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Medium 9788521628262

6 - Conjuntos: Colineares, Planos e Circulares

BALANIS, Constantine A. Grupo Gen PDF

Capítulo

6

CONJUNTOS: COLINEARES,

PLANOS E CIRCULARES

6.1 INTRODUÇÃO

No capítulo anterior, as características de radiação de antenas de um único elemento foram discutidas e analisadas. Em geral, o diagrama de radiação de um único elemento é relativamente largo, e cada elemento provê baixos valores de diretividade

(ganho). Em diversas aplicações é necessário projetar antenas com características muito diretivas (ganhos muito elevados) para atender os requisitos de comunicação de longa distância. Isso somente pode ser conseguido aumentando-se o tamanho elétrico da antena.

Ampliar as dimensões de elementos isolados geralmente resulta em características mais diretivas. Uma outra maneira de se aumentar as dimensões da antena sem necessariamente aumentar o tamanho dos elementos individuais é formar, em configuração elétrica ou geométrica, um agrupamento de elementos radiantes. Esta nova antena, consistindo em múltiplos elementos, é denominada conjunto.* Na maioria dos casos os elementos de um conjunto são idênticos. Isso não é necessário, mas é conveniente, mais simples e prático. Os elementos individuais de um conjunto podem ter diversas formas (fios, aberturas etc.).

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Medium 9788521618843

EXEMPLO DE APLICAÇÃO

MAMEDE FILHO, João; MAMEDE, Daniel Ribeiro Grupo Gen PDF

EXEMPLO DE APLICAÇÃO

Com o objetivo de mostrar ao leitor como proceder em um estudo de coordenação da proteção, foi elaborada uma sequência de cálculo de ajustes dos relés constantes de um pequeno sistema de alta tensão com 5 barras. Sabe-se que um estudo de proteção possui várias formas de ser desenvolvido, e aqui apresentaremos uma delas.

O Exemplo de Aplicação tem como foco principal as proteções de sobrecorrente e, por isso, não foram calculadas as proteções diferenciais de linha, diferencial de transformador, imagem térmica etc.

O sistema a ser estudado, de acordo com o Anexo I, é composto por cinco subestações de 69 kV. Duas das barras pertencem a uma usina geradora de energia composta por duas máquinas de 15 MVA-13,8 kV cada.

Na subestação da usina é utilizado um transformador elevador de 30 MVA-69/13,80 kV. A barra 5 possui uma carga não motriz com valor máximo de 10 MVA. Todos os transformadores de corrente possuem uma relação de transformação de 800-5 A. As impedâncias equivalentes da concessionária são: Zpos 5 0,1581–73° e Zzer 5

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Medium 9788521623762

CAPÍTULO 13 - MÉTODO DO CENTROIDE – TABELAS

FRANÇA FILHO, José Luiz de Grupo Gen PDF

103

C A P Í T U L O 13 — M ÉTOD O D O C E N TR O I D E – TABE L AS

13

III

A abordagem do método do centroide que faremos neste capítulo será subdividida em duas partes, com propósitos distintos, porém complementares. Em um primeiro momento, discutiremos o significado, a determinação e as vantagens de utilizar o centroide de uma tubulação para obter uma visão geral dos mecanismos de distribuição das tensões decorrentes da expansão/contração térmica, e, com isso, construir uma base muito interessante para entender e melhor analisar a flexibilidade das tubulações industriais. No segundo, apresentaremos uma série de tabelas para cálculos de flexibilidade de algumas configurações particulares, elaboradas com base no método do centroide e teceremos alguns comentários importantes sobre sua utilização.

PARTE

MÉTODO DO

CENTROIDE – TABELAS

Antes de começar, entretanto, falaremos um pouco a respeito da história do centroide.

O método do centroide foi introduzido na flexibilidade das tubulações por S.W. Spielvogel em seu livro Piping Stress Calculations Simplified, publicado originalmente na década de 1950, quando era considerado um método exato para a precisão das réguas de cálculo então utilizadas. Isso ocorreu num pequeno vilarejo americano da cidade de

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Medium 9788521620532

CAPÍTULO 6 - Querosene de Aviação

FARAH, Marco Antônio Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

6

Querosene de Aviação

6.1 DEFINIÇÃO

O querosene de aviação – QAV – é definido como um derivado de petróleo de faixa de ebulição compreendida entre 150 ºC e 300 ºC, com predominância de hidrocarbonetos parafínicos de 9 a 15 átomos de carbono, utilizado em turbinas aeronáuticas.

No passado, em outros países, a nafta chegou a ser utilizada como fração básica para a produção de combustível para turbinas aeronáuticas, porém foi substituída pelo querosene devido à grande demanda de nafta para a indústria automotiva, à sua maior pressão de vapor e à sua relativamente baixa densidade, o que exige maiores volumes para um mesmo fornecimento de energia.

Presentemente, o desenvolvimento tecnológico das turbinas de aviação exige que o combustível adequado apresente facilidade de bombeamento a baixas temperaturas, facilidade de reacendimento em elevadas altitudes, combustão limpa, com baixa emissão de energia radiante e reduzida tendência à formação de depósitos. Essas características levam à escolha do QAV, com faixa de ebulição intermediária entre a da gasolina e a do óleo diesel, como o combustível ideal para jatos.

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Medium 9788521627579

Apêndice E - Dados da Pressão de Saturação do Vapor

CROWL, Daniel A. Grupo Gen PDF

A

p ê n d i c e

 E

Dados da Pressão de Saturação do Vapor1

em que psat é a pressão de saturação do vapor (mm Hg),

T é a temperatura (K) e

A, B, C são as constantes fornecidas abaixo.

Espécie

Fórmula

Intervalo (K)

A

B

C

Acetona

C3H6O

241-350

16,6513

2940,46

235,93

Benzeno

C6H6

280-377

15,9008

2788,51

252,36

Tetracloreto de carbono

CCl4

253-374

15,8742

2808,19

245,99

Clorofórmio

CHCl3

260-370

15,9732

2696,79

246,19

Ciclo-hexano

C6H12

280-380

15,7527

2766,63

250,50

Acetato etílico

C4H8O2

260-385

16,1516

2790,50

257,15

Álcool etílico

C2H6O

270-369

18,9119

3803,98

241,68

n-Heptano

C7H16

270-400

15,8737

2911,32

256,51

n-Hexano

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Medium 9788582601709

Capítulo 2 - Resistência

John Omalley Grupo A PDF

Capítulo 2

Resistência

LEI DE OHM

Os elétrons livres, ao fluirem através de um condutor, colidem com os átomos do condutor e perdem alguma energia cinética que é convertida em calor. Uma tensão aplicada os fará recuperar energia e velocidade, mas as colisões subsequentes irão atrasá-los novamente. Essas aceleração e desaceleração ocorrem continuamente enquanto os elétrons livres se movem entre os átomos do condutor.

A resistência é a propriedade de materiais que se opõe ou resiste ao movimento de elétrons e faz com que seja necessário aplicar uma tensão para que a corrente flua. A unidade SI de resistência é o ohm, com o símbolo Ω, letra grega ômega maiúscula. O símbolo para resistência é R.

Em condutores metálicos e outros tipos de condutores, a corrente é proporcional à tensão aplicada: se dobrar a tensão, a corrente também dobra; ao triplicar a tensão, a corrente triplica e assim sucessivamente. Para uma tensão

V aplicada com uma corrente resultante I, a relação entre V e I é

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Medium 9788521618041

1 - Corrosão

GENTIL, Vicente Grupo Gen PDF

1

Corrosão

1.1 CONCEITOS

Num aspecto muito difundido e aceito universalmente podese definir corrosão como a deterioração de um material, geralmente metálico, por ação química ou eletroquímica do meio ambiente associada ou não a esforços mecânicos. A deterioração causada pela interação físico-química entre o material e o seu meio operacional representa alterações prejudiciais indesejáveis, sofridas pelo material, tais como desgaste, variações químicas ou modificações estruturais, tornando-o inadequado para o uso.

A deterioração de materiais não metálicos, como, por exemplo, concreto, borracha, polímeros e madeira, devida à ação química do meio ambiente, é considerada também, por alguns autores, como corrosão. Assim, a deterioração do cimento portland, empregado em concreto, por ação de sulfato, é considerada um caso de corrosão do concreto; a perda de elasticidade da borracha, devida à oxidação por ozônio, pode também ser considerada como corrosão; a madeira exposta à solução de ácidos e sais

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Medium 9788521623076

Parte Cinco - CAPÍTULO 11 - AVALIAR E SELECIONAR O PLANO DE INSTALAÇÕES

TOMPKINS, James A.; WHITE, John A.; BOZER, Yavuz A.; TANCHOCO, J.M.A. Grupo Gen PDF

11

avaliar e selecionar o plano de instalações

11.1  INTRODUÇÃO

A discussão anterior se concentrou em definir as necessidades das instalações (Parte Um) e em desenvolver alternativas de planos de instalações (Partes Dois, Três e Quatro). A Parte Cinco trata da avaliação, seleção, preparação, implementação e manutenção do plano de instalações. Neste capítulo, são consideradas a avaliação e a seleção do plano de instalações.

Conforme observamos em capítulos anteriores deste livro, o processo de desenvolvimento dos planos de instalações contém elementos tanto de arte quanto de ciência. A dependência do artista em criatividade, síntese e estilo, combinada ao uso que o cientista faz da análise, redução e dedução, é a essência do planejamento de instalações.

Análise é o processo de dissecação; síntese é um processo de combinação ou criação. Através da aplicação de modelos quantitativos, incluindo os modelos de arranjo físico assistidos por computador, o planejador de instalações explora muitos espaços de solução diferentes no desenvolvimento do plano de instalações; através da aplicação de síntese, o planejador de instalações combina os aspectos quantitativo e qualitativo do plano em um conjunto de alternativas de planos de instalações a serem avaliados. Do começo ao fim, o planejador de instalações está envolvido em um processo de projeto.

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Medium 9788582600023

Capítulo 5 - Educação ambiental

Cibele Schwanke Grupo A PDF

Cibele Schwanke

Marilene de Sá Cadei

capítulo 5

Educação ambiental

Os meios de comunicação divulgam constantemente notícias sobre a crescente destruição que os ambientes naturais e aqueles construídos pelos homens (as cidades) vêm sofrendo.

A derrubada de grandes áreas florestais, as enchentes, os desmoronamentos de encostas, a perda da biodiversidade, o aumento do efeito estufa, a degradação do patrimônio cultural e a redução da quantidade de água doce são exemplos de algumas das graves questões que são divulgadas e que necessitam ser resolvidas no menor espaço de tempo possível, de forma a garantir um mundo sustentável.

Mas, afinal, o que é educação ambiental? Como surgiu e como deve ser praticada? Quem pode se apropriar de seus conceitos e se tornar um educador ambiental? Somente a escola

é responsável por formar cidadãos comprometidos com a preservação do ambiente?

Neste capítulo, a educação ambiental será foco de análise e essas perguntas serão respondidas. Além disso, enfatizaremos a importância de uma educação ambiental voltada para o reconhecimento de potencialidades e a busca de solução das problemáticas ambientais locais e que seja baseada na ética, no compromisso com o outro e na responsabilidade social e no fortalecimento de ações coletivas.

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Medium 9788521630999

5 | Gestão de Inovação

VENANZI, Délvio; SILVA, Orlando Roque da Grupo Gen PDF

5

Gestão de Inovação

Luciel Henrique de Oliveira

5.1 Modelos Mentais e Inovação Disruptiva

Um modelo mental (ou paradigma) é a forma utilizada pelas pessoas para representar o mundo, para ver e interpretar a realidade que as cerca. Os modelos mentais podem ser representados e caracterizados a partir de sua estrutura, funcionamento e mecanismo (BUCKLEY; BOULTER 1997).

Muitos dos conceitos de gestão praticados e estudados atualmente tiveram suas origens em precedentes históricos que fundamentaram o modo como grande parte dos administradores procede para resolver os problemas que enfrentam. Esses elementos podem ser chamados amplamente de modelos mentais, conforme Di Serio e Vasconcelos (2009). Os modelos mentais de gestão organizacional evoluíram a partir de grandes pontos de ruptura na história, marcados por três grandes revoluções: agrícola, industrial e a do conhecimento. Essas revoluções apresentaram situações cada vez mais complexas para o surgimento de novos modelos mentais, desde os primeiros indícios de técnicas de gestão (empreendimentos como as pirâmides do Egito, a organização da Igreja Católica, as estratégias de guerras), ao surgimento dos modernos princípios de gestão, propiciados pela Revolução Industrial.

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Medium 9788521620570

Apêndice: Noções Básicas de Termodinâmica e uma Aplicação da Análise Global do Sistema para a Transferência de Calor

LIVI, Celso Pohlmann Grupo Gen PDF

Apêndice

Noções Básicas de

Termodinâmica e uma Aplicação da Análise Global do Sistema para a Transferência de Calor

A.1 INTRODUÇÃO

No desenvolvimento deste livro, considerei que os alunos de Fenômenos de Transporte já cursaram disciplinas de Física e, portanto, já estudaram os princípios fundamentais da Termodinâmica.

O objetivo deste apêndice é apresentar um resumo de noções básicas de termodinâmica. Um estudo mais detalhado, com a dedução das equações apresentadas, pode ser encontrado em livrostexto utilizados nas disciplinas dos cursos básicos de engenharia, tais como Fundamentos de Física, de Halliday, Resnick e Walker, volume 2, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda.,

Rio de Janeiro, RJ; Física, de Serway, volume 2, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora

Ltda., Rio de Janeiro, RJ; e Curso de Física Básica, de H. Moysés Nussenzveig, volume 2, Editora

Edgard Blücher Ltda., São Paulo, SP.

A.2 SISTEMA E VOLUME DE CONTROLE

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Medium 9788582602331

Capítulo 10 - Análise e Projeto de Sistemas de Controle com Realimentação: Objetivos e Métodos

Joseph J. DiStefano III; Allen R. Stubberud; Ivan J. Williams Grupo A PDF

Capítulo 10

Análise e Projeto de Sistemas de Controle com Realimentação:

Objetivos e Métodos

10.1

INTRODUÇÃO

Os conceitos básicos, as ferramentas matemáticas e as propriedades dos sistemas de controle com realimentação foram apresentados nos primeiros nove capítulos. A atenção é agora focalizada sobre o nosso maior objetivo: a análise e projeto de sistemas de controle com realimentação.

Os métodos apresentados nos próximos oito capítulos são técnicas lineares aplicáveis a modelos lineares. Entretanto, em circunstâncias apropriadas, um ou mais podem ser usados também para problemas de sistemas não lineares, gerando assim projetos aproximados quando o método particular é suficientemente robusto. Técnicas para a solução de problemas de sistemas de controle representados por modelos não lineares são introduzidas no Capítulo 19.

Este capítulo é dedicado principalmente a tornar explícitos os objetivos e descrever brevemente a metodologia de análise e projeto. Também está incluída uma abordagem de projeto de sistemas digitais, na Seção 10.8, que pode ser considerada independentemente das diversas abordagens desenvolvidas nos próximos capítulos.

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Medium 9788521621188

Capítulo 4 - Sistemas de Gestão da Qualidade

TOLEDO, José Carlos de; BORRÁS, Miguel Ángel Aires; MERGULHÃO, Ricardo Coser; MENDES, Glauco Henrique de Sousa Grupo Gen PDF

4

Sistemas de Gestão da Qualidade

A Gestão da Qualidade é operacionalizada por um sistema de gestão formado por princí‑ pios, métodos e ferramentas que abrange toda a organização no controle e na melhoria dos processos de trabalho. Em muitos casos, essa gestão não se limita à própria organização, estendendo‑se para toda a cadeia produtiva, englobando fornecedores e clientes no processo.

A gestão da qualidade evoluiu ao longo do tempo e em resposta à dinâmica das neces‑ sidades de desempenho e gestão, com foco cada vez mais amplo, para a abordagem de Ges‑ tão da Qualidade Total.

Deve ser entendida como uma maneira de pensar, agir e produzir cujo sucesso depende da incorporação de novos valores à cultura organizacional da empresa. Logo, é fundamen‑ tal a construção de valores compartilhados entre todos os membros da organização e com os atores e agentes envolvidos com esta. Uma mudança cultural, como a requerida pela

Qualidade, depende do tipo de liderança e compromisso exercido pela alta administração; do apoio, participação e liderança da gerência média; de políticas de motivação e reconhe‑ cimento para os empregados; e da construção de estruturas de trabalho, recompensa e res‑ ponsabilidades mais condizentes com esse novo ambiente.

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Medium 9788521627524

Apêndice A - LIMITES E AJUSTES RECOMENDADOS EM UNIDADES INGLESAS

LEAKE, James M.; Borgerson, Jacob L. Grupo Gen PDF

APÊNDICE

A

LIMITES E AJUSTES

RECOMENDADOS EM UNIDADES

INGLESAS

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Leake ApendiceA.indd 346

01/10/14 06:56

Leake ApendiceA.indd 347

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Ϫ0,6

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0

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0

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0,6

0,25

0,75

0,3

0,95

0,4

1,1

0,4

1,2

0,5

1,5

0,6

1,8

0,6

2,0

0,8

2,3

1,0

2,7

1,2

3,0

0Ϫ0,12

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Medium 9788521634430

6 - Utilizando a Entropia

MORAN, Michael J. Grupo Gen PDF

6

Utilizando a Entropia c RESULTADOS DE APRENDIZAGEM

Quando você completar o estudo deste capítulo estará apto a…

demonstrar conhecimento dos conceitos fundamentais relacionados com a entropia e com a segunda lei, incluindo a transferência de entropia, a geração de entropia e o princípio do aumento de entropia.

avaliar a entropia, determinar a variação da entropia entre dois estados e analisar processos isentrópicos utilizando os dados das propriedades apropriadas.

representar a transferência de calor em um processo internamente reversível utilizando o conceito de área em um diagrama temperatura-entropia.

aplicar balanços de entropia a sistemas fechados e volumes de controle.

usar eficiências isentrópicas de turbinas, bocais, compressores e bombas para análise da segunda lei.

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Moran 06.indd 231

24/11/2017 10:26:07

232  Capítulo 6

6.1 Entropia – Uma Propriedade do Sistema

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