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Medium 9788582713822

Capítulo 2 - A função da boa forma física musculoesquelética na prevenção de lesões esportivas

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

2

Árni Árnason

A função da boa forma física musculoesquelética na prevenção de lesões esportivas

CARGA BIOMECÂNICA E LESÕES

Ao se trabalhar com atletas, é importante considerar suas forças e fraquezas relativas a sua atividade esportiva e, ao mesmo tempo, identificar atletas que estão em risco de sofrer lesões. O treinamento de alta qualidade e a prevenção de lesões estão intimamente relacionados, uma vez que ambos devem ser específicos por esporte. O objetivo primário deve ser melhorar a forma física, técnica e tática dos jogadores para seu esporte em particular, bem como reduzir seu risco de lesões. Lesões, em geral, ocorrem se a carga biomecânica se torna mais alta do que a tolerância estrutural.

Isso pode acontecer se a carga biomecânica é muito alta ou se a tolerância a uma determinada carga biomecânica é reduzida (1).

Uma lesão aguda ocorre quando uma carga biomecânica alta demais é aplicada subitamente, resultando em um estresse demasiadamente alto para a estrutura envolvida absorver, ou se uma carga submáxima porém excessiva é aplicada ao longo de um período de tempo, pode ocasionar a uma lesão por excesso de uso. Um exemplo de carga biomecânica excessiva é o mecanismo típico de uma entorse lateral de tornozelo no futebol, quando o jogador envolvido está correndo com a bola. No momento da lesão, todo seu peso corporal está sobre uma perna e ele recebe um bloqueio de um oponente direcionado lateralmente sobre a face interna do tornozelo, ou parte inferior da perna.

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Medium 9788582713822

Capítulo 18 - Tênis

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

18

Todd S. Ellenbecker, Mark Kovacs e E. Paul Roetert

Tênis

INTRODUÇÃO

O tênis é um esporte peculiar em função das demandas biomecânicas e metabólicas únicas aplicadas ao corpo. Além disso, é jogado em quatro superfícies diferentes e produz adaptações anatômicas específicas em seus atletas, além de produzir perfis de lesões específicos em seus jogadores de elite. Este capítulo considera os padrões de lesões mais comuns e as características biomecânicas do jogo de tênis, além de fornecer um modelo de programa de treinamento específico para o tênis, tanto para jogadores jovens em desenvolvimento como para jogadores de tênis de elite mais maduros.

PADRÕES DE LESÃO COMUNS NO TÊNIS

Lesões no tênis têm sido relatadas em todas as regiões do corpo, com as áreas mais comuns sendo o ombro, cotovelo e joelho (1). A maioria das lesões no tênis pode ser definida como lesão por uso excessivo, proveniente de microtraumas repetitivos inerentes ao esporte (1,2). Identificar os sítios anatômicos lesionados mais comuns é importante para dar um alvo, tanto ao treinamento preventivo como de desenvolvimento. Pluim e Staal publicaram um artigo de revisão extenso resumindo estudos epidemiológicos no tênis, os quais relatam a extremidade inferior como a região lesionada com mais frequência (39-65%), seguida pela extremidade superior (faixa de 24-46%) e cabeça/tronco (8-22%) (1).

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Medium 9788582712016

Capítulo 16. Tecnologia na biomecânica

Peter M. McGinnis Grupo A PDF

Capítulo 16

Tecnologia na biomecânica

Objetivos

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

© Sacramento Bee/Jay Mather/ZUMA Press

Definir análise biomecânica quantitativa

Discutir como a forma de medir tais variáveis pode influenciá-las

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinemáticas na biomecânica

Discutir sobre a instrumentação usada para medir as variáveis cinéticas na biomecânica

Um praticante de golfe realiza uma parte do movimento da batida de uma bola. Mas ele parece diferente: não está usando roupas de golfe normais. Pontos luminosos estão fixados em seu taco e em várias partes de seu corpo. Uma pequena caixa está presa em suas costas, e cabos saem dela e dos seus sapatos. Mais fios estão presos a dispositivos em suas pernas. O golfista está sobre algum tipo de plataforma. Luzes o iluminam. Ele não está jogando em um campo de golfe, mas em um laboratório, onde uma variedade de dispositivos grava seus movimentos, ações musculares e forças de reação sob seus pés. Que tipo de laboratório é esse? Quais tipos de dispositivos são usados para medir as variáveis biomecânicas discutidas neste livro? Nos três capítulos anteriores, aprendemos sobre análises biomecânicas qualitativas. Este capítulo trata da tecnologia usada nas análises biomecânicas quantitativas.

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Medium 9788582713013

Capítulo 7 - Desenvolvimento da Locomoção Humana

Kathleen M. Haywood; Nancy Getchell Grupo A PDF

7

Desenvolvimento da

Locomoção Humana

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Definir o conceito de locomoção humana.

Descrever os diferentes tipos de locomoção.

Discutir o desenvolvimento de padrões específicos de locomoção.

Explicar as diferentes restrições do indivíduo que afetam o desenvolvimento dos padrões de locomoção.

122

Desenvolvimento da Locomoção Humana

Desenvolvimento motor no mundo real

Quem disse que envelhecer significa desacelerar?

Enquanto a população mundial continua a embranquecer os cabelos, mais e mais adultos desafiam estereótipos conhecidos de fragilidade e fraqueza participando de atividades físicas em um nível de elite. Uma dessas atletas é Philippa “Phil” Raschker, que foi eleita Atleta do Ano pela Associação Mundial de Atletas Master (WMA). Raschker, competindo no grupo de 60 a 64 anos, conquistou um número impressionante de 71 medalhas de ouro, 19 de prata e 7 de bronze (a maioria em competições de corrida, tais como os 100 m rasos e 300 m com barreira), desde 1983. Nessa contagem estão incluídos os três campeonatos que ela conquistou em 2011. Ela foi finalista do

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Medium 9788582713471

Capítulo 2. Personalidade e esporte

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF

Personalidade e esporte

2

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Descrever o que constitui a personalidade e por que ela é importante

Discutir as principais abordagens para entender personalidade

Identificar como a personalidade pode ser medida

Avaliar testes de personalidade e pesquisas para aplicação prática e validação

Entender a relação entre personalidade e comportamento no esporte e no exercício

Descrever como as estratégias cognitivas estão relacionadas ao sucesso esportivo

Aplicar o que você sabe sobre personalidade em situações esportivas e de exercício, para entender melhor a personalidade das pessoas

Milhares de artigos, muitos escritos durante as

décadas de 1960 e 1970, já foram publicados sobre aspectos da personalidade esportiva (Ruffer, 1976a, 1976b;

Vealey, 1989, 2002). Essa volumosa pesquisa demonstra o quanto pesquisadores e profissionais consideram importante o papel da personalidade em situações esportivas e de exercício. Pesquisadores questionam, por exemplo, o que leva alguns alunos a se interessarem pelas aulas de educação física, enquanto outros nem mesmo aparecem. Perguntam-se por que alguns praticantes de exercícios continuam com seus programas de condicionamento físico, enquanto outros perdem a motivação e desistem; querem saber se os testes de personalidade deveriam ser usados para selecionar atletas para equipes e se o sucesso esportivo pode ser previsto pelo tipo de personalidade do atleta.

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Medium 9788536309071

9. Outros Sistemas

Emms, John Grupo A PDF

184

John Emms

Um exemplo deste último caso é 2...e6 3 g3 d5 4 exd5 exd5 5 Bg2 Cf6 6 d3 d4 7

Ce4 Cxe4 8 dxe4, com uma posição equilibrada.

3...g6

O fianqueto do bispo-f8 é a abordagem mais usual das pretas.

4 Bg2 Bg7 5 d3 d6 6 Be3

Nos últimos anos, esse lance substituiu 6 f4 (veja a Partida 55) como linha principal. As brancas podem jogar no estilo “Ataque Iugoslavo” com Dd2 e, após o desenvolvimento do cavalo-g8, podem trocar bispos com Bh6.

6...Tb8

As pretas preparam ...b7-b5, iniciando o contra-jogo na ala da dama. Outra maneira de seguir em frente é desenvolver com 6...e6 7 Dd2 Cge7, quando as brancas devem tentar trocar os bispos. Uma das possíveis continuações é 8 Bh6

0-0 9 Bxg7 Rxg7 10 h4!?, preparando um ataque rápido com h4-h5.

7 Dd2 b5

Observem que as pretas postergam o desenvolvimento do cavalo-g8 para impedir que as brancas executem o plano fácil de Be3-h6.

8 Cge2 Cd4

As pretas plantam seu cavalo em um posto avançado conveniente e impedem que as brancas joguem d3-d4. No momento, as brancas não estão em boa posição para trocar o cavalo. 9 Bxd4 cxd4 10 Cd1 significa que as brancas têm de abandonar suas idéias de Bh6, enquanto 9 Cxd4?? cxd4 simplesmente perde uma peça para o garfo do peão.

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Medium 9788536309071

2. Variante Najdorf

Emms, John Grupo A PDF

36

John Emms

Após 5...a6, lances convencionais das brancas serão respondidos com ...e7-e5, seguido de desenvolvimento consistente. Essa estratégia inclui ...Be7, 0-0, ...Cc6

(ou ...Cbd7), ...Be6 (ou ...b7-b5 e ...Bb7). De maneira geral, as pretas procuram explorar seu peão central extra com o avanço libertador ...d7-d5. Avanços bemsucedidos normalmente garantem pelo menos que as pretas ganhem igualdade.

Assim, cabe às brancas impedir ou dissuadir as pretas de levarem avante esse plano.

A Najdorf foi usada pela primeira vez por jogadores como o Mestre Internacional checo Karel Opocensky, na década de 1940, e posteriormente refinada pelo Grande Mestre Miguel Najdorf, que deu seu nome a essa variante. Nos níveis mais elevados, a Variante Najdorf é a mais popular de todas as Defesas Sicilianas e, na opinião dos especialistas, é 100% segura. É a favorita dos campeões mundiais Bobby Fisher e Garry Kasparov, fazendo parte atualmente do arsenal de muitos jogadores de estirpe. Os jogadores das brancas estão buscando constantemente estilos novos e mais produtivos para a batalha contra a Variante Najdorf.

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Medium 9788536305271

Extensores da coluna lombar

Lima, Cláudia Silveira Grupo A PDF
Medium 9788536327136

7. Questões Estatísticas no Planejamento e na Avaliação de Pesquisas

Thomas, Jerry R. Grupo A PDF

Capítulo 7

QUESTÕES ESTATÍSTICAS NO

PLANEJAMENTO E NA AVALIAÇÃO

DE PESQUISAS

As estatísticas mostram que, entre os que adquirem o hábito de comer, pouquíssimos sobrevivem.

Wallace Irwin

P

ara planejar o seu próprio estudo ou avaliar o estudo de outros, é preciso compreender os conceitos de alfa, poder, tamanho da amostra, tamanho do efeito e suas inter-relações. Neste capítulo, apresentamos esses conceitos e mostramos como usá-los no planejamento e na avaliação de pesquisas.

Probabilidade

Um conceito que lida com técnicas estatísticas é a probabilidade, cuja questão é quais as chances de algo acontecer. Usamos a probabilidade em eventos cotidianos. Quais as chances de chover? Pela previsão do tempo, ficamos sabendo que há 90% de probabilidade de chuva. Você pode ficar em dúvida se isso significa que vai chover em 90% dos lugares ou, mais provavelmente, que as chances de chover onde você está são de 90%, em especial se estiver planejando um jogo de tênis ou de golfe.

Um dos conceitos da probabilidade relacionado à estatística é chamado de eventos igualmente prováveis. Vejamos um exemplo. Quando jogamos um dado, as chances de ocorrência de cada um dos números de 1 a 6 são iguais (ou seja, uma em cada seis, a não ser que você esteja em Las Vegas). Outro aspecto pertinente à probabilidade envolve a frequência relativa. Para ilustrar, vamos supor que você jogue uma moeda para cima cem vezes. Espera-se que dê cara 50 vezes e coroa também 50 vezes; a probabilidade de qualquer resultado é de metade, ou seja, 0,50.

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Medium 9788536309071

Solução dos Exercícios

Emms, John Grupo A PDF
Medium 9788565852098

Capítulo 1 - Conceitos em Testes e Medidas

James R. Morrow Jr.; Allen W. Jackson; James G. Disch; Dale P. Mood Grupo A PDF

1

Conceitos em Testes e Medidas

Objetivos

Tópicos

Natureza da medida e da avaliação

Normas e critérios-padrão de referência

Avaliação formativa e somativa

Objetivos da medida, do teste e da avaliação

Localização

Diagnóstico

Predição

Motivação

Desempenho

Avaliação do programa

Domínios do desempenho humano

ESTUDE

Morrow_01.indd 23

Após estudar este capítulo, você será capaz de:

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definir os termos teste, medidas e avaliação; diferenciar normas e critérios-padrão de referência; diferenciar avaliação formativa e avaliação somativa; discutir a importância do processo de medida e avaliação; identificar os objetivos da medida e avaliação; identificar a importância de objetivos no processo de tomada de decisão; e

® diferenciar entre os domínios cognitivo, afetivo e psicomotor e como se relacionam ao desempenho humano.

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Medium 9788536317687

15 Tênis em cadeira de rodas

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF

250

Carlos Balbinotti e cols.

15

TÊNIS EM

CADEIRA DE RODAS

David Sanz Rivas

Juan Pedro Fuentes García

O tênis em cadeira de rodas surgiu nos Estados Unidos quando, em 1976, Brad

Parks, após um acidente de esqui que lhe causou uma lesão medular, assistiu a um vídeo de uma pessoa jogando tênis em cadeira de rodas no hospital onde ele fazia sua reabilitação. Essa situação motivou-o a praticar esse esporte, e tais foram as sensações proporcionadas por ele, que Parks decidiu não só praticá-lo mas também difundi-lo, fazendo com que o tênis em cadeira de rodas adquirisse, assim, um grande desenvolvimento nos Estados Unidos e, mais tarde, na Europa, uma vez que ele próprio viajou até esse continente para levar seus conhecimentos e aumentar progressivamente o número de praticantes.

Como assinala Sanz (2002), esse esporte começou a ser praticado na Europa em 1982 e adquiriu seu maior apogeu e número de praticantes na França, Alemanha e Holanda. Em 1985 foi criada, em

Geldermeisen (Holanda), a EWTF (Federação Européia de Tênis em Cadeira de

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Medium 9788536317960

Capítulo 7: Esporte, competição e estresse: implicações na infância e na adolescencia

Dante de Rose Jr. Grupo A PDF

Esporte e atividade física na infância e na adolescência

ESPORTE, COMPETIÇÃO E

ESTRESSE: IMPLICAÇÕES NA

INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA

103

7

Dante De Rose Jr.

O esporte tem ocupado cada vez mais espaço na vida das pessoas. Especialmente para crianças e adolescentes, a influência dos eventos esportivos divulgados pelos meios de comunicação e a identificação com os ídolos fazem com que eles convivam com as mais variadas situações relacionadas ao esporte e imaginem-se nessas situações, levando-os a traçar objetivos frequentemente inatingíveis em seu contexto social, cultural e familiar.

A expectativa de tornar-se um grande atleta leva muitos jovens a abandonar suas atividades básicas, como, por exemplo, estudar, para se dedicar a uma atividade que demanda grandes sacrifícios e entrega total. Como nem todos que tentam conseguem ser grandes atletas, esse

“sonho” pode levar à frustração.

Como aspecto inerente ao esporte, a competição na infância e na adolescência

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Medium 9788582714010

Capítulo 14. Peito

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 14

Peito

Este capítulo contém descrições detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos do peito

(peitorais), que são divididos nas porções superior (peitoral maior – parte clavicular) e inferior (peitoral maior

– parte esternocostal) (observe a figura). Embora muitos desses exercícios sejam movimentos de empurrar

(p. ex., o supino) – os quais são multiarticulares – e requeiram o trabalho do deltoide e do tríceps, eles são considerados exercícios que enfatizam primeiramente

o peito, devido ao movimento dos braços.* Os exercícios de peito são divididos em atividades de empurrar executadas com barra, com halteres, com cabos, com bandas elásticas ou em equipamentos, do tipo crucifixo e do tipo apoio,** mergulho e pullover. Independentemente do movimento utilizado na sessão de treino, pode-se substituí-lo por outro do mesmo tipo (p. ex., o supino inclinado pode substituir qualquer exercício de empurrar com barra).

Peitoral superior (clavicular)

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Medium 9788582713471

Capítulo 4. Ativação, estresse e ansiedade

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF

Ativação, estresse e ansiedade

4

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

Discutir a natureza do estresse e da ansiedade (o que são e como são medidos)

Identificar as principais fontes de ansiedade e estresse

Explicar como e por que as emoções relacionadas à ativação e à ansiedade afetam o desempenho

Comparar e diferenciar formas de regular ativação, estresse e ansiedade

Jason chega para rebater no final do último

tempo com duas bolas fora e dois homens na base. Com uma rebatida, seu time vencerá o campeonato esta­dual; com uma bola fora, o time perderá o maior jogo da temporada. Jason posiciona-se no lugar do batedor; seu coração está aos saltos, ele sente algo estranho no estômago e não consegue manter a concentração. Pensa, então, no que uma vitória significará para seu time e no que as pessoas pensarão dele se não rebater. Cravando as travas da chuteira na terra, Jason aperta o bastão, faz uma pequena oração e aguarda o primeiro arremesso.

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