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Medium 9788597013108

16 - Ética e crescimento econômico

ARRUDA, Maria Cecilia Coutinho de; WHITAKER, Maria do Carmo; RAMOS, José Maria Rodriguez Grupo Gen PDF

Ética e crescimento econômico

16

Nas décadas de 60 e 70, os termos crescimento e desenvolvimento econômico aparecem na literatura econômica como sinônimos. Antes de 1950, as expressões crescimento econômico e progresso econômico eram as mais difundidas, para referir-se às melhorias introduzidas nas condições de vida dos países.1

A explicação para a ênfase no crescimento não oferece especiais dificuldades, se consideramos que o principal objetivo de inúmeros países, após a Segunda Guerra

Mundial, era a reconstrução de suas economias.

Crescimento econômico foi definido como incremento do produto interno bruto ou renda per capita de um país. Essa avaliação do desempenho econômico, refletindo aspectos quantitativos, começou a ser questionada com o decorrer dos anos, por não incluir elementos qualitativos. A partir do fim da década de 70, ou no início dos anos 80, uma nova expressão impunha-se na literatura econômica e na avaliação dos organismos internacionais: desenvolvimento econômico.2 A apresentação do meio ambiente no processo de desenvolvimento econômico introduziu um novo conceito no final da década de 80: desenvolvimento econômico sustentável.3

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Medium 9788597011722

11 - Perícia Contábil (Alberto Manoel Scherrer)

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF

11

PERÍCIA CONTÁBIL

Alberto Manoel Scherrer

1 1 .1 Co n c e i tos f u ndamentais: d efinição, c las s i f i cação e finalidad e

A palavra “perícia” vem do latim peritia, que significa experiência, habilidade, saber e na linguagem jurídica tem o sentido lato de diligência realizada por peritos (pesquisa, exame, acerca da verdade de fatos, efetuados por pessoa com muita habilidade ou experiência na matéria investigada). Quando a prova do fato depender de conhecimento técnico ou científico, o juiz será assistido por perito.

A Perícia Judicial volta-se sempre para a matéria de fato e não de direito, pois sabe-se que o fato é capaz de provocar mudanças no patrimônio. Assim, o fato se constitui no objeto de estudo da Contabilidade e, por isso, deve se esquivar de quesitos cuja resposta possa configurar tentativa de julgamento e este é de competência do Julgador e não do

Perito do Juízo. Não há dúvida de que a Perícia Contábil Judicial é um serviço de extrema relevância de cunho social prestado pela classe contábil como elemento de auxílio ao juiz na sua missão de distribuição de Justiça.

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Medium 9788577806935

Capítulo 9. Avaliação de Ações

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF

9

Avaliação de Ações

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Ler uma cotação de ações

◗ Avaliar ações como o valor presente de seus dividendos futuros esperados

◗ Compreender o tradeoff entre dividendos e crescimento na avaliação de ações

◗ Avaliar ações como o valor presente ou do payout total da empresa ou de seus fluxos de caixa livres

notação

◗ Avaliar ações aplicando múltiplos de avaliação comuns baseados nos valores de empresas comparáveis

◗ Comparar e contrastar diferentes abordagens para a avaliação de ações

◗ Compreender como a concorrência em mercados eficientes incorpora informações aos preços de ações

Pt

preço das ações no final do ano t

EBIT

lucros antes de juros e impostos

rE

custo de capital próprio

FCFt

fluxo de caixa livre na data t

N

data terminal ou horizonte de projeção

Vt

valor da empresa na data t

␶c

alíquota corporativa

g

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Medium 9788522489800

2 A Sociedade de Consumo e o Consumidor Ecológico

DIAS, Reinaldo Grupo Gen PDF

2

A Sociedade de Consumo e o Consumidor Ecológico

U

ma vez identificado que os atuais padrões de consumo constituem um dos principais motivos da atual crise ecológica global, tornam-se os consumidores atores fundamentais na sua superação. Novos padrões de consumo, novas formas de consumir, enfim, a valorização de novos modos de viver tornam-se um imperativo global para que melhore a qualidade de vida das atuais gerações e se mantenha a mesma perspectiva para as futuras gerações.

Na realidade, o que está em jogo, se forem mantidos os atuais padrões de consumo, é a própria existência da humanidade. E somente a compreensão desse fato por um contingente cada vez maior de pessoas permitirá a mudança das condutas individuais. O objetivo a médio e longo prazos é tornar todos os consumidores ecologicamente conscientes, ou seja, que o conceito de sustentabilidade esteja implícito quando se fizer uso da palavra consumo.

2.1  A responsabilidade da sociedade de consumo

Nos países ricos, uma sociedade de subsistência, voltada para o atendimento das necessidades vitais, deu lugar a uma sociedade de consumo, que se tornou possível graças à revolução industrial. Numerosos estudos e relatórios colocam sem nenhuma ambiguidade a responsabilidade das sociedades consumistas sobre o avanço da degradação do planeta. Assim, não se pode ignorar que o modelo de desenvolvimento adotado pelos países ricos, que repousa sobre uma socie­ dade de consumo, e mesmo sobre o crescimento contínuo do consumo, é a origem dos impactos ambientais atuais que ocorrem na superfície do planeta.

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Medium 9788547217945

23.1 Sempre ocorre crase

GOLD, Miriam Saraiva - UNI PDF

CAPÍTULO 23

Emprego de crase

Apesar do que geralmente se supõe, a crase não é um acento, mas um sinal grá‑ fico utilizado para indicar uma fusão. Neste capítulo, estudaremos sua correta aplicação.

Veremos a seguir como funciona a regra geral com suas especificidades, que costumam ser confundidas com bastante frequência.

Usa­‑se o sinal indicativo da crase quando há fusão de dois “as”: a + a = à.

Exemplo:

.. Entreguei o documento à professora.

(Entreguei algo a alguém + a professora = à)

Observação: antes de nome próprio feminino e de pronome possessivo femi‑ nino é facultativo o uso da crase. Exemplos:

.. Entreguei o documento à/a Maria.

.. Entreguei o documento à/a minha secretária.

23.1 Sempre ocorre crase a]

Nas expressões adverbiais femininas. Exemplos:

.. Falou à vontade. (modo)

.. Cheguei à tarde. (tempo)

.. Feriu­‑o à faca. (instrumento) b]

Nas locuções formadas por palavras femininas. Exemplo:

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Medium 9788547214982

1.4 A cultura como solução

ZANINI, Marco Túlio Saraiva - UNI PDF

Como manter os ganhos em termos de coordenação que o modelo taylorista permitia e ganhar, ao mesmo tempo, em flexibilidade?

Reincorporar algo de concepção a todas as tarefas de execução foi a forma como os japoneses resolveram esse dilema. Mas eles contavam com mão de obra altamente qualificada, fortemente comprometida com as organizações, extremamente disciplinada, e as organizações retribuíam essa lealdade com emprego vitalício e outros tipos de benefícios, além de modelos de governança que incluíam os interesses dos empregados nas decisões da empresa. E perceberam que nesse contexto era possível lançar mão de estratégias de gestão baseadas em valores para flexibilizar a rigidez dos modelos de gestão importados do Ocidente.

1.4   A

cultura como solução

A coordenação das ações humanas nas organizações tayloristas era feita na base de comando e obediência, com foco na hierarquia e na disciplina como formas de ganhar em escala. Para reincorporar a capacidade de pensamento e concepção da base da pirâmide organizacional à gestão se fazia necessário cooptar a cooperação da força de trabalho, mas sem perder os ganhos que a divisão racional produzira. Para isso, era importante que as pessoas compreendessem aonde a organização queria chegar e como podiam colaborar, dentro dos limites da sua função na empresa, para que ela chegasse lá. E precisavam fazer isso de forma voluntária, pois se o trabalho em tempos e movimentos podia ser observado, medido e a contribuição do trabalhador podia ser exigida por meio de mecanismos de coerção, as contribuições intelectuais no modelo mais dependente de conhecimento só podem ser obtidas com a concordância em cooperar por parte dos empregados. Para obter essa cooperação, passa a ser fundamental estabelecer laços de cooperação e confiança. Os ganhos desse esforço ficam claros já na primeira fase da importação de modelos japoneses para o Brasil, na década de 1980, quando empresas que implantaram os círculos de qualidade puderam observar quanto conhecimento havia na base da organização e como os

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Medium 9788597017236

16 - Participações nos Lucros

ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira Grupo Gen PDF

16

16.1

PARTICIPAÇÕES NOS

LUCROS

PARTICIPAÇÕES NOS LUCROS OU RESULTADOS

O enunciado do item VI do art. 187 da Lei no 6.404/76, com redação dada pela Lei no

11.941/09, estabelece que na demonstração do resultado sejam discriminados os valores relativos a “participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa”.

Em princípio, os lucros gerados pela sociedade pertencem a ela (porque com a obtenção dos lucros há aumento dos ativos e estes são de propriedade da sociedade) e os sócios ou acionistas têm sobre eles uma mera expectativa de direito, de modo que só podem ser exigidos após a distribuição feita de acordo com a lei e o estatuto.1 Todavia, o ordenamento jurídico permite que outras pessoas,2 além dos sócios ou acionistas, participem dos lucros sociais, a saber: empregados, portadores de partes beneficiárias, credores por debêntures, administradores etc.

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Medium 9788540701182

Capítulo 9 - Inovação centrada em redes: quatro estratégias para explorar o cérebro global

Paul R. Kleindorfer; Yoram (Jerry) Wind; Robert E Gunther Grupo A PDF

Capítulo 9

Inovação centrada em redes: quatro estratégias para explorar o cérebro global1

Satish Nambisan

Mohanbir Sawhney

 Resumo

A maioria das empresas reconhece a necessidade de “olhar para fora” na busca de inovação.

Poucas, contudo, demonstram compreender com clareza como promover tal mudança rumo

à inovação centrada em redes – uma estratégia de inovação voltada para redes e comunidades externas. Os gestores necessitam de algo mais que histórias de sucesso sobre inovações focadas externamente; necessitam de uma orientação mais específica do que regras de inovação aberta padronizadas do tipo “tamanho único”. Os autores argumentam que cada empresa precisa encontrar seu próprio plano de ação para explorar o “Cérebro Global” – o potencial criativo do mundo de além dos muros da empresa. São muitas as abordagens e oportunidades relacionadas à inovação centrada em redes, abordagens e oportunidades baseadas na natureza do espaço de inovação e na natureza da governança das redes. No presente capítulo, os autores apresentam um sistema conceitual para a estruturação desse cenário de inovação, descrevendo quatro modelos de inovação centrada em redes – Orquestra, Bazar Criativo, Jam Central e MOD Station – e delineando como as empresas podem selecionar, preparar-se e perseguir a abordagem mais conveniente a seu contexto de negócios e inovação.

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 1 - PROCESSO DEDESENVOLVIMENTO DA PESQUISA CIENTÍFICA

SORDI, José Osvaldo De Saraiva PDF

CAPÍTULO 1

PROCESSO DE

DESENVOLVIMENTO

DA PESQUISA

CIENTÍFICA

“Eu raramente planejo minha pesquisa, ela que me planeja.”

MAX PERUTZ

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 1

26/01/17 18:12

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Compreenderá o processo de desenvolvimento da pesquisa científica.

Entenderá como o Projeto de pesquisa está inserido no processo de desenvolvimento da pesquisa científica.

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 2

26/01/17 18:12

Elaborar um projeto de pesquisa é uma atividade desafiadora para aqueles que o desenvolvem pela primeira vez. Nesse sentido, este livro se propõe a auxiliar nesse processo, apresentando de forma estruturada e integrada as atividades, as técnicas e as porções de texto (seções) que costumam compor um projeto de pesquisa. Apesar de haver variações das atividades, das técnicas e das seções de texto, segundo o método de pesquisa e a estratégia de pesquisa selecionados, há um conjunto de elementos que podem ser considerados comuns. Neste livro, a ideia

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Medium 9788522497836

15 As Demonstrações Contábeis

FERRONATO, Airto João Grupo Gen PDF

15

As Demonstrações

Contábeis

A abordagem do capítulo sugere, primeiramente, a importância da acumula-

ção correta e completa dos dados. Nessa perspectiva, o primeiro passo acontece quando do registro dos fatos contábeis, de modo completo e em tempo oportuno; o segundo diz respeito à sumarização correta desses dados; e o terceiro passo acontece quando da adequada comunicação das informações financeiras.

É através de mecanismos contábeis próprios que os escritórios elaboram demonstrações e relatórios financeiros, uns padronizados e obrigatórios, outros moldados segundo as necessidades de cada empresa, por conseguinte, facultativos. As demonstrações contábeis obrigatórias têm seus fundamentos normativos estabelecidos no art. 176 da Lei nº 6.404/76, com as alterações propostas pelas Leis nos 11.638/07 e 11.941/09.

Como regra, citamos a resenha de três características comuns às demonstrações contábeis: (1) elas poderão ser feitas adotando-se como expressão monetária o milhar de reais; (2) as demonstrações financeiras de cada exercício social serão elaboradas com a indicação dos valores correspondentes ao exercício anterior; (3) as demonstrações financeiras serão assinadas pelos administradores e por contabilista legalmente habilitado.

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Medium 9788577807574

2. Assassino Número 1: As Seguradoras de Saúde

Herzlinger, Regina Grupo A PDF

Assassino Número 1:

As Seguradoras de Saúde

Morte nas Mãos de uma

Cultura Disfuncional

U

Capítulo

2

m grupo de médicos estava em um restaurante no Litoral Norte de

Massachusetts. O Rio Essex corria silenciosamente lá fora. As delícias do Oceano Atlântico (lagostas, ostras, mexilhões) enchiam seus pratos. O clima era alegre. Todos estavam seguros em sua meia-idade: casamentos e saúde intactos, ótimos filhos (tudo bem, por ora).

Mas Paul, um bondoso cirurgião vascular, estava furioso. Os outros médicos sabiam o que vinha: mais uma reclamação sobre uma seguradora de managed care. “Vocês não vão acreditar o que aconteceu comigo esta semana. Internei um idoso diabético no meu hospital. O cara estava muito doente. Ótima pessoa, mas não sabe cuidar da diabetes. Eu havia operado o pé dele algumas semanas atrás. Mas, obviamente, logo que ficou melhor, começou a farrear. A glicose ficou descontrolada. Ele estava terrível. Dei baixa porque suspeitava que ele tinha tido um aneurisma (uma distensão de um ponto enfraquecido na parede de um vaso sanguíneo). Se o teste desse positivo, eu sabia que tinha de operar imediatamente, no dia seguinte.

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Medium 9788577809745

Capítulo 16 - Mensuração do desempenho e incentivos nas empresas

D. Besanko; D. Dranove; M. Shanley; S. Schaefer Grupo A PDF

Mensuração do desempenho e incentivos nas empresas

CAPÍTULO

16

C

omo CEO do banco de investimentos Merrill Lynch, Stan O’Neal transformou a empresa.

Depois de assumir o comando em 2003, O’Neal mudou a equipe da alta administração da empresa, sacudiu a séria cultura corporativa e levou a empresa a correr mais riscos em busca de retornos mais altos. Segundo o Wall Street Journal, “Toda vez que o Goldman Sachs Group Inc. divulgava seus lucros trimestrais nos últimos anos, doía ali perto, na sede do centro da cidade da

Merrill Lynch & Co. Lá, o CEO da Merrill, Stan O’Neal, interrogava seus executivos quanto a por que, por exemplo, a Goldman estava mostrando um crescimento maior nos lucros provenientes de negociações de títulos de dívida. Os subordinados corriam para analisar os lucros da Goldman e obter respostas para o Sr. O’Neal. ‘Chegou ao ponto em que ninguém queria estar no escritório nos dias em que os lucros da Goldman seriam divulgados’, lembra um antigo executivo da Merrill”.1

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Medium 9788522489985

11 Avaliação De Projetos Em Condições Inflacionárias

CONTADOR, Claudio Roberto Grupo Gen PDF

11

AVALIAÇÃO DE PROJETOS EM

CONDIÇÕES INFLACIONÁRIAS

1

PROBLEMA DA INFLAÇÃO

Na elaboração de projetos, é necessário montar previsões sobre o fluxo futuro de benefícios e custos. Ora, entre os parâmetros exigidos na previsão estão os preços de fatores e dos bens finais do projeto. Em geral, os sistemas mais simples de previsão extrapolam o mesmo nível dos preços vigentes, supondo, com isso, que eles crescerão ao mesmo ritmo que a inflação. Supõe-se, portanto, que os preços relativos não se modificam durante a vida útil do projeto.

Outras vezes, técnicas de predição mais avançadas sugerem que os preços reais devem acompanhar uma tendência específica. Mesmo nesta ótica, as flutuações temporárias nos preços relativos não são levadas em conta. Até certo ponto, isto é perfeitamente válido e justificável, mas como saber se os níveis atuais dos preços relativos não são também temporários? Qual a tendência dos preços reais, se é que ela existe? Afinal, nada impede que estejamos no meio de uma fase de ajuste nos preços relativos e, como tal, qualquer projeção está seriamente fadada ao erro.

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Medium 9788580551457

Capítulo 11 - Região da Ásia-Pacífico

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF

11

Capítulo

Região da

Ásia­‑Pacífico

SUMÁRIO

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Crescimento dinâmico na região

Walmart, Tide e vinho com três cobras

OA2

Importância e crescimento lento do Japão

■■ Crescimento dinâmico na região da Ásia­‑Pacífico

OA3

Importância dos mercados da base da pirâmide

OA4

Diversidade de uma ponta a outra da região

OA5

Inter­‑relações entre os países na região

OA6

Diversidade na China

■■

■■

■■

■■

■■

Grande China

Japão

Índia

Quatro “Tigres Asiáticos”

Vietnã

■■ Mercados da base da pirâmide (MBPs)

■■ Indicadores de mercado

■■ Associações comerciais da região da Ásia­‑Pacífico

■■ Associação das Nações do Sudeste Asiático (Ansa) e Ansa + 3

■■ Cooperação Econômica da Ásia­‑Pacífico (Apec)

■■ Enfoque sobre a diversidade na China

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Nordeste da China: área industrial central de longa data

Pequim­‑Tianjin

Xangai e Delta do Rio Yang­‑Tsé

Delta do Rio das Pérolas

O outro bilhão

Diferenças no estilo de negociação comercial na

Grande China

■■ Oportunidades de marketing na Grande China

302 cap_11_cateora_marketing_internacional.indd 302

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Medium 9788547215125

2.8 Controles sanitários e fitossanitários nas importações

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Saraiva - UNI PDF

capítulo 2 — barreiras ao livre comércio: esquemas protecionistas  

 25

2.7 Ações antidumping

Dumping é uma situação de mercado na qual uma empresa vende a mercadoria abaixo do custo — ou quando o preço praticado pela empresa no mercado externo

é mais baixo que o praticado no mercado interno —, com o objetivo de eliminar os produtores locais, após o que se estabelece uma situação favorável de monopólio.

Como se sabe, numa estrutura monopólica, a empresa tem capacidade e poder para definição do preço do produto isoladamente. Assim, a empresa de fora alcança uma situação privilegiada à custa da falência da produção local.

Por isso, inclusive, tem sido comum os países, diante de suspeitas de dumping, adotarem medidas justificadas e permitidas para proteger a economia local contra a concorrência desleal. Mais comumente, os governos aplicam impostos adicionais sobre as mercadorias sob suspeita.

Quando a prática de dumping é comprovada, as empresas preferem aumentar voluntariamente os preços a enfrentar impostos antidumping. Houve, nos últimos anos, um significativo aumento de países que adotam leis antidumping. Em 1980, apenas oito tinham legislação sobre o tema; em 1993, já dispunham de legislação para prevenir ações antidumping 54 países14.

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