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Medium 9788577803828

6 engenharia reversa de arquivos e normalização

Heuser, Carlos Alberto Grupo A PDF

184

6.1

Projeto de Banco de Dados

introdução

Muitos dos sistemas de informação hoje usados foram desenvolvidos ao longo dos últimos 20 anos e não utilizam bancos de dados relacionais, sendo chamados de sistemas legados (legacy systems). Os dados desses sistemas estão armazenados em arquivos de linguagens de terceira geração, como COBOL ou Basic, ou então em bancos de dados da era pré-relacional, como IMS ou ADABAS. Raramente, os arquivos destes sistemas estão documentados através de modelos conceituais.

Adicionalmente, há bancos de dados relacionais que não possuem documentação na forma de um modelo conceitual.

No entanto, há situações no ciclo de vida de um sistema nas quais um modelo conceitual é de grande valia.

Um exemplo é a manutenção rotineira do software de um sistema de informações. Neste caso, o modelo conceitual pode ser usado como documentação abstrata dos dados, durante discussões entre usuários, analistas e programadores. A existência de um modelo conceitual permite que pessoas que não conheçam o sistema possam aprender mais rapidamente o seu funcionamento.

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Medium 9788521614807

Capítulo 1- Introdução

BURGESS, Mark Grupo Gen PDF

Capítulo

1

Introdução

1.1 O que é administração de redes e sistemas?

A administração de redes e sistemas é uma ramificação da engenharia relacionada ao gerenciamento de sistemas homem-computador. É incomum uma disciplina de engenharia abordar igualmente tanto a tecnologia de sistemas de computador quanto os usuários dessa tecnologia. Trata-se de reunir uma rede de computadores (estações de trabalho, PCs e supercomputadores), colocá-los em execução e mantê-los em execução apesar das atividades dos usuários que tendem a fazer os sistemas falharem.

O administrador de sistemas trabalha para os usuários, para que eles possam usar o sistema e produzir trabalho. No entanto, ele não deve satisfazer apenas uma ou duas necessidades individuais, mas trabalhar também para o benefício de toda a comunidade. Atualmente, essa é uma comunidade global de máquinas e empresas, que se estende a todo nicho da sociedade e cultura humanas, graças à Internet. Geralmente é um ato de equilíbrio difícil determinar a melhor política, que abranja as diferentes necessidades de todas as pessoas com base em um sistema. Quando um computador é conectado à Internet, temos que considerar as conseqüências de estar diretamente conectado com todos os outros computadores do mundo.

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Medium 9788521621416

5 - Amostragem

WEEKS, Michael Grupo Gen PDF

Amostragem

5

N

ós vivemos em um mundo analógico, no qual os sinais que nos interessam são tipicamente contínuos.

Nossos computadores são dispositivos digitais, o que significa que eles podem armazenar exclusivamente dados discretos e finitos, limitados tanto em precisão quanto em magnitude. Portanto, precisamos aproximar os sinais antes de poder armazená-los e manipulá-los. Como preencher a lacuna entre o mundo real e o mundo sintético de nossos computadores? Este capítulo trata dessa questão fundamental.

Amostragem é o processo de obtenção de um sinal digital a partir de um analógico. Quando amostramos um sinal, nós registramos, de vez em quando, um valor. A amostragem pode resultar em muitos valores de dados. Uma música de 3 minutos, por exemplo, amostrada a uma taxa de 16 bits a 44100 Hz

(para dois canais), produz:

Se mudarmos as unidades para torná-las uniformes, teremos:

Mas nós realmente precisamos armazenar 30 MB de dados para uma música de 3 minutos? Na prática, existem outras formas de se armazenar tais dados. O formato MP3 é uma solução desse tipo. Sua popularidade se deve ao fato de uma música armazenada como um arquivo MP3 soar de forma muito próxima à original, embora só requeira aproximadamente 10% do espaço.

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Medium 9788521614807

Capítulo 9- Serviços da camada de aplicação

BURGESS, Mark Grupo Gen PDF

Capítulo

9

Serviços da camada de aplicação

Os serviços são o ponto crucial da cooperação na rede (ver a Seção 3.5). Eles distinguem uma rede cooperativa de uma associação livre de hosts. Uma comunidade é agregada por uma rede de delegação e compartilhamento. Atribuímos essa tarefa a A e aquela a B, que executarão seu trabalho especializado, compondo a função completa. Em uma rede de computadores, atribuímos funções particulares a hosts específicos, consolidando assim o esforço ao mesmo tempo que distribuímos funcionalidade.

Os serviços são manipulados pela maioria dos sistemas operacionais através de uma abstração chamada soquete. Um soquete é, em definição livre, uma interface semelhante a um arquivo com um endereço IP e um número de porta TCP ou UDP [165], onde algum tipo de dado é transmitido. Um servidor terá um soquete ouvinte que responderá a solicitações de clientes, abrindo um novo soquete temporário em um número de porta aleatório. As informações serão trocadas e, em seguida, qualquer conexão existente será encerrada.

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Medium 9788560031528

15. DIAGRAMAS DE INTERAÇÃO UML

Larman, Craig Grupo A PDF

Capítulo

15

DIAGRAMAS DE INTERAÇÃO UML

Os gatos são mais espertos do que os cães.

Você não consegue fazer com que oito gatos puxem um trenó na neve.

– Jeff Valdez

Objetivos

• Fornecer uma referência para notação de diagramas de interação freqüentemente usada em UML – diagramas de seqüência e de comunicação.

Introdução

A UML inclui diagramas de interação para ilustrar como os objetos interagem por meio de mensagens. Eles são usados para modelagem de objetos dinâmica. Há dois tipos comuns de diagramas de interação: diagramas de seqüência e de comunicação.

Este capítulo introduz a notação – veja-o como referência para folhear – enquanto que os capítulos subseqüentes focalizam uma questão mais importante: quais são os princípios-chave de projeto OO?

Nos capítulos seguintes, diagramas de interação são aplicados para ajudar a explicar e demonstrar o projeto de objetos. Assim, é útil pelo menos percorrer esses exemplos antes de ir adiante.

O que vem a seguir?

Arquitetura

Lógica em

Camadas

Apresentado o projeto OO (POO), este capítulo resume diagramas de interação UML para projeto OO dinâmico. O capítulo seguinte resume diagramas de classe UML para projeto OO estático.

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Medium 9788582600535

Capítulo 1 - Caracterização de Sistemas Distribuídos

George Coulouris; Jean Dollimore; Tim Kindberg; Gordon Blair Grupo A PDF

1

Caracterização de

Sistemas Distribuídos

1.1 Introdução

1.2 Exemplos de sistemas distribuídos

1.3 Tendências em sistemas distribuídos

1.4 Enfoque no compartilhamento de recursos

1.5 Desafios

1.6 Estudo de caso: a World Wide Web

1.7 Resumo

Um sistema distribuído é aquele no qual os componentes localizados em computadores interligados em rede se comunicam e coordenam suas ações apenas passando mensagens. Essa definição leva às seguintes características especialmente importantes dos sistemas distribuídos: concorrência de componentes, falta de um relógio global e falhas de componentes independentes.

Examinaremos vários exemplos de aplicações distribuídas modernas, incluindo pesquisa na Web, jogos online para vários jogadores e sistemas de negócios financeiros. Veremos também as tendências básicas que estimulam o uso dos sistemas distribuídos atuais: a natureza pervasiva da interligação em rede moderna, o florescimento da computação móvel e ubíqua, a crescente importância dos sistemas multimídia distribuídos e a tendência no sentido de considerar os sistemas distribuídos como um serviço público. Em seguida, o capítulo destacará o compartilhamento de recursos como uma forte motivação para a construção de sistemas distribuídos. Os recursos podem ser gerenciados por servidores e acessados por clientes, ou podem ser encapsulados como objetos e acessados por outros objetos clientes.

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Medium 9788577260270

Capítulo 21 - Segurança e Autorização

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF

21

SEGURANÇA E AUTORIZAÇÃO

Quais são as principais considerações sobre a segurança no projeto de um aplicativo de banco de dados?

Quais mecanismos um SGBD fornece para controlar o acesso de um usuário aos dados?

O que é controle de acesso discricionário e como ele é suportado na SQL?

Quais são as deficiências do controle de acesso discricionário? Como elas são tratadas no controle de acesso obrigatório?

O que são canais secretos e como eles comprometem o controle de acesso obrigatório?

O que o administrador de banco de dados deve fazer para garantir a segurança?

Qual é a ameaça contra a segurança quando um banco de dados é acessado de forma remota?

Qual é o papel da criptografia na garantia de acesso seguro? Como ela é usada para certificar servidores e criar assinaturas digitais?

Conceitos-chave: segurança, integridade, disponibilidade; controle de acesso disGRANT, REVOKE

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Medium 9788582602072

Capitulo 4 - Programação Extrema (XP)

Rafael Prikladnicki; Renato Willi; Fabiano Milani; Colaboradores Grupo A PDF

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Programação Extrema (XP)

DAIRTON BASSI

Como seria o comportamento de um cliente se ele pudesse mudar e até decidir mais tarde os detalhes do software que ele deseja e, ainda, recebesse rapidamente partes desse software à medida que elas ficassem prontas?

Como seria o comportamento de um desenvolvedor se ele estivesse preparado para mudanças e pudesse investir a maior parte de seu tempo na programação do software em vez de se preocupar com artefatos intermediários?

Em um cenário como esse, o cliente não inflaria a lista de requisitos com todas as funcionalidades que ele pode imaginar apenas porque pode desejar alguma delas no futuro. Ele pediria somente aquilo que é mais importante e adicionaria novas funcionalidades à medida que o projeto evolui e as necessidades se confirmem. O cliente avaliaria as partes do software desde o início e periodicamente ao longo do projeto e poderia optar por usá-las antes de o projeto inteiro estar concluído, obtendo rapidamente algum retorno sobre o investimento feito no desenvolvimento do software. O cliente poderia, também, aprimorar o software a partir da experimentação.

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Medium 9788573077186

Capítulo 10 - Modelos teóricos da informação

Simon Haykin Grupo A PDF
Medium 9788582603727

Capítulo 31 - Redes definidas por software (SDN)

Douglas E. Comer Grupo A PDF

CAPÍTULO 31

Redes definidas por software (SDN)

31.1

31.2

31.3

31.4

31.5

31.6

31.7

31.8

31.9

31.10

31.11

31.12

31.13

31.14

31.15

31.16

31.17

31.18

31.19

31.20

31.21

Introdução, 479

Exageros de marketing e realidade, 479

Motivação para a nova abordagem, 480

Organização conceitual de um dispositivo de rede, 482

Módulos do plano de controle e interface de hardware, 483

Um novo paradigma: redes definidas por software, 483

Questões ainda não respondidas, 485

Controladores compartilhados e conexões de rede, 485

Comunicação SDN, 487

OpenFlow: um protocolo de comunicação controlador-para-dispositivo, 488

Mecanismos de classificação em comutadores, 488

TCAM e classificação em alta velocidade, 489

Classificação através de múltiplas camadas do protocolo, 490

O tamanho da memória TCAM e a necessidade de múltiplos padrões, 491

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Medium 9788582603765

Capítulo 3 - Implementação de continuidade do negócio e recuperação de desastres

J. C. Mackin; Orin Thomas Grupo A PDF

CAPÍTULO 3

Implementação de continuidade do negócio e recuperação de desastres

Este capítulo apresenta as funções fundamentais de backup, restauração e recuperação de servidores. Para compreender os tópicos abordados neste capítulo, é necessário um profundo entendimento de novas tecnologias que talvez não estejam implementadas em seu ambiente. As informações deste capítulo devem ser complementadas com um pouco de prática interativa para que você possa entender melhor como usar essas tecnologias para lidar com cenários do mundo real e resolver problemas em um ambiente de servidor avançado.

Objetivos deste capítulo:

᭿

Objetivo 3.1: Configurar e gerenciar backups

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Objetivo 3.2: Recuperar servidores

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Objetivo 3.3: Configurar tolerância a falhas no nível de site

Objetivo 3.1: Configurar e gerenciar backups

Este objetivo trata da preparação para possível perda de dados. Fazer backups com o recurso Windows Server Backup é o modo mais simples e óbvio de se preparar para a recuperação de desastres, mas isso não significa que é o tema deste objetivo que mais provavelmente aparecerá no exame. O Windows Server Backup – pelo menos no nível mais básico, no qual as pessoas o utilizam mais frequentemente – é realmente simples demais para ser o foco de questões do exame. Caso apareça uma pergunta sobre

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Medium 9788580555332

Capítulo 23 - Teste de aplicativos convencionais

Roger Pressman; Bruce Maxim Grupo A PDF

23

Conceitos-chave análise de valor limite . . 512 complexidade ciclomática . . . . . . . . . . . 503 grafos de fluxo. . . . . . . . . 500 matrizes de grafos. . . . . . 506 métodos de teste baseados em grafos . . . . 509 padrões. . . . . . . . . . . . . . . 519 particionamento de equivalência . . . . . . . . 511 teste baseado em modelo . . . . . . . . . . . 516 teste caixa-branca . . . . . 500 teste caixa-preta . . . . . . . 509

Teste de aplicativos convencionais

O teste apresenta um dilema interessante para os engenheiros de software, que são, por natureza, pessoas construtivas. Ele requer que o desenvolvedor descarte noções preconcebidas da “corretividade” do software recém-desenvolvido e passe a trabalhar arduamente projetando casos de teste para “quebrar” o software. Beizer [Bei90] descreve muito bem essa situação quando declara:

Há um mito de que, se fôssemos realmente bons em programação, não precisaríamos caçar erros. Se pudéssemos realmente nos concentrar, se todos usassem programação estruturada, projeto com detalhamento progressivo... Então não haveria erros. E assim continua o mito. Existem erros, diz o mito, porque somos ruins no que fazemos; e se somos ruins no que fazemos, devemos nos sentir culpados por isso. Portanto, o teste e o planejamento de casos de teste é um

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Medium 9788577804153

2. Princípios da Refatoração

Fowler, Martin Grupo A PDF

2

CAPÍTULO

Princípios da Refatoração

O

exemplo anterior deve ter lhe dado uma boa idéia a respeito do que se trata a refatoração. Agora é hora de voltar e ver os princípios chave da refatoração e algumas das questões que você precisa considerar ao usar refatoração.

Definindo Refatoração

Fico sempre um pouco desconfiado de definições porque todos têm as suas, mas quando você escreve um livro acaba escolhendo suas próprias definições. Neste caso, estou baseando minhas definições no trabalho feito pelo grupo de Ralph Johnson e diversos associados.

A primeira coisa a dizer é que a palavra Refatoração tem dois significados, dependendo do contexto. Você pode achar isto irritante (eu certamente acho), mas serve como exemplo da realidade de trabalhar com linguagem natural.

A primeira definição é a da forma substantiva

Refatoração (substantivo): uma alteração feita na estrutura interna do software para torná-lo mais fácil de ser entendido e menos custoso de ser modificado sem alterar seu comportamento observável.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 10 – DESIGN DE PROGRAMA

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 10

design de programa

O

utra atividade importante da fase de design é a criação dos programas que executarão a lógica de aplicação do sistema. Os programas podem ser muito complexos, por isso os analistas precisam criar instruções e diretrizes para os programadores descreverem claramente o que os programas precisam fazer. Este capítulo aborda as atividades realizadas quando o design de programa é desenvolvido. Em primeiro lugar, é descrito o processo de revisão dos diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos. Depois, são apresentadas duas técnicas normalmente usadas em conjunto para descrever os programas. O gráfico de estrutura representa na forma gráfica um programa em um alto nível. A especificação de programa contém um conjunto de instruções escritas com mais detalhes. Juntas, essas duas técnicas informam como a lógica de aplicação do sistema precisa ser codificada.

OBJETIVOS

■ Ser capaz de revisar diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos.

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Medium 9788521622871

Parte III - Capítulo 11 - Sistema de Arquivos

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

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Sistema de Arquivos ff 11.1 Introdução

O armazenamento e a recuperação de informações são atividades essenciais para qualquer tipo de aplicação. Um processo deve ser capaz de ler e gravar de forma permanente grande volume de dados em dispositivos como fitas e discos, além de poder compartilhá-los com outros processos. A maneira pela qual o sistema operacional estrutura e organiza estas informações é por intermédio da implementação de arquivos.

Os arquivos são gerenciados pelo sistema operacional de maneira a facilitar o acesso dos usuários ao seu conteúdo. A parte do sistema responsável por essa gerência é denominada sistema de arquivos. O sistema de arquivos é a parte mais visível de um sistema operacional, pois a manipulação de arquivos é uma atividade frequentemente realizada pelos usuários, devendo sempre ocorrer de maneira uniforme, independente dos diferentes dispositivos de armazenamento.

Neste capítulo serão apresentados aspectos presentes nos sistemas de arquivos, como identificação, organização, compartilhamento, métodos de acesso, proteção e operações de entrada e de saída.

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