205 capítulos
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Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

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Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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Medium 9788582602171

Shadowing

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

Quais são as ferramentas do design de serviços?

GERAÇÃO DE INSIGHTS DE SERVIÇO EM TEMPO REAL

EXPLORAÇÃO

SHADOWING

O que é?

O shadowing (acompanhamento) envolve uma imersão dos pesquisadores na vida dos usuários, pessoal de atendimento e funcionários de retaguarda, para observar seu comportamento e suas experiências.

Como é feito?

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Embora o pesquisador frequentemente tente se manter o menos invasivo possível, ainda assim pode empregar uma variedade de métodos para documentar os achados. Textos, vídeos e fotografias podem ser usados aqui, no entanto, é sempre necessário levar em consideração o “efeito observador” – a influência que o pesquisador pode estar exercendo sobre o comportamento que está observando, simplesmente por estar presente.

Por que é utilizado?

O shadowing permite que os pesquisadores identifiquem os momentos em que os problemas ocorrem. Observando esses momentos em primeira mão, eles podem documentar problemas que talvez sequer sejam reconhecidos pelos funcionários e usuários. Passar um tempo dentro de um ambiente de serviços é a única maneira de desenvolver uma visão verdadeiramente holística de como um serviço opera, uma vez que isso gera um entendimento mais profundo das interações em tempo real que ocorrem entre os diversos grupos e pontos de contato envolvidos. O shadowing também é uma técnica útil para identificar aqueles momentos em que as pessoas às vezes dizem uma coisa e, no entanto, fazem outra.

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Medium 9788577809752

4. Casos abrangentes com dados reais

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF

SPSS Arquivo de Dados

Caso 4.1

SAS Arquivo de Dados

Casos abrangentes com dados reais

JPMorgan Chase: Buscando o crescimento por meio de fusões e aquisições

• Em 1998, Banc One Corp. fundiu-se com o First Chicago

NBD, adotando o nome de Bank One Corp. Fundindo-se posteriormente com o Louisiana’s First Commerce Corp., o

Bank One se tornou a maior empresa de serviços financeiros do Meio-Oeste, a quarta maior dos Estados Unidos e a maior emissora de cartões de crédito Visa do mundo.

• Em 2000, a JPMorgan & Co. fundiu-se com a Chase Manhattan

Corp., na verdade reunindo quatro das maiores e mais antigas instituições bancárias centrais da cidade de Nova York (JPMorgan, Chase, Chemical, e Manufacturers Hanover) em uma empresa chamada JPMorgan Chase & Co.

• Em 2004, a JPMorgan Chase fundiu-se com o Bank One.

• Em 2008, a JPMorgan Chase adquiriu os depósitos do

Washington Mutual por US$1,9 bilhão após a maior falência bancária da história americana.

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Medium 9788577809752

Capítulo 23 - Preparação e Apresentação de Relatórios

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF

Capítulo

23

Em qualquer relatório ou apresentação, vá direto aos motivos pelos quais os resultados são importantes para a empresa. A tendência dos iniciantes é a de apresentar todas as respostas e todos os dados, sejam eles relevantes ou não.

O papel do analista é ferver, filtrar e destilar, de forma que seu público receba a destilação pura.

Jerry Thomas, presidente/CEO, Decision Analyst, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Discutir as exigências básicas da elaboração de um relatório, incluindo formatação, redação, gráficos e tabelas.

2. Discutir a natureza e o objetivo da apresentação oral e descrever os princípios “Diga-lhes” e

“Seja Simples e Direto”.

3. Descrever a abordagem do relatório de pesquisa de marketing a partir do ponto de vista do cliente e as linhas básicas para a leitura desse relatório.

4. Explicar as razões para que o cliente receba um acompanhamento continuado. Descrever a assessoria que deve ser proporcionada ao cliente e a avaliação do projeto de pesquisa.

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Medium 9788582600955

Introdução

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF

Introdução

Quando resolvemos dar início ao planejamento deste

outros produtos “rodantes”, tais como caminhões, tra-

livro, tínhamos claro o que havia funcionado bem no

tores, ônibus e máquinas agrícolas.

primeiro livro da série abc do Rendering: trazer a nossa visão do rendering aplicado ao design de produto, em exercícios passo a passo combinados com uma visão analítica do trabalho de outros profissionais.

A evolução dos meios de representação do design automotivo busca a integração digital de todas as áreas de negócio das organizações. Nesse sentido, a realidade virtual vem sendo amplamente utilizada, visando

Neste segundo livro, tornamos a proposta mais abran-

a facilitar o compartilhamento de informações. Os

gente ao incluir trabalhos de estudantes selecionados

protótipos físicos são substituídos por modelos virtuais,

num concurso que envolveu universidades de todo o

e a integração via sistema corporativo tem possibilitado

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Medium 9788582602171

Isto é uma caixa de ferramentas – não um manual

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

Quais são as ferramentas do design de serviços?

ISTO É UMA CAIXA DE FERRAMENTAS –

NÃO UM MANUAL

A COMUNIDADE

Para compilar o conjunto das ferramentas mais utilizadas e eficazes para o design de serviços, pedimos aos membros da comunidade que contribuíssem com suas ideias e sugestões através de um fórum online. Que ponto de partida poderia ser melhor do que as pessoas que vêm usando e desenvolvendo essas ferramentas em seu trabalho diário? Assim, uma variada coleção de materiais foi estruturada, editada e complementada pelos editores. O resultado final é uma caixa de ferramentas lindamente ilustrada para designers de serviços, publicada aqui como fonte de inspiração para quem está embarcando em seus próprios projetos.

COLABORADORES ONLINE, EM ORDEM ALFABÉTICA

Adam Lawrence / Ahmet Emre Acar / Aidan Kenny / Aleinad / Alexander Osterwalder / Alexis Goncalves / Anonymous /

Arandag / Balulu / Bas Raijmakers / Ben Freundorfer / Bernard / Damian Kernahan / Daniel Christadoss / Darby / Dave /

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Medium 9788577807154

TV e cinema

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF

TV e cinema

Com o aumento dos canais digitais e via satélite, as empresas têm a sua disposição inúmeras oportunidades de se comunicar com públicos cada vez mais fragmentados. Apesar de a televisão não ser a mídia adequada para todos os anunciantes

(principalmente por causa das restrições orçamentárias – a produção e a veiculação dos comerciais de TV são caras), muitas grandes marcas utilizam essa mídia regularmente devido a seu grande alcance e sua capacidade de desenvolver conscientização de marca. A popularidade do cinema como atividade de lazer também estimulou o sucesso da publicidade cinematográfica. O cinema permite que as mensagens de marca sejam comunicadas a um público cativo, disposto a absorver as informações apresentadas na tela grande enquanto espera para ser entretido.

46 Fundamentos de Publicidade Criativa As opções de mídia

O poder do comercial

O comercial de televisão e de cinema ainda é considerado a mídia mais poderosa e persuasiva de todas pelos anunciantes.

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Medium 9788577809752

Capítulo 12 - Amostragem: Determinação do TamanhoInicial e Final da Amostra

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF

Capítulo

12

O tamanho da amostra é determinado não somente por cálculos estatísticos, mas também por considerações administrativas, incluindo tempo e custos.

Beverly Weiman, presidente e CEO,

Survey Sampling International

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Definir conceitos-chave e símbolos pertinentes à amostragem.

2. Entender os conceitos de distribuição amostral, inferência estatística e erro padrão.

3. Discutir a abordagem estatística para determinar o tamanho da amostra com base na amostragem aleatória simples e na construção de intervalos de confiança.

4. Deduzir as fórmulas que determinam estatisticamente o tamanho da amostra para estimar médias e proporções.

5. Discutir os problemas decorrentes da não resposta em amostragem e os processos para melhorar os índices de resposta e fazer o ajuste correspondente à não resposta.

6. Entender a dificuldade de determinar estatisticamente o tamanho da amostra na pesquisa de marketing internacional.

7. Identificar os problemas éticos relacionados à determinação do tamanho da amostra, particularmente a estimativa da variância populacional.

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Medium 9788577807154

Pesquisa de mercado

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF

Pesquisas omnibus

Pesquisa de mercado

A pesquisa de mercado é a base de praticamente todas as decisões tomadas na fase de planejamento da campanha.

Com as pesquisas, cliente e agência adquirem maior capacidade de compreender o mercado, identificar e definir o perfil do público-alvo, testar ideias criativas, escolher a forma de mídia mais adequada e, finalmente, avaliar o sucesso da campanha.

Normalmente, o cliente fornece as pesquisas básicas e iniciais sobre mercado e público de interesse no briefing, posteriormente complementado por pesquisas realizadas pela agência.

A pesquisa de mercado é uma área enorme, alicerçada por uma ampla variedade de metodologias. Muitos clientes encomendam as próprias pesquisas de mercado para investigar questões relevantes às suas marcas, mas as empresas também podem adquirir pesquisas de fontes externas.

A pesquisa omnibus é realizada regularmente por uma empresa que trabalha apenas com pesquisa de mercado.

As companhias podem pagar para que certa quantidade de perguntas seja incluída no questionário. Esses levantamentos são úteis quando se trata de acompanhar mudanças no consumo e conhecimento de marca antes e depois de uma campanha publicitária.

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Medium 9788582602171

Agência NL e DesignThinkers

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

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Casos

DesignThinkers

Agência NL

AGÊNCIA NL E

DESIGNTHINKERS

Agência NL (Ministério da Fazenda da Holanda)

Agência NL é um departamento do Ministério da Fazenda da Holanda que implementa políticas governamentais para sustentabilidade, inovação, negócios internacionais e cooperação. É o ponto de contato para negócios, centros de excelência e órgãos governamentais que estejam em busca de informações e aconselhamento, questões financeiras, de networking e de regulamentação.

A Agência NL busca criar uma comunidade de negócios inovadora em uma sociedade segura, solidária e sustentável, e promove o crescimento econômico sustentável criando um elo entre mercado e governo, tanto no nível nacional quanto no internacional. Ela oferece a empresas, centros de excelência e autoridades governamentais aconselhamento, conhecimento e apoio financeiro.

DesignThinkers

DesignThinkers é uma empresa cooperativa constituída por vários associados.

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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

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Medium 9788582602171

Os 5 princípios do design thinking de serviços

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

O que é design de serviços?

OS 5 PRINCÍPIOS DO

DESIGN THINKING DE SERVIÇOS

MARC STICKDORN

1. CENTRADO NO USUÁRIO

Os serviços devem ser testados através do olhar do cliente.

2. COCRIATIVO

Todos os stakeholders devem ser incluídos no processo de design de serviços.

3. SEQUENCIAL

O serviço deve ser visualizado como uma sequência de ações inter-relacionadas.

4. EVIDENTE

Serviços intangíveis devem ser visualizados como artefatos físicos.

5. HOLÍSTICO

Todo o ambiente de um serviço deve ser levado em consideração.

Uma abordagem dinâmica requer uma linguagem dinâmica

Uma vez que não existe uma definição comum de design de serviços, em vez de definir a disciplina, este livro delimita o modo de pensar necessário para o design de serviços. As próximas páginas buscam ilustrar o design thinking de serviços por meio de cinco princípios-base.

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Medium 9788582602171

Mapa de ciclo de vida do usuário

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

Quais são as ferramentas do design de serviços?

IMPLEMENTAÇÃO

VISUALIZAÇÃO DE PANORAMA GERAL DO RELACIONAMENTO ENTRE USUÁRIOS

E PRESTADORES DE SERVIÇOS

MAPA DE CICLO DE

VIDA DO USUÁRIO

O que é?

O mapa de ciclo de vida do usuário (customer lifecycle map) é uma visualização holística do relacionamento entre usuário e prestador do serviço. Ele pode incluir uma série de jornadas do usuário ao longo do tempo, desde o contato inicial do usuário com o serviço até o ponto em que ele deixa de usar o serviço.

Como é feito?

Dados conhecidos sobre os usuários são visualizados em uma série de eventos-chave relacionados ao uso do serviço. Esses eventos representam as etapas pelas quais um usuário típico passa, quando utiliza o serviço. Em cada uma dessas etapas, materiais de pesquisa são incorporados ao mapa para oferecer insights sobre os drivers e motivações dos usuários.

Por que é utilizado?

A geração desse panorama da série de jornadas de serviço de um usuário permite que as empresas criem casos de negócios mais completos e equilibrados, desenvolvendo estratégias de marketing mais eficazes. Os mapas permitem que os prestadores de serviços apresentem aos seus usuários uma oferta holística, uma vez que os ciclos de vida de vários serviços podem ser sincronizados em torno das vontades e necessidades dos usuários, que estão constantemente evoluindo. Ao entender os motivos pelos quais a interação do usuário com determinado serviço pode se encerrar, os prestadores de serviços podem desenvolver e promover novos serviços que intuitivamente atendam aos desejos dos usuários, sempre em constante mudança.

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Medium 9788582602171

Maquete de mesa

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF

Quais são as ferramentas do design de serviços?

CRIAÇÃO E REFLEXÃO

TESTE DE CONCEITOS DE SERVIÇO COM PROTÓTIPOS EM MINIATURA

MAQUETE

DE MESA

O que é?

Uma maquete de mesa (desktop walkthrough, algo como “passo a passo de mesa”)

é uma réplica miniaturizada em 3D representando um ambiente de serviço. Empregando acessórios simples, como bonecos de Lego, os designers podem dar vida a uma situação, encenando situações em cenários comuns e auxiliando no desenvolvimento de protótipos.

Como é feito?

As maquetes geralmente são simples e desenvolvidas a partir de insights sobre o ambiente do serviço. Simples edifícios de Lego com etiquetas podem ser usados para construir “situações”, e os personagens nelas inseridos podem ser baseados nas personas de funcionários e usuários do serviço. A partir disso, é possível encenar situações comuns utilizando a maquete e simular as interações entre as diferentes personas envolvidas.

Por que é utilizado?

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