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Medium 9788580551396

Capítulo 6. Técnicas de análise de circuitos

Richard Fowler Grupo A PDF

capítulo 6

Técnicas de análise de circuitos

Muitos dos circuitos práticos são organizados de modo que seus componentes não são conectados diretamente em série nem muito menos em paralelo. Estes circuitos normalmente não permitem que utilizemos as técnicas de resolução de circuitos série e paralelo estudadas no capítulo anterior. Tais circuitos são denominados circuitos multimalhas ou redes. Alguns dos circuitos multimalhas (redes) contêm duas ou mais fontes de tensão ou de corrente. A operação de reduzir circuitos multimalhas a circuitos mais simples, que apresentem apenas uma “resistência equivalente” e uma fonte, requer mais poder de fogo do que foi ensinado no Capítulo 5.

OBJETIVOS

Neste capítulo você será capaz de:

Utilizar sistemas de equações simultâneas para resolver equações com uma ou mais variáveis desconhecidas (incógnitas).

Escrever equações de malhas utilizando a Lei de Kirchhoff das Tensões (LKT).

Determinar os valores de grandezas elétricas em circuitos multimalhas, contendo uma ou mais fontes, utilizando diferentes técnicas de análise de circuitos.

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Medium 9788563899958

Estratégia 4 - Leitura compartilhada com textos informativose busca de características textuais

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF

Estratégia 4

Leitura compartilhada com textos informativos e busca de características textuais

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Escrita

O QUE É ISSO?

A leitura compartilhada ensina aos alunos como os textos expositivos funcionam e de que forma se diferenciam de textos de ficção. Leitura compartilhada é uma estratégia que auxilia os estudantes a lerem livros para os quais eles possam ainda não estar prontos para lerem sozinhos.

Pode ser particularmente útil como forma de introduzir as características

únicas dos textos informativos. A Busca de Características Textuais faz com que os alunos procurem e explorem essas características textuais sobre as quais eles aprenderam durante a leitura compartilhada.

QUAL O SEU PROPÓSITO?

A Leitura Compartilhada com Textos Informativos ajuda os professores a demonstrarem como esse tipo de texto funciona e como ele se difere de narrativas. Demonstrações e discussões das características encontradas nesses dois tipos de texto podem desenvolver a percepção metacognitiva dos estudantes a respeito das características dos dois tipos de texto e gerar conhecimento prévio sobre a natureza e o propósito dos textos informativos. Assim que os professores tiverem compartilhado essas características com os alunos por meio da leitura compartilhada, eles po-

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Medium 9788586804922

1.1 Matrizes

W. Keith Nicholson Grupo A PDF

Algebra_Chap01_PORTUGUES.qxd

CAPÍTULO

31.08.56

11:20 AM

Page 1

1

Equações Lineares e Matrizes

1.1

MATRIZES

Em matemática e suas aplicações, freqüentemente os números aparecem, de forma natural, em seqüências retangulares ordenadas. A seguir são apresentados alguns exemplos.

Exemplo 1

As coordenadas de um ponto no plano são geralmente escritas como um par ordenado

(x, y). Aqui, a palavra ordenado indica que a ordem das coordenadas x e y é importante.

Por exemplo, (2, 3) e (3, 2) representam pontos distintos. Analogamente, as coordenadas de um ponto no espaço são escritas como uma tripla ordenada (x, y, z).

Exemplo 2

O sistema de equações lineares

3x − 5y = 2

4x + 7y = 1

é completamente descrito pela tabela 2 × 3 de números

3

−5

2

4

7

1

.

De fato, é dessa forma que o sistema de equações é representado em um computador.

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Medium 9788536302065

Capítulo 42 - Angústia de Separação e Processo Psicanalítico

R. Horacio Etchegoyen Grupo A PDF

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R. HORACIO ETCHEGOYEN

42

Angústia de Separação e Processo Psicanalítico

RESUMO E INTRODUÇÃO

Viemos de uma discussão interessante na qual procuramos estabelecer algumas relações entre o processo psicanalítico e a regressão.

Começamos expondo a teoria de que a regressão é função do processo e chamamos de regressão terapêutica essa explicação dos psicólogos do ego, segundo a qual o entorno analítico condiciona um processo regressivo que

é condição necessária para abordar o paciente no tratamento psicanalítico. Assinalei que essa tese é no mínimo discutível e, para mim, equivocada. Muitos autores pensam, como eu, que a regressão é dada pela psicopatologia do paciente, e não pelo setting analítico, embora nem sempre se tenham dado ao trabalho de afirmá-lo e de fundamentá-lo. A crítica que se pode fazer à teoria da regressão terapêutica dos psicólogos do ego cabe em uma pergunta ingênua e simples: se a interpretação é capaz de desmoronar as defesas, por que não é também capaz de modificálas? Essa crítica, feita a partir de seus próprios argumentos,

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Medium 9788582604328

Capítulo 15 - Visualize e informe o status do projeto

Carl Chatfield; Timothy Johnson Grupo A PDF

Visualize e informe o status do projeto

Indiscutivelmente, comunicar o status do projeto para os principais interessados é a função mais importante de um gerente de projetos. Embora o fluxo de comunicação perfeito não garanta o sucesso de um projeto, um projeto com um fluxo de comunicação deficiente quase sempre é malsucedido.

O segredo para a comunicação adequada do status de um projeto é saber as respostas às seguintes perguntas: quem precisa saber o status do projeto e para quê? De que formato ou nível de detalhe essa pessoa precisa?

O momento de responder a essas perguntas é na fase de planejamento inicial do projeto. Depois que o trabalho estiver em andamento, sua principal tarefa de comunicação será relatar o status do projeto. Isso pode ocorrer de várias formas:

᭿ Relatórios de status descrevendo a situação do projeto em termos de custo, escopo e agenda (os três lados do triângulo do projeto, conforme descrito no Apêndice A, “Um breve curso em gerenciamento de projetos”).

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