43 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520424070

Manual do Instrutor

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF

Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

123

124

Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Conrad Lashley Manole PDF

CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

1. Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

1 Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Kátia Simone Ploner

Introdução

A educação para pessoas de mais idade pode ter vários objetivos: ocupa‑

ção do tempo livre, suprimento de carências educacionais ou educação para transformação, tanto dos que desejam um envelhecimento saudável, quan‑ to da sociedade. Uma possibilidade real de transformação de idosos e so‑ ciedade se dá quando acontece a atuação voluntária, pois nessa interação há trocas de informações, valores, serviços, sentimentos, reconhecimentos que promovem uma nova perspectiva sobre o que é envelhecer.

A transformação nunca se realiza apenas em um sentido, de acordo com a Psicologia Social Crítica, pois o indivíduo é transformado pela so‑ ciedade e promove uma transformação por meio desse envolvimento. Para

Guareschi (2004), relação significa mutualidade, uma via de mão dupla.

Assim, os idosos e a sociedade estão sendo transformados pelo processo educacional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

10. A pessoa idosa no ambiente natural

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

10 A pessoa idosa no ambiente natural

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

No bojo da presente obra, a abordagem a seguir, basicamente, pretende mostrar de que forma esse segmento social, na condição de sujeito‑turista, pode apreciar, conhecer e interagir com o ambiente natural, representado pelos ecossistemas naturais do Brasil ainda não modificados ou com poucas alterações decorrentes das atividades humanas. Trata‑se de uma abordagem com viés técnico e operacional na perspectiva do planejamento do turismo, tendo como pano de fundo, de um lado, a natureza, seus atributos, ocorrên‑ cias e manifestações, e, de outro, o contato e a integração da pessoa idosa, na condição de turista, com esse cenário.

Uma vez identificada a abordagem do conteúdo deste texto e estabele‑ cidos os devidos recortes para seu alcance, deve-se reconhecer a sua inser‑

ção em um amplo contexto disciplinar, a partir do qual o próprio título que sugere, instiga, para que seja descortinado em distintas abordagens, no

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

8. A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

8 A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Karina Toledo Solha

Bruna de Castro Mendes

Lívia Morais Garcia Lima

Introdução

De acordo com a última projeção da população do Brasil realizada pelo

IBGE, o país está na quinta posição no ranking dos mais populosos (2008).

Nesse mesmo estudo estima‑se que uma queda ainda mais acentuada do número de filhos por mulher deve levar ao crescimento negativo e ao enve‑ lhecimento da população brasileira. Hoje, o país já faz parte do grupo dos dez países com maior percentual de idosos, junto da China, Índia, Estados

Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e Espanha (Bacha et al.,

2006).

Certamente, a mudança na estrutura etária da população brasileira traz muitos desafios, mas também oportunidades, pois não se trata apenas do crescimento do número de pessoas idosas (Debert, 1999), mas de uma mu‑ dança no comportamento de todos os segmentos da sociedade.

Se por um lado as consequências inerentes ao processo de envelheci‑ mento da população, como as apontadas por Veras et al. ao estudar o cres‑ cimento da população idosa no Brasil alertando para “a potencial gravidade dessa situação a longo prazo”, indicavam a necessidade urgente de se en‑ contrar caminhos que gerassem uma melhor distribuição dos serviços pú‑

171

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

3. A filosofia da “hospitabilidade”

Conrad Lashley Manole PDF

CAPÍTULO

3

A filosofia da

“hospitabilidade”

Elizabeth Telfer

Departamento de Filosofia,

Universidade de Glasgow

Assuntos-chave:

• Como ser hospitaleiro

• O bom hospedeiro

• Tipos de hóspedes

• A “hospitabilidade” como uma virtude moral

Em busca da hospitalidade

A “hospitabilidade” é o nome que se dá à característica das pessoas hospitaleiras. Evidentemente, tem a ver com a hospitalidade; assim, vamos começar por ela. Em seu significado básico, pode-se definir o termo hospitalidade do seguinte modo: é a oferta de alimentos e bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares da casa. Geralmente, aqueles que concedem hospitalidade, os anfitriões, oferecem tais coisas em suas próprias casas, partilhando seu próprio sustento com seus hóspedes. Essa idéia pode se desdobrar em vários sentidos: por exemplo, uma empresa proporciona hospitalidade se fornece alimentos e bebidas aos visitantes. Mas, a idéia central do conceito envolve a partilha da própria casa e a provisão de terceiros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

4. Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

4 Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

Doris van de Meene Ruschmann

Edna Mello de Liz

Introdução

A visibilidade alcançada pela terceira idade nas últimas décadas foi marcada pela criação de novos espaços voltados para a congregação da po‑ pulação de mais idade, como os grupos de convivência de idosos, as escolas abertas para a terceira idade e as universidades direcionadas.

Esses programas estimulam a busca de autoexpressão e a valorização de identidades, abrindo espaços para que uma experiência inovadora possa ser vivida coletivamente e indicam que a sociedade brasileira está mais sensível às necessidades e desejos da pessoa idosa.

Algumas das atividades empenhadas em promover um envelheci­ men­to bem‑sucedido surgiram nos anos de 1960, como é o caso dos programas do Serviço Social do Comércio (Sesc), que abriram um espa‑

ço para que associados de mais idade pudessem fazer uma série de ativi‑ dades, predominando aquelas com enfoque no lazer e no turismo. Mas foi nos anos de 1980 que essas iniciativas proliferaram. Conselhos, co‑ mitês e comissões de atendimento da população idosa têm sido criados em âmbito municipal, estadual e federal. Programas estatais e de orga‑ nizações privadas de atenção direta a idosos carentes ou com níveis mais

75

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

12. Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

12 Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

Edna Mello de Liz

Fernanda de Magalhães Trindade

Rodrigo Hakira Minohara

Rudinei Scaranto Dazzi

Introdução

O município de Balneário Camboriú é um dos destinos mais visitados pelos turistas da terceira idade durante a baixa temporada. Os meses de mar‑

ço, abril e maio são considerados os meses da felicidade pela Secretaria de

Turismo, pois são os meses em que os idosos mais visitam a cidade.

Esse público tem crescido muito nas últimas décadas, devido ao au‑ mento da longevidade, avanços da medicina, através da descoberta e pre‑ venção das doenças e de equipamentos de ponta para cirurgias, com a tecnologia da indústria desenvolvendo medicamentos de última geração.

Com todos esses fatores, a expectativa de vida aumentou, e com ela for‑ mou‑se um novo mercado de pessoas com mais de 60 anos, com tempo livre, permitindo um incremento substancial à atividade turística.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

9. Turismo religioso para pessoa idosa

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

9 Turismo religioso para pessoa idosa

Ângelo Ricardo Christoffoli

Introdução

As notícias divulgadas recentemente pelo site do Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, revelam que, em 2008, o local recebeu mais de 9 milhões de visitantes. Por si, é uma ótima notícia para o turismo nos ambientes religiosos brasileiros, pois, para um único destino, esse número

é imenso. Porém, ao aprofundar-se nos detalhes da composição desse universo, depara‑se com a inexistência de dados específicos sobre os dife‑ rentes segmentos que o compõem, como no caso dos idosos, tema deste trabalho.

O número de locais de ocorrência de atividades religiosas, bem como sua diversidade organizacional decorrente dos muitos grupos religiosos que os construíram e os mantêm, faz o Brasil completamente diferente dos outros destinos mundiais de turismo religioso. Isso porque, se de um lado possui centenas de templos, santuários e igrejas, possui igual número de situações conflitantes em seus aspectos organizacionais, visto que boa par‑ te das congregações católicas e grupos religiosos não apresenta nenhuma preocupação com os aspectos do planejamento nos moldes que compõem o segmento turístico, como é o caso da segmentação por idade, que pres‑

193

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

15. Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

15 Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

Lívia Morais Garcia Lima

Olga Rodrigues de Moraes von Simson

Introdução

Foi pensando no turismo enquanto meio propulsor de experiências no

âmbito do lazer e da cultura que decidimos desenvolver esta pesquisa, que buscou analisar as formas diversas utilizadas pelos espaços históricos e de visitação para criar e incentivar as atividades socioculturais voltadas para idosos.

A presente pesquisa propõe discutir perspectivas para melhorar a quali‑ dade de vida do cidadão idoso voltadas para o uso cultural do lazer, por meio de propostas de atividades de educação patrimonial não formal e turismo cultural, no contexto das fazendas históricas paulistas selecionadas pelo pro‑ jeto em políticas públicas em andamento denominado “Patrimônio Cultural

Rural Paulista: espaço privilegiado para pesquisa, educação e turismo” (Oita‑ va Chamada para o Programa de Pesquisa em Políticas Públicas – PPPP). O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF

Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

5. Como alojar? Gênero, hospitalidade e performance

Conrad Lashley Manole PDF

CAPÍTULO

5

Como alojar?

Gênero, hospitalidade e performance

Jane Darke

Escola de Planejamento da

Universidade Oxford Brookes

Craig Gurney

Centro para Administração e

Desenvolvimento de Hospedagem da

Universidade do País de Gales

Assuntos-chave:

• A hospitalidade doméstica como performance

• Os papéis dos gêneros e a hospitalidade

• Os tabus e a etiqueta na visita

• As tensões e os tabus no relacionamento entre anfitrião e visita

• As diferenças entre a hospitalidade comercial e a hospitalidade doméstica

Em busca da hospitalidade

A ausência de um amplo ponto de vista feminista sobre a hospitalidade dá a impressão de ser uma curiosa omissão, dado que muitos relacionamentos anfitrião–visita se baseiam preponderantemente nas relações sociais de gênero (Aitchison, 1999). Há muito tempo, os sociólogos mostram que as palavras são reveladoras; expressões como landlady [senhoria], bell-boy [mensageiro de hotel] ou housewife [dona de casa] assumem um significado crucial ao se considerar a importância do gênero no reconhecimento de papéis e expectativas relativas à hospitalidade. A hospitalidade está, portanto, profundamente envolvida em qualquer análise do patriarcado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

6. Aspectos da alimentação – o ser humano social e viajante

DOE,John; DOE,Mar; DOE,Ted Editora Teste PDF

6 Aspectos da alimentação –

o ser humano social e viajante

Rodolfo Wendhausen Krause

Luciana Wendhausen Krause Bernardes

Introdução

A comida é para qualquer ser vivo uma necessidade a ser atendida para permitir a sobrevivência e a perpetuação da espécie. Para o ser huma‑ no, a alimentação tem um significado diferenciado da alimentação dos ou‑ tros animais. Franco (2001, p.37), em relação ao significado da alimentação para o homem, diz que:

O início das civilizações está intimamente relacionado com a pro‑ cura dos alimentos, com os rituais e costumes de seu cultivo e pre‑ paração, e com o prazer de comer. O prazer de comer é a sensação de satisfazer uma necessidade que temos em comum com os ani‑ mais. Comer, o instinto que mais cedo desperta, constitui a base da vida animal. Fome é a carência biológica de alimento que se mani‑ festa em ciclos regulares. Apetite é fundamentalmente um estado mental, uma sensação que tem muito mais de psicológico do que de fisiológico. É impossível precisar quando o alimento, necessidade humana sempre presente, se transformou em prazer da mesa. Os animais comem até se saciarem. O homem logo inventou o ritual

123

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF

Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

Ver todos os capítulos

Carregar mais