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Medium 9788582600443

Exercício 12: Criandolugares na paisagem

Simon Unwin Grupo A PDF

EXERCÍCIO 12: Criando lugares na paisagem

Este exercício tem mais dimensões e sutilezas do que você pode pensar de início. Ele introduz muitos aspectos da arquitetura que permanecem relevantes e mantêm seu potencial mesmo nas obras mais sofisticadas. Ainda que se destine ao mundo real, a maior parte da arquitetura é criada de maneira abstrata, por meio de desenhos e maquetes (na mesa de desenho ou no computador), mas neste exercício você trabalhará com a realidade, em terrenos reais, com materiais reais, criando lugares reais.

Isso significa que você pode se adequar de maneira mais sensível (do que quando trabalha de maneira abstrata) às particularidades do contexto com o qual estiver trabalhando: sua topografia (o relevo do terreno, corpos d’ água, belvederes, o horizonte...); as condições dominantes (brisas, o sol, condições do solo...); os recursos disponíveis (materiais de construção, ajuda de outras pessoas); as coisas que já se encontram no local (naturais ou criadas por outras pessoas, próximas ou distantes).

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Medium 9788582600757

Capítulo 6. A Iluminação e a Acústica

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF

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A Iluminação e a Acústica

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A LUZ

A luz é energia irradiante. Ela irradia uniformemente em todas as direções e se espalha por uma área maior conforme emana de sua fonte. À medida que se dispersa, ela também diminui em intensidade, em proporção equivalente ao quadrado de sua distância até a fonte.

À medida que se move, a luz revela aos nossos olhos as superfícies e formas dos objetos no espaço. Um objeto em seu caminho irá refleti-la, absorvê-la ou permitir que uma luz incidente o atravesse.

Iluminação

As reflexões difusas ou múltiplas ocorrem quando a luz é refletida por superfícies foscas ou não polidas.

O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

Os materiais opacos

A transmissão difusa ocorre bloqueiam a transmissão através de materiais translúcida luz e projetam sombras. dos, como o vidro jateado. A fonte de luz não é claramente visível.

A transmissão não difusa ocorre através de materiais claros e transparentes, como o vidro comum e alguns plásticos.

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Medium 9788521625858

Capítulo 14 - Produtos Especiais

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

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Produtos Especiais

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Produtos Especiais | 297

14.1 Introdução

Alguns produtos muito usados na pintura imobiliária, embora não enquadrados nos conceitos anteriores, merecem ser aqui abordados.

Apresentaremos agora os selantes, fundos, impermeabilizantes, massas e solventes e produtos para usos específicos, portanto, especiais.

Nos últimos anos, os fabricantes de tintas têm elaborado diversos produtos para atender determinadas exigências. Esses produtos especiais têm mercado limitado, mas são de grande importância.

Os fabricantes oferecem serviços gratuitos de informações sobre seus produtos, seja por telefone (0800), seja pela internet. Os SACs

(Serviço de Atendimento ao Cliente) prestam informações detalhadas ao consumidor, ajudando muitas vezes na escolha da melhor solução para eventuais problemas em sua linha de produtos.

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Medium 9788582600443

Exercício 10: Simetria e assimetria

Simon Unwin Grupo A PDF

EXERCÍCIO 10: Simetria e assimetria

Enquanto você coletava (para o exercício anterior em seu caderno de croquis) exemplos orientados pela geometria ideal, provavelmente percebeu diferentes estratégias dividindo as plantas em recintos ou espaços constituintes. Já exploramos a geometria do planejamento no Exercício 8, mas aqui temos outras questões a considerar, relativas à hierarquia espacial, ao movimento e às relações com o mundo externo.

A tendência ao longo de toda a história tem sido associar a geometria ideal com a simetria axial.

Esta pode ser facilmente confundida com o eixo da porta, pois muitas vezes estão ligados. Porém, a simetria axial, tanto em elevação quanto em planta,

é diferente, no sentido de que constitui uma ideia intelectual expressa primeiramente nos desenhos abstratos que os arquitetos fazem – plantas e elevações

– e, como tal, é distinta de um efeito fenomenológico; isto é, somente quando você olha a planta de um arquiteto é que pode ver se ela é ou não organizada de forma simétrica em relação a um eixo, mas consegue sentir a força do eixo de uma porta quando se posiciona diante dele.

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Medium 9788582600443

Exercício 1: A substância sem substância

Simon Unwin Grupo A PDF

EXERCÍCIO 1: A substância sem substância

Neste exercício, você começará a explorar as atividades de dar forma e criar lugares, que são a base de toda a arquitetura. O exercício introduz as duas substâncias fundamentais da arquitetura: o material e o espaço. Você achará familiar a ideia de dar forma ao material – argila, papelão, blocos de construção...

–, mas a ideia de dar forma ao espaço talvez pareça um pouco estranha.

Tendemos a ver o mundo como uma coleção de objetos, coisas físicas que podemos ver e provavelmente tocar: um livro, uma árvore, um automóvel, uma folha, um blusão, um oceano, um sanduíche... Tais objetos consistem em materiais físicos: papel, madeira, metal, celulose, lã, água, pão, queijo... As edificações são feitas de materiais físicos: pedra, tijolo, vidro, concreto, madeira, titânio, cobre... e também podemos vê-las como

objetos. Mas a primeira coisa que devemos entender sobre arquitetura (e a mais complicada) é que com ela damos forma tanto ao material físico quanto ao espaço.

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Medium 9788577807017

Capítulo 3: Os espaços pequenos e com dimensões mínimas

Mark Karlen Grupo A PDF

Capítulo 3 OS ESPAÇOS PEQUENOS E COM

DIMENSÕES MÍNIMAS

Antes de tentar solucionar os problemas convencionais de projeto de interiores,

é importante dominar o planejamento de espaços típicos pequenos e com dimensões mínimas. Em especial, é preciso tornar-se competente no planejamento de espaços residenciais típicos (cozinhas, banheiros, lavabos e lavanderias) e de espaços não residenciais (banheiros públicos e copas pequenas). Em uma escala menor, também se deve considerar espaços não usuais, como salas de computadores, câmaras escuras e laboratórios científicos. Há um denominador comum entre todos esses espaços: eles têm muitos equipamentos e sua construção é dispendiosa; consequentemente, seu planejamento costuma visar ao máximo de economia e eficiência em termos de espaço utilizado.

O planejamento de tais espaços pequenos não é muito difícil, mas, quando o arquiteto não tem experiência com eles, a área reduzida se torna um grande entrave para a resolução eficiente e eficaz dos problemas de projeto de interiores em geral.

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Medium 9788582604304

Capítulo 6 - Materiais de construção

Pamela Buxton Grupo A PDF

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Materiais de construção

Arthur Lyons com AHR Arquitetos (antiga Aedas)

O Dr. Arthur Lyons escreve sobre arquitetura e materiais de construção; recentemente se aposentou da

Leicester School of Architecture, Faculty of Art and Design, De Montfort University, Leicester, Reino

Unido. Ele atualmente é pesquisador visitante honorário dessa universidade. A AHR Architects é uma firma interdisciplinar de consultoria em projeto e construção

PONTO-CHAVE:

• Os padrões e as especificações mudam constantemente; sempre consulte as normas técnicas correntes e os detalhes fornecidos pelos fabricantes

Conteúdo

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Introdução

Aço

Madeira

Tijolos e blocos

Concreto

Alumínio

Revestimentos de coberturas e de fachadas

Vidro

Materiais cerâmicos

Pedra natural e artificial

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Medium 9788582601013

Capítulo 3 - Uma História Concisa

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF

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Uma História Concisa

A Arquitetura do

Renascimento à Idade

Contemporânea

Influências do passado

Igreja de São Sérgio e São Baco, Istambul, 525–530 d.C.

Palácio de Carlos V, Granada, Espanha, 1527–1568

Frequentemente, a arquitetura é vista como uma disciplina que prospera com a inovação, às vezes até com rupturas radicais. Porém, boa parte da arquitetura é influenciada pelo passado. A disciplina, como um todo, avança mais por meio de um acúmulo de concepções do que pela geração súbita de novas ideias. Qualquer aplicação moderna de um princípio de projeto terá, provavelmente, um precedente histórico ao qual pode ser associada. É por essa razão que o estudo histórico é não só valioso, mas também necessário para que a arquitetura seja bem-sucedida. Este capítulo discute brevemente a evolução do pensamento arquitetônico do Renascimento até a atualidade. Ele oferece uma linha do tempo do desenvolvimento da arquitetura, relacionando-o com os acontecimentos correspondentes. Com este capítulo, você poderá entender melhor as forças que influenciam a evolução da arquitetura do

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Medium 9788577805761

Capítulo 26 - A Linguagem Moderna

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF

C APÍTULO

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A Linguagem Moderna

A revisão linguística

Se é verdade que no Movimento Moderno sua terminologia e seu território de atuação da arquitetura são duas coisas que caminham intimamente relacionadas, o mesmo não se dá com sua linguagem, que pode ser estudada de modo independente.

Perante a crise linguística determinada pela batalha entre os estilos do século XIX e devido à incessante invenção de motivos formais tão frequentes na cultura eclética e modernista, urgia encontrar uma linguagem que, por sua própria fundamentação, fugisse dos problemas anteriores. Assim, a arquitetura europeia da década de 1920 busca ansiosamente uma nova codificação estilística.

Durante todo o início do século XX, as vanguardas europeias se lançam nessa busca, e parece que é justamente nessas experiências e em suas contribuições pontuais que está a chave para uma linguagem que responda verdadeiramente às características de seu tempo e na qual, frente à contingência dos estilos do século XIX, se afirme um novo valor objetivo para a linguagem da arquitetura: uma nova objetividade. Assim, brotam do tronco do Cubismo vários grupos que aspiram à dedução de uma poética concreta e universalmente comunicável.

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Medium 9788582604304

Capítulo 15 - Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

Pamela Buxton Grupo A PDF

Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

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Michael Bowman

Incluindo uma seção sobre corpos de bombeiros escrita por

Michael Bowman MA (Cantab) Dip. Arch. Dip. Cons (AA) RIBA.

Michael Bowman é o gerente de projetos sênior do Corpo de Bombeiros de Londres

PONTOS-CHAVE:

• Muitas das funções abordadas neste capítulo são rigidamente controladas por regulamentos municipais ou estaduais

• A necessidade de segurança contra o ataque de pessoas, tanto interna quanto externamente, junto com a garantia de acesso livre aos indivíduos autorizados, torna o projeto cada vez mais difícil

• A autoridade responsável pelo corpo de bombeiro local possui um programa de necessidades detalhado para o projeto de novas unidades, inclusive daquelas que são de bombeiros voluntários (que não ficam na estação)

• As estações dos corpos de bombeiros são edifícios únicos, sui generis em termos de planejamento. Sua localização será determinada pelo número de vezes que os serviços de combate a incêndios e resgate são requisitados dentro de sua área de cobertura. Às vezes, é preciso atenuar a poluição sonora e luminosa gerada, seja pelo projeto do local, seja pela gestão das atividades desenvolvidas

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Medium 9788582604366

Capítulo 2 - Desenhos Técnicos de Arquitetura

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

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Desenhos Técnicos de

Arquitetura

O desenho técnico – desenhar com o auxílio de réguas, esquadros, gabaritos, compassos e escalímetros – é o meio tradicional de desenho e representação gráfica em arquitetura, e ainda é relevante em um mundo cada vez mais digital. Traçar uma linha com uma caneta ou lápis incorpora o sentido cinestésico de direção e comprimento, e é um ato tátil que realimenta a mente e reforça a estrutura da imagem gráfica resultante. Este capítulo descreve técnicas e sugestões para traçar linhas, construir figuras e formas geométricas, e realizar operações como subdividir um comprimento em partes iguais. Entender esses procedimentos resultará em uma representação mais eficiente e sistemática das obras de arquitetura e engenharia; vários deles são também muito úteis em esboços à mão livre. Também há equivalentes digitais de técnicas de representação à mão intercaladas para ilustrar os princípios que estão por trás de todo tipo de desenho, seja manual ou em computador.

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Medium 9788582604281

Capítulo 12 - Água quente e fria

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

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Água quente e fria

A água cada vez mais é vista como um recurso finito. O fornecimento e o consumo tanto de

água fria quanto quente deve ser considerado na avaliação das melhorias possíveis para as edificações sustentáveis. A redução do consumo de água quente resulta em economia de

água e de energia para aquecê-la.

O uso de água no terreno já foi abordado no Capítulo 4, Comunidade e terreno. Este capítulo focará o consumo da água nos interiores.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Redução do consumo

A redução do consumo da água e da energia é mais efetiva quando primeiro se avaliam as cargas de água. Começando-se pelo ponto de consumo final, o primeiro passo é usar aparelhos e acessórios hidrossanitários e máquinas eficientes, ou seja, que têm o mesmo resultado final, mas gastam menos água.

As máquinas lava-louças eficientes consomem 20% menos água do que as convencionais. As máquinas de lava-roupa eficientes consomem 50% menos água do que as convencionais. Duchas de baixa vazão e torneiras com aerador também reduzem o uso de água.

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Medium 9788582604229

Capítulo 6 - Coberturas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

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COBERTURAS

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Coberturas

Caimentos de cobertura

Lajes de cobertura de concreto armado

Coberturas com painéis de concreto pré-moldados

Estruturas de cobertura com perfis de aço estrutural

Pórticos indeformáveis

Treliças planas de aço

Tipos de treliças planas

Treliças espaciais

Vigas-treliça de aço

Telhas de metal

Painéis cimentícios de cobertura

Estruturas de telhados de madeira

Estruturas de cobertura de madeira

Estruturas de cobertura leves

Caibros de madeira

Telhados com caibros de madeira

Coberturas com barrotes de madeira

Painéis de cobertura

Coberturas com estrutura de barrotes de madeira e painéis ou tábuas

Conexões entre pilar e viga de madeira

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 12 - Transformando Favelas em Bairros: O Programa Favela-Bairro no Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 12

Transformando Favelas em Bairros:

O Programa Favela-Bairro no Rio de Janeiro

Cristiane Rose Duarte e Fernanda Magalhães1

O

Favela-Bairro foi um programa de urbanização de favelas do Rio de Janeiro considerado inovador na área das políticas públicas para a moradia de baixa renda, especialmente pelo reconhecimento que fez da importância do ambiente social, cultural e político das favelas na cidade. Uma das principais características desse programa, lançado pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro em 1994, foi considerar esses aglomerados como parte da estrutura urbana, objetivando sua integração à cidade oficial existente. Muitos estudiosos da política habitacional brasileira comentam que o Programa Favela-Bairro e os projetos desenvolvidos em seu âmbito se mostraram relativamente eficientes na promoção de desenvolvimento comunitário e na integração dos aglomerados informais à cidade formal. 

Por um lado, o Favela-Bairro buscava oferecer a melhoria da qualidade do espaço urbano através de redes de infraestrutura e serviços públicos, como água encanada, eletricidade e esgoto, e novos arruamentos e espaços de uso comunitário, como playgrounds e áreas de lazer. Por outro lado, promovia o desenvolvimento comunitário através de projetos educativos e de geração de renda, buscando a organização de cooperativas de trabalho locais. Ocasionalmente, foram construídos edifícios comunitários, como creches e unidades habitacionais, para realojar moradores de habitações que se encontravam em

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Medium 9788582604366

Capítulo 8 - Representando o Contexto

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

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Representando o Contexto

Uma vez que projetamos e avaliamos a arquitetura em relação ao seu entorno, é importante incorporar o contexto no desenho da proposta de projeto. Em cada um dos principais sistemas de desenho, fazemos isso estendendo a linha de solo e o plano-base de modo a incluir as estruturas adjacentes e características do terreno. Além do contexto físico, devemos indicar a escala e o uso previsto para os espaços, incluindo figuras humanas (calungas) e mobiliário. Também podemos descrever a ambientação de um lugar, representando seu tipo de iluminação, as cores, as texturas dos materiais, a escala e a proporção do espaço ou os efeitos cumulativos dos detalhes.

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PESSOAS

O observador de um desenho se relaciona com as figuras humanas (calungas) dentro dele e assim se coloca dentro da cena. Portanto, em desenhos de arquitetura e de espaços urbanos, incluímos pessoas a fim de:

• Expressar a escala de um espaço.

• Indicar o uso previsto ou a atividade de um espaço.

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