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Medium 9788536319926

g

Pacheco, José Grupo A PDF

g te desprevenido. O enquadramento na paisagem é perfeito.

Tudo em harmonia: o canto da cigarra e o silêncio da terra, o voo do tordo refletido na água de uma piscina, o murmúrio do vento que nos embala no cheiro da terra molhada, a sombra da nuvem que se funde na sombra da árvore, o contraste entre a pressa das formigas e a descuidada agitação da criança nua na pedra molhada...

Dentro e fora das casas que compõem o complexo, sente-se o equilíbrio entre dentro e fora: o aroma do eucalipto e a renda da cortina; o encosto da cama com o verniz do soalho e as vigas do telhado, a mesinha de cabeceira embutida em uma parede embutida na paisagem... Melhor dizer que não existe o dentro e o fora. E, em cada recanto, um piano, lembrando que, no princípio... era a música.

A música que chegou ao cair da tarde. O canto dos pássaros recolhidos juntou-se às vozes de muitas crianças do coro de Belgais. Entramos no auditório como se em uma igreja entrássemos. Participamos em uma liturgia de sons, que penetraram o mais profundo dos corpos e acariciaram os nossos sentidos, antes doentes de ruído e de pressa. Uma divina fragrância de flores silvestres insinuou-se entre as frestas do granito, fundiu-se com o perfume das flores da laranjeira, cujos ramos chegavam até a porta, impelidos pelo sopro suave do vento do sul. Indescritível!...

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Medium 9788521621829

Conclusão - Presente e Futuro das Práticas da Educação para o Desenvolvimento de Competências

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF

Conclusão

Presente e Futuro das

Práticas da Educação para o Desenvolvimento de

Competências

A prática da avaliação formativa pelos professores é um problema que ainda não foi superado nem no Brasil nem em muitos países desenvolvidos, alguns dos quais foram berço das ideias inovadoras que chegaram até nós, sobretudo a partir da década de 1990.

Mesmo concordando com a ideia de que deve ser adotada, muitas instituições educacionais e muitos professores ainda sentem dificuldades de trabalhar com os seus princípios e sentem que precisariam de mais tempo até se sentirem seguros para aplicar os métodos de desenvolvimento das competências requeridas para a passagem da avaliação tradicional à avaliação formativa.

O Relatório da OECD, já comentado anteriormente, constatou esse problema naqueles países que participaram da pesquisa sobre as práticas de avaliação formativa e, então, posicionou-se a favor da criação e fortalecimento de uma cultura de avaliação, que consistiria no compartilhar, entre professores, de práticas de avaliação formativa bem-sucedidas.

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Medium 9788582715079

Capítulo 3 - A família como parte importante da equipe: do diagnóstico à intervenção precoce da criança com transtorno do espectro autista

Newra Tellechea Rotta Grupo A PDF

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A FAMÍLIA COMO

PARTE IMPORTANTE

DA EQUIPE: DO

DIAGNÓSTICO À

INTERVENÇÃO

PRECOCE DA

CRIANÇA COM

TRANSTORNO DO

ESPECTRO AUTISTA

ADRIANA LATOSINSKI KUPERSTEIN

FABIANE DE C. BIAZUS

LUCIANA C. VIECELLI S. PIRES

U

m dos momentos mais marcantes para quem está sendo atendido por um especialista do neurodesenvolvimento é quando a família recebe o diagnóstico. Imagine a cena em que os pais estão diante do médico, e este afirma: “seu filho tem transtorno do espectro autista”.

Para algumas famílias, tal confirmação pode ser devastadora, sinalizando um futuro desconhecido e assustador – ao mesmo tempo um final e um começo: um final para tudo aquilo que se supunha até então a respeito do filho, mas um começo de uma nova trajetória de vida, com muitos aprendizados e desafios.

O presente capítulo procura fornecer às famílias e aos leitores que sentem afeto e se preocupam com os indivíduos com transtorno do espectro autista (TEA) estratégias para agir e intervir precocemente no seu desenvolvimento, desde o momento do diagnóstico, propiciando assim a base do que hoje conhecemos como plasticidade cerebral: os estímulos do ambiente e as percepções sensoriais podem modificar e moldar o sistema nervoso central, e isso ocorre em todo momento em que há uma aprendizagem nova.1

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Medium 9788582713891

Capítulo 11 - Treinamento Resistido para Idosos

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF

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Treinamento Resistido para Idosos

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. diferenciar fatores modificáveis e não modificáveis relacionados à população com mais idade;

2. descrever as alterações hormonais resultantes do processo de envelhecimento em homens e mulheres com relação à andropausa e à menopausa, e as implicações gerais à população idosa;

3. listar as alterações na composição corporal associadas ao envelhecimento e ao indivíduo, bem como os impactos cumulativos;

4. explicar o fenômeno da perda de força e potência musculares, bem como as causas na popu­ lação de pessoas idosas;

5. listar as adaptações principais no treino resistido para a população idosa; e

6. identificar os aspectos mais importantes na elaboração de um programa de treino resistido para idosos.

Com o avanço da idade, os indivíduos mais velhos passam

por várias mudanças em seus corpos, incluindo diminuições nas secreções hormonais, atrofia muscular e reduções na densidade óssea. As alterações que ocorrem com o envelhecimento têm efeitos drásticos, em consequência de perda de função e da independência. Um programa ideal de treinamento resistido pode atenuar as reduções fisiológicas, melhorar o funcionamento e inten­si­ficar as capacidades físicas. Para pessoas de todas as idades, a saúde de sistemas, tecidos e células melhora somente quando usados. Para a musculatura esquelética, isso significa que alterações e adaptações associadas ao treinamento ocorrem apenas naquelas unidades motoras empregadas num exercício. Cabe ressaltar que outros sistemas também se beneficiam do recrutamento das unidades motoras (como a tensão cardiovascular reduzida com aumento da força periférica). Idosos de todas as idades podem se beneficiar da realização de programas de treino resistido corretamente elaborados, sendo capazes de colocá-los em prática, inclusive homens e mulheres de idades bastante avançadas (ver Figura 11.1).

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Medium 9788536303925

5 - Implementando Portais Corporativos nas Instituições de Ensino

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF

Capítulo

5

Implementando Portais Corporativos nas Instituições de Ensino

Maria de Lourdes Oliveira Martins

POR QUE USAR AMBIENTES INTERATIVOS

QUE A INTERNET OFERECE?

Uma das principais características do mercado dos negócios, neste novo século, é estar baseado na tecnologia, sendo a inovação o segredo para a sobrevivência das organizações. Concorrer apenas em função de qualidade e preço não garante uma vantagem significativa. É certo que boa vontade e uma base suficiente de tecnologia significam muito, mas não garantem o aumento da competitividade.

A função primordial dos recursos tecnológicos é ajudar na administração da empresa (gestão). Deve-se procurar a eficácia (realização de objetivos) e a eficiência (utilização racional de recursos), antes de qualquer investimento em tecnologia da informação (hardware, software, redes, etc.). As organizações da era “pós-informação” precisam que o uso das tecnologias seja eficiente, que o ambiente seja flexível e favorável à inovação e o acesso ao melhor talento seja amplamente facilitado, onde quer que ele esteja. Se a condição cultural da empresa for hostil, nada feito.

O uso de sistemas e tecnologia da informação (TI), foco de atuais pesquisas acadêmicas e de interesse na área corporativa, tem uma importância vital para empresas, já que facilita o gerenciamento, o atendimento a clientes e fornecedores – pessoalmente ou por meio de disponibilização de ambientes on-line –, proporcionando ótimos resultados. Portanto, dificilmente se pode competir sem que a tecnologia da informação exerça um papel preponderante e fundamental.

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