia científica voltada principalmente à redação de teses científicas – isso fica evidente ao ler o título de seu livro. Entretanto ele

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Medium 9788521635406

Capítulo 10 - Efeitos desses progressos na situação da classe operária

MARX, Karl Grupo Gen PDF

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Efeitos desses Progressos na Situação da Classe Operária* a) Trabalho de mulheres e de crianças

O emprego das máquinas torna supérflua a força muscular e torna‑se meio de emprego para operários sem força muscular, ou com um desenvolvimento físico não pleno, mas com uma grande flexibilidade. Façamos trabalhar mulheres e crianças! Eis a solução que pregava o capital quando começou a utilizar‑se das máquinas.

Essa potência que substituía o trabalho e os operários se tornou assim um meio de aumentar o número dos assalariados, englobando todos os membros da família e submetendo‑os ao capital. O trabalho forçado em proveito do capital substituiu os brinquedos da infância e mesmo o trabalho livre, que o operário fazia para sua família no círculo doméstico e nos limites de uma moralidade sã.**

* Vol. I, Cap. 13, n. 3‑10.

** Durante a crise da indústria algodoeira que assolou a Inglaterra depois de 1860 – devido à guerra civil norte‑americana – o governo inglês enviou, para alguns distritos onde essa indústria se localizava, um médico, o Dr. Smith, encarregado de levantar o

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Medium 9788522478415

15 Linguagem e Cultura: em um contexto antropológico

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Linguagem e Cultura: em um contexto antropológico

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“Sem linguagem não há homem e sem homem não há linguagem”

(Ulmann, 1991:118).

A anterioridade da espécie humana, ou seja, sua condição primata, caracteriza-se pela ausência da fala. Quando ou como o homem se livra dessa condição, passando a expressar-se através da palavra, é uma indagação que a Arqueologia

Pré-Histórica se empenha no sentido de encontrar respostas. Não apenas em relação ao fato fundamental da aquisição dos padrões da fala, mas, sobretudo, na capacidade de transmissão oral e simbólica dos conhecimentos e experiências adquiridos que tornou possível o advento da cultura humana.

O homem sapiens nasceu melhor aparelhado para aprender sua língua e, ao mesmo tempo, aprender sua cultura. Linguagem e cultura estão íntima e mutuamente relacionadas.

A natureza humana se completou a partir do desenvolvimento cerebral que capacitou o homem a emitir sons específicos para expressar seus pensamentos, sentimentos, necessidades e meios protetores. É de supor que com essa evolução dos primeiros homens tenha surgido a reflexão, exteriorizada de formas diferenciadas, das quais se tem pouquíssimas evidências. Como saber, se não há fósseis de palavras!

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Medium 9788580554373

Capítulo 21 - Morte

Denise L. McLurkin Grupo A PDF

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Morte

Querida Sra. Johnson

“Ok, pessoal”, diz a Sra. Plummer, nossa diretora, “vamos começar a reunião”. Nesse momento, a escola faz silêncio. Lori, a outra professora do 5o ano, olha para mim e murmura: “Graças a Deus”, apontando para seu relógio. Sorrio e concordo em voz baixa: “Eu sei”. Nós duas queremos sair cedo, para conseguir aproveitar a promoção de metade do ano no shopping.

Uma coisa que observo rapidamente é que a biblioteca está silenciosa demais.

Você conseguiria ouvir até mesmo um alfinete caindo no chão. Quando vejo a Sra.

Plummer erguer os olhos, quase entro em pânico. Ela é a mulher mais forte e serena que conheço. Fico chocada ao ver que seus olhos estão inchados e vermelhos, seu nariz também está vermelho e lágrimas correm soltas sobre suas bochechas. Tam­ bém observo que a maioria dos funcionários da secretaria, o pessoal da limpeza e até da cafeteria está presente, algo extremamente incomum, porque em geral somente os professores frequentam as reuniões da escola. Lori e eu nos olhamos e balançamos nossas cabeças. “Meu Deus”, penso. “O que será que está acontecendo?”

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Medium 9788536317113

20. Pesquisa qualitativa online: a utilização da internet

Uwe Flick Grupo A PDF

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Uwe Flick

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Pesquisa qualitativa online : a utilização da internet

A internet como objeto de pesquisa, 239

Condições prévias da pesquisa qualitativa online, 239

A transferência dos métodos e da pesquisa qualitativa para a internet, 240

Entrevista online, 240

Grupos focais online, 243

Etnografia virtual: a interação e a comunicação na internet, 245

A análise de documentos na internet, 249

Limites e perspectivas da pesquisa qualitativa online, 251

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

usar a internet na pesquisa qualitativa. entender as vantagens do uso da internet como apoio para seu estudo. explicar como os métodos da pesquisa qualitativa são utilizados para estudar-se a internet. compreender a forma como abordagens básicas da pesquisa qualitativa podem ser transferidas aos métodos de pesquisa baseados na internet.

A pesquisa qualitativa não escapa aos efeitos da revolução digital e tecnológica do início do século XXI. Os computadores são usados para analisar dados qualitativos (ver

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Medium 9788522478415

2 Cultura

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Cultura

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2.1 Natureza da Cultura

A cultura, para os antropólogos em geral, constitui-se no “conceito básico e central de sua ciência”, afirma Leslie A. White (In Kahn, 1975:129).

O termo cultura (colere, cultivar ou instruir; cultus, cultivo, instrução) não se restringe ao campo da antropologia. Várias áreas do saber humano – agronomia, biologia, artes, literatura, história etc. – valem-se dele, embora seja outra a conotação.

Muitas vezes, a palavra cultura é empregada para indicar o desenvolvimento do indivíduo por meio da educação, da instrução. Nesse caso, uma pessoa “culta” seria aquela que adquiriu domínio no campo intelectual ou artístico. Seria

“inculta” a que não obteve instrução.

Os antropólogos não empregam os termos culto ou inculto, de uso popular, nem fazem juízo de valor sobre esta ou aquela cultura, pois não consideram uma superior à outra. Elas apenas são diferentes em nível de tecnologia ou integração de seus elementos. Todas as sociedades – rurais ou urbanas, simples ou complexas – possuem cultura. Não há indivíduo humano desprovido de cultura exceto o recém-nascido e o homo ferus; um, porque ainda não sofreu o processo de endoculturação, e o outro, porque foi privado do convívio humano.

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788522466023

2 Sociologia: História e Desenvolvimento

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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Sociologia; História e

Desenvolvimento

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2.1 A SOCIOLOGIA E O DIA-A-DIA: AS RELAÇÕES SOCIAIS

Os indivíduos, dos primeiros momentos da História aos dias de hoje, estabelecem relações entre si que fazem parte de suas rotinas cotidianas. Voltadas para a resolução de problemas práticos ou abstratos, que vão da satisfação das necessidades vitais básicas à solução de intrincadas questões científicas ou filosóficas, essas relações fundam-se em interações que ora começam por impulsos originados no indivíduo, ora iniciam por influências oriundas do grupo ou da sociedade.

Constituindo um dos parâmetros fundamentais que definem a vida social, há uma tensão permanente entre os impulsos que partem das necessidades do indivíduo e as demandas que provêm da sociedade. Não é difícil confirmar essa afirmação. Nas conversas do dia-a-dia entre as pessoas, é comum o seguinte diálogo:

- ''Você agiu por impulso pessoal ou por pressão do grupo?"

- "Eu agi por minha conta e risco, não dou importância ao que os outros pensam!" Ou,

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Medium 9788521635406

Capítulo 6 - Capital constante e capital variável – capital fixo e capital circulante (ou líquido)

MARX, Karl Grupo Gen PDF

capítulo

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Capital Constante e Capital Variável – Capital

Fixo e Capital Circulante (ou Líquido)*

Agora que sabemos que uma mais‑valia resulta da produção de mercadorias, e de que modo ela se faz, fica claro que a mais‑valia produzida em cada empresa particular deve ser necessariamente dife‑ rente, e isso sem levar em conta a grandeza do capital. Vimos, com efeito, que a mais‑valia nasce unicamente do trabalho vivo, nova‑ mente realizado, e não dos meios de produção já existentes. Em nosso exemplo, do fiador do algodão, o capitalista pagou 24 xelins pela totalidade dos meios de produção (algodão e instrumentos de trabalho), mais 3 xelins do salário. A fiação não modificou em nada os 24 xelins, isto é, o valor dos meios de produção; ela transmitiu ao fio esse valor, que permaneceu exatamente o mesmo. Os 3 xelins de valor, ao contrário, foram consumidos sob forma de salários, e em seu lugar nasceu um novo valor de 6 xelins.

A parte do capital que se transforma em meios de produção, isto

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Medium 9788580554373

Capítulo 4 - Aprender inglês

Denise L. McLurkin Grupo A PDF

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Aprender inglês

Podemos conversar?

Ao sair da sala dos professores e me dirigir à minha sala para preparar a aula, escuto alguém me chamando. Quando me viro, vejo a Sra. Conrad, secretária da escola, esperando por mim. “Sim”, respondo, parando. A Sra. Conrad respira fundo e diz: “Não sei se você percebeu, mas hoje terá um novo aluno”. Busco, atrapalhada com as correspondências que carrego, minha pasta com a chamada.

Abro-a e vejo um novo nome no final da lista – George Parlan.

“Ah”, digo, “O que você pode me dizer sobre George?”. A Sra. Conrad me olha e diz: “Bem, sua família é das Filipinas. Não sabemos bem se ele frequentou a educação infantil lá, então você precisará lidar com isso. O que sabemos é que ele fala muito pouco inglês”. Ela pausa e, então, continua: “Aliás, a senhora que veio com a mãe dele disse que ele só sabe falar banheiro, água e não”.

Olho para a Sra. Conrad preocupada. “Por favor, desculpe a minha ignorância, mas você sabe que língua se fala nas Filipinas?”. Ela responde: “tagalo”.

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Medium 9788536317113

26. O uso dos computadores na pesquisa qualitativa

Uwe Flick Grupo A PDF

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Uwe Flick

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O uso dos computadores na pesquisa qualitativa

Novas tecnologias: expectativas, temores e fantasias, 318

Formas de utilização dos computadores na pesquisa qualitativa, 319

Por que utilizar softwares na análise de dados qualitativos: esperanças e expectativas, 320

Tipos de softwares para a análise de dados qualitativos, 322

Softwares para a análise de dados qualitativos: como escolher?, 322

Exemplos: ATLAS•ti, NUD•IST e MAXqda, 325

Como utilizar softwares na pesquisa qualitativa, 327

O impacto do software na pesquisa qualitativa: exemplos, 328

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

identificar a possível contribuição dos computadores para facilitar a pesquisa qualitativa. entender o papel dos computadores em sua principal esfera de ação no âmbito da pesquisa qualitativa – o apoio para a análise do material. compreender que o software não realiza a análise nem substitui o uso de um método para a análise do material, mas apenas oferece alguns instrumentos para torná-la mais cômoda. selecionar um programa de computador para seu estudo e encontrar o programa adequado.

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Medium 9788522466023

14 As Instituições Sociais e os Meios de Comunicação de Massa

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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